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sábado, 27 de fevereiro de 2010

A Vicunha Têxtil lança concurso "Seu Estilo Vicunha


A Vicunha Têxtil propõe um desafio criativo a seus clientes: a criação de uma ecobag em índigo ou brim, que será distribuída no evento de apresentação oficial da Coleção Outono/Inverno 2011 da empresa.

Para participar do concurso Seu Estilo Vicunha, os interessados realizarão as inscrições no site Vipreview www.vipreview.com.br a partir de 1 de março e deverão enviar o projeto e a peça piloto até 9 de abril. Cada trabalho poderá ser desenvolvido por, no máximo, duas pessoas. Os 20 melhores modelos selecionados pela Vicunha serão publicados, em 16 de abril, no site Vipreview, onde estarão expostos para votação do público. Os cinco mais bem votados passarão por nova avaliação da Vicunha, a qual elegerá os três vencedores. Os critérios utilizados para a seleção são a criatividade, o visual e a viabilidade de produção.

Para a criação da bolsa, devem-se levar em consideração alguns pré-quesitos: usar tecidos da Vicunha Têxtil (índigo ou brim) na confecção, conter a logo ou o nome da Vicunha e também da empresa participante.

Cada um dos autores das três peças vencedoras receberá premiação: o primeiro lugar ganhará passagem e hospedagem para Fortaleza (CE) ou São Paulo (SP), o segundo colocado será contemplado com iPod Nano e o terceiro, com livro sobre moda.

Para mais informações acesse: www.vipreview.com.br


Fonte:portaisdamoda.com.br

Fio a fio, a epopeia têxtil de SC


RBS TV exibe hoje o primeiro episódio de O Fio da História

Agostinho Knihs tinha apenas 14 anos quando pisou pela primeira vez no chão da fábrica Renaux em Brusque. Era seu primeiro dia de trabalho. Hoje, passados 54 anos do início da vida profissional, ele é um dos personagens do documentário O Fio da História, que será exibido na RBS TV hoje e dia 6 de março, antes do Jornal do Almoço, e na TVCOM, nos mesmos dias, às 13h45min.

O especial faz parte do Projeto SC em Cena e foi dividido em duas partes. No primeiro episódio, Entre Agulhas e Linhas, a diretora Kátia Klock recupera a história da indústria têxtil que começa no final do século 19 no Vale do Itajaí. O segundo episódio Na Ciranda da Moda, que será exibido dia 6 de março, tem foco no atual mercado.

Enquanto no mundo as fábricas entravam em crise porque não tinham mais como importar da Europa, o fio que seria transformado em tecido, por conta da Primeira Guerra Mundial, em Brusque, a indústria têxtil prosperava.

Na pequena cidade do Vale estava localizada a única empresa brasileira que não dependia de importação de fios: a Fábrica Renaux. Anos antes, o empresário Carlos Renaux hipotecou tudo que possuía para criar uma fiação completa.

Colonizada por alemães e poloneses, Brusque tinha entre seus moradores artesãos excepcionais na arte de fazer negócios que acabaram por solidificar uma indústria que virou referência no Brasil e, em alguns casos, até no mundo.

Originários de corporações de ofício alemãs, que tinham seriedade no trabalho e primavam pela qualidade, os imigrantes impulsionaram a fiação num território onde não se plantava algodão.

Naquela sociedade do início do século passado as mulheres começaram a sair de casa para trabalhar engrossando as fileiras das fábricas. Mas muitas das indústrias também nasceram no interior de uma casa modesta, com uma mulher atrás de uma máquina de costura.

Os personagens entrevistados que participaram da escrita da história da fiação em Santa Catarina são costureiras, operários e presidentes de fábricas, designers de moda, estudantes, professores e historiadores, modelistas e profissionais da área de marketing das empresas.

Produzido pela Contraponto, a primeira parte do documentário e narrada pela diretora Kátia Klock, nascida em Brusque, e que tem especial afeição por esta história.

– Lançamos um olhar para o passado e outro para o avanço tecnológico, como um reflexo das exigências da contemporaneidade. Para isso, construímos um roteiro com personagens que relembram a história, mas também visualizam o futuro – observa Kátia Klock.

As gravações do documentário foram realizadas nas cidades de Blumenau (sede da primeira indústria do vestuário no país), Brusque (berço da fiação catarinense), Luís Alves, Gaspar e Pomerode.

Produção diretamente dentro das fábricas

Com pouco tempo e enfrentando as altas temperaturas registradas este ano no Estado, Kátia e sua equipe foram para o interior das fábricas para vasculhar os arquivos, recolher informações e descobrir os protagonistas desta história.

Na Ciranda da Moda, segunda parte do documentário, trabalha aspectos do atual mercado.

– A moda e o estilo sempre estiveram associados a identidades. É mercado, mas antes disso é um meio de comunicação. E falar de roupas, tecidos, aviamentos é também contextualizar nosso momento na linha do tempo, nosso modo de pensar e se expor ao mundo – diz a diretora, que começou a se interessar pelo assunto ainda criança, dentro do quarto de costura da própria mãe, Marli Klock, costureira há 50 anos, formada recentemente em Design de Moda e uma das personagens do documentário.


Fonte:clicrbs.com.br/diariocatarinense

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Requisitos básicos para todo bom gestor


Claudio Galeazzi é diretor presidente do Grupo Pão de Açúcar. Sócio- fundador da consultoria Galeazzi & Associados, concentrou suas atividades em administração de empresas, participação em conselhos de administração e na reestruturação de grandes companhias. Atuou como CEO em diversos processos de reestruturação de empresas, entre elas, Artex, Vila Romana e Lojas Americanas.
E no segundo vídeo uma entrevista com o percusor e o patriarca do grupo Pão de Acúcar Sr Abílio Diniz.Fazendo juz aao ótimo administrador que é, aumentando os ativos da empresa com a mais aquisição do grupo, com a compra das Casas Banhia de Samuel Klein.

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Vicunha demite 260 trabalhadores


Empresa encerrou atividades da divisão de malharia, em Maracanaú, após vendê-la para a mineira Franco Matos

A Vicunha Têxtil está demitindo 260 trabalhadores da divisão de malharia da unidade cinco, localizada em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). A empresa encerrou as atividades da subdivisão após vendê-la para a empresa mineira Franco Matos, também atuante no segmento de tecidos. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Fiação e Tecelagem de Maranguape e Maracanaú, a seção contava com cerca de 310 empregados, dos quais 50 foram remanejados para outras duas subdivisões: a de tecelagem da unidade um, também fixada em Maracanaú, e a de fiação da unidade cinco.

"O maquinário já havia sido vendido, mas os trabalhadores continuaram operando. Entretanto, na sexta-feira, os representantes de Recursos Humanos da empresa nos informaram da desativação da malharia, pois a Franco Matos estava levando o maquinário para Minas Gerais. As demissões serão homologadas nos próximos dias 3, 4 e 5 de março", informou Francisco Antônio Ferreira da Silva, presidente do sindicato.

Em nota enviada à redação, a Vicunha Têxtil "esclarece que, em virtude da venda de sua divisão de malharia à empresa Franco Matos, ocorrida em outubro de 2009, descontinuará a produção e beneficiamento de malha em sua unidade fabril". Além disso, a empresa explicou que "por questões contratuais, a companhia está impossibilitada de atuar na produção de malhas pelos próximos cinco anos".

Comunicado

Ainda de acordo com o comunicado, a empresa afirma que a unidade cinco continuará realizando as operações de fiação, com a manutenção de 850 postos de trabalho. A Franco Matos, cuja estrutura industrial inclui fiação, tecelagem e tinturaria, possui planos de instalar uma planta industrial no Ceará.

Nos próximos dias, diretores da empresa mineira deverão vir a Fortaleza para conversar sobre os novos projetos com o governador Cid Gomes e com o presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico (Cede), Ivan Bezerra.

Fonte:diariodonordeste.globo.com

Brasil vai à Copa com camisa feita de material reciclado

A CBF e a Nike escolheram Londres, onde a Seleção Brasileira enfrenta a Irlanda na próxima terça-feira, para o lançamento da nova camisa amarela com a qual o Brasil vai disputar a Copa do Mundo na África do Sul.

A grande novidade do lançamento, segundo a fabricante, é que a camisa é feita com plástico reciclado de garrafas PET.

"Cada camisa é feita com plástico de oito garrafas", afirma o representante da Nike junto à CBF, Mário Andrada e Silva.

Além disso, nas costuras da nova camisa, a fabricante usou cola no lugar da linha que normalmente é utilizada.

Técnica semelhante também vem sendo usada nos macacões dos pilotos de Fórmula 1 para redução do peso total do conjunto formado por carro e piloto que é controlado pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

Mais leve

De acordo com a Nike, o novo material e a nova técnica de costura proporcionarão uma redução de 15% no peso total da camisa em relação à versão anterior.

Outra novidade são orifícios feitos a laser na parte lateral da camisa para proporcionar maior refrigeração aos atletas.

Andrada diz que, para a tradicional camisa amarela, "a CBF fez questão de manter o design clássico com um visual simples, sem muitos detalhes para não descaracterizar a camisa consagrada mundialmente".

A camisa tem gola careca verde de onde saem duas listras verdes por cima dos ombros.

Na frente, permanecem as cinco estrelas acima do escudo, simbolizando as cinco Copas do Mundo conquistadas pela Seleção, o logo da fabricante e o número de cada jogador.

O slogan da Nike para a Seleção - "Nascido para Jogar Futebol" - também reaparece no uniforme, bordado na nova camisa.

Você constrói um enredo que faz sentido para sua vida?


Na história do carnaval, além da cultura, alegria e diversão, há uma busca constante pela perfeição. Além de planejamento, definição de estratégia e organização meticulosa, tudo é regido por normas, cooperação, integração e um rígido cronograma. O objetivo é fazer a engrenagem imaginária do samba enredo obter forma e conquistar desenvoltura, harmonia e ritmo. Qual a relação de um samba enredo com sua vida pessoal? Que lições pode fornecer para sua vida profissional? Observe nos dois itens abaixo, como retirar lições de um samba enredo para conquistar melhores resultados e intensificar de maneira prática, o relacionamento interpessoal e a gestão com pessoas.

Apreciar a capacidade de realização - Você já percebeu que desde a infância você faz escolhas? Quanto mais você vive, mais sua vida é moldada por decisões que refletem na capacidade de realização. Um mestre de harmonia na escola de samba, além de fazer escolhas, atua de maneira coerente com determinadas situações, acredita no potencial humano de realização e incentiva a união da técnica com a criatividade. Neste sentido, observe suas decisões. Elas consideram a capacidade de realização? Você acredita em você, nos seus colegas, filhos e amigos? Eles são capazes de realizar determinada tarefa? A ação de apreciar a capacidade de realização influencia, significativamente, na direção da sua vida e pode criar novos rumos para vencer ou para aprender.

Compreender e valorizar a diversidade - Houve um período da história, em que o "sambista" era sinônimo de malandro e arruaceiro. Bom saber, que este período faz parte da história, pois compete a cada pessoa, compreender e valorizar a diversidade humana. Note que alguns profissionais criam, outros fantasiam, imaginam e desejam. Outros indivíduos inovam, aprimoram, empreendem e surpreendem, pois entendem que a sua geração é diferente das gerações mais novas, que também são diferentes das gerações mais antigas. Como resultado, devemos levar em consideração, que não há como valorizar o capital humano sem entender a diversidade. Já pensou se cada escola de samba não acreditasse na diversidade? O que seria da publicidade, propaganda e do marketing sem o estudo da diversidade humana?

Recebo vários e-mails, de pessoas que desejam realizar mudanças e solicitam dicas para superar dificuldades e circunstâncias negativas. Analiso as mensagens e busco apresentar que as pessoas precisam encontrar pontos essenciais, para valorizar a capacidade de realizar seus sonhos, desejos e vontades. Assim como faz um diretor de bateria, ao reger mais de 400 integrantes, para que juntos sigam a mesma cadência, passa ser necessário assumir a responsabilidade pela atitude e dedicar-se ao máximo, para que a escolha seja mais eficaz possível. A bateria de uma escola de samba é uma enorme orquestra, estruturada com instrumentos de percussão para construir o enredo e oferecer vida, sentido e emoção. Lembre que todo o desafio apresenta uma oportunidade e toda a oportunidade um desafio. A atitude de levantar a cabeça, parar de reclamar e fazer a diferença, depende de uma pessoa: você! Construa um enredo que faça sentido para sua vida.

Dalmir Sant’Anna – Palestrante comportamental, mestrando em Administração de Empresas, pós-graduado em Gestão de Pessoas, bacharel em Comunicação Social e mágico profissional. Autor do livro "Menos pode ser Mais" (3ª edição), Visite o site: www.dalmir.com.br


Fonte:administradores.com.br

Setor têxtil prevê 1.495 centros comerciais até final de 2010


Com a abertura de novos estabelecimentos o ano deve fechar com 182.223 pessoas empregadas.


O varejo têxtil deverá encerrar o ano com uma estimativa de 1.495 lojas em todo País, segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira do Varejo Têxtil - Abeim. O estudo apontou também que, com a abertura de novos estabelecimentos comerciais, o ano deve fechar com 182.223 pessoas empregadas.


Em 2009 foram contabilizadas 1.285 lojas, representando alta de 13% em comparação com 2008. O número de empregos diretos teve crescimento de 7%, com 175.756 trabalhadores, contra 164.986 registrados no ano anterior.


Desafio para 2010

Para o setor, principal desafio este ano é a capacitação da indústria nacional, que precisa de investimentos na modernização do parque produtivo, além da qualificação dos empresários e da mão-de-obra.



“O abastecimento de peças de vestuário viverá um grande gargalo nos próximos cinco anos se não houver investimentos em modernização dessa indústria, que não está acompanhando o varejo de grande superfície. Este descompasso entre fornecedor, no caso da indústria, e o varejo têxtil preocupa”, declarou o presidente da Abeim, Sylvio Mandel.


Setor têxtil x setor de confecção

Para a Abeim, existe uma desarticulação entre os interesses de todos os agentes do setor têxtil e de confecção. “Quando se fala em implementação de novas tecnologias, muito se discute quanto a produtos de vanguarda, tecidos inteligentes e outros aspectos importantes para o desenvolvimento de longo prazo”, disse Mandel.


De acordo com a entidade, o varejo demanda produtos com melhor acabamento e qualidade, preços competitivos e quantidade suficiente para atendimento de um mercado consumidor cada vez mais exigente, bem como cumprimento dos prazos de entrega estabelecidos pelo varejo, que não tem sido tratado adequadamente pela indústria.


Receita bruta em 2009

No ano passado, o varejo têxtil das grandes redes apresentou desempenho satisfatório, segundo a entidade, sendo que receita bruta cresceu 7% em relação a 2008.



A crise econômica não atingiu diretamente o setor, que manteve sua previsão de abertura de novos estabelecimentos e não realizou demissões, apostando na recuperação da economia e no nível de atividade do consumidor.


Fonte:cidadeverde.com

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Prêmio Individual x Grupo


Individual

1-Rivalidade entre as operadordoras.

2-Demostivação entre as operadoras.

3-A menos talentosa, se sente desprezada e pede para sair da empresa.

4-Normalmente a operadora faz a parte dela e pronto.


Grupo

1-Espírito de equipe.

2-Força a polivalência nas operações e no aprendizado das maáquinas de costura.

3-R$ é o objetivo

4-Operadoras desqualificadas, elas próprias se sentem mau, por não contribuir com o grupo e pdem para sair.

5-O próprio cronômetro são elas próprias(operadoras) com este raciocínio de grupo, as peças valendo dinheiro

6-O grupo é alto administrável(se adiministram sozinho)

Vendas internas puxam retomada do setor têxtil


João Villaverde, Júlia Pitthan e Paola de Moura, de São Paulo, Joinville e do Rio

8 mil vagas abertas no mês passado, janeiro foi o mês com maior número de contratações líquidas da história

O mercado interno se transformou no melhor antídoto do setor têxtil contra a concorrência chinesa e a valorização cambial. Contratações fortes em janeiro e um volume recorde de intenções de investimento indicam um 2010 promissor. O setor têxtil abriu 8 mil vagas no mês passado, fazendo deste janeiro o de maior número de contratações líquidas da história. Embaladas pela melhora do mercado interno, que se acelerou a partir do segundo semestre do ano passado, as fábricas de tecidos e confecções apostam na manutenção do crescimento econômico registrado nos últimos meses.

No ano passado, as empresas do setor têxtil e de confecções apresentaram ao BNDES um valor recorde de projetos de investimentos. As consultas levadas ao banco somaram R$ 1,61 bilhão, 35% mais do que em 2008. Parte expressiva desses projetos foram aceitos e as aprovações alcançaram R$ 1,9 bilhão, valor também recorde. O aumento expressivo no número de projetos deve ser acompanhado pelo aumento dos desembolsos neste ano, depois da queda 50% registrada em 2009.

A Lepper, de Santa Catarina, é uma das empresas que contrataram em janeiro e desengavetou projeto de investimento de R$ 40 milhões. No auge do período recessivo, a Darling, fabricante de lingeries, demitiu 15% de seus 350 funcionários. A partir do segundo semestre, recontratou metade do contingente perdido e agora esbarra na falta de mão de obra especializada, uma dificuldade partilhada pela Teka, em Blumenau.

Parte da recuperação do setor está associada à indústria da moda - o segmento se reorganizou, investiu em qualidade e design e, em consequência, movimentou todo setor têxtil brasileiro, do fio aos acabamentos. O resultado foi positivo e o preço médio por quilo de roupa exportada pelo Brasil subiu de US$ 16,7 em 2004 para US$ 34,8, em 2009, alta de 108%. Se o valor por quilo subiu, o mesmo não ocorre no conjunto das exportações, onde o Brasil continua perdendo mercado e ganhando concorrência. Em janeiro, o déficit comercial foi de US$ 210 milhões, quase o dobro de janeiro de 2009.


Fonte:Valoronli
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MBA ajuda a despertar novas habilidades profissionais.Observá-las e aproveitar oportunidades são fatores fundamentais para amadureciment profissional


Há quem acredite que ao chegar aos 45 anos é hora de reduzir o ritmo, ter mais cautela na área profissional, que é difícil iniciar novos estudos, ou que não se pode mais mudar de área. Oconsultor e professor Dirceu Dresch pensa e faz exatamente o oposto. Ele procurou uma empresa de consultoria para orientá-lo sobre novas possibilidades em sua carreira e decidiu investir na carreira acadêmica e na área de consultoria.

Diretor da Dresch Tratorvale, empresa de revenda de equipamentos agrícolas no interior de Santa Catarina, ele passou de aluno a professor após formar-se no MBA em Gestão Empresarial, da FGV, oferecido pela Sociesc (Sociedade Educacional de Santa Catarina) na Unidade Blumenau. Em 2009 conquistou sua primeira turma nas aulas da PósGraduação em Administração de Empresas, também oferecida pela FGV e Sociesc.

Planejamento e percepção dasnecessidades do mercado são ótimos guias quando o assunto é capitalizar oinvestimento feito no MBA. “Entramos no MBA com uma perspectiva e saímos com outra completamente diferente”, afirma Dirceu Dresh, que concluiu MBA em Gestão Empresarial Sociesc FGV e Módulo Internacional (Irvine, EUA), em 2009.

Atualmente Dirceu diz que está muito contente e satisfeito com a nova experiência como professor, e planeja até expandi-la. “Quero capitalizar o investimento que fiz ao cursar o MBA. Vou manter meu foco na área acadêmica, pois adoro o contato com os alunos, mas quero investir em consultoria na área de gestão empresarial de liderança”, afirma Dirceu,que pretende não parar de estudar tão cedo. Outra dica deste ‘professor-aluno’ é não perder contato com os colegas, pois eles são um importante elo entre a instituição e o mercado.



Fonte:http://www.noticenter.com.br

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Suape Têxtil "Corduroy" - Pasmem!!!!


A Suape Têxtil teve sua recuperação judicial, RJ, aprovada em março/2009
pela justiça do Cabo de Santo Agostinho, onde fica a matriz de três
unidades,sendo que duas são em Bragança Paulista - SP.
Lesou dezenas de empresas fornecedoras e centenas de funcionários com um calote de
mais de R$150.000.000,00, cento e cinquenta milhões de reais.

Na imprensa saiu a seguinte notícia, em 05/03/2009 - fonte Portal do Cabo
Título "Suape Têxtil se recupera"

"O juiz Rafael José de Menezes, da 2ª Vara Cível do Cabo, defendeu a recuperação judicial da Suape Têxtil. Segundo ele, a empresa deu ontem o
primeiro passo para escapar de uma falência, manter a produção da
fábrica, os empregos e o recolhimento de impostos. Menezes disse que a
indústria enfrentou dificuldades por conta da invasão dos produtos
importados da China, em um primeiro momento, e da alta do dólar mais
recentemente. Segundo ele, há onze anos, a Suape Têxtil entrou com um
pedido de concordata, transformado em recuperação judicial em 2007. “A
Lei de Recuperação Judicial é uma boa saída para negócios viáveis. Ela
salva a empresa e não os empresários”, argumenta o juiz.

O comerciante José Luiz Lindoso, que também fiscaliza a recuperação da Farmácia dos Pobres, foi nomeado por Rafael Menezes como administrador judicial da Suape Têxtil, que pertence ao grupo paulista
Corduroy. A companhia foi implantada na região de Suape, há 20 anos, com
incentivos fiscais, para produção de tecidos. Além da planta industrial
do Cabo, a empresa tem duas filiais em São Paulo, que, segundo o juiz
também enfrentam dificuldades. Mesmo com problemas financeiros, a
produção continua."

Voltando ao nosso assunto:
Após 5 meses de aprovada a RJ a Suape já tinha fechado todas as unidades (grande empresa recuperável!!!!!!) e
demitido mais de 1000 funcionários. Não pagou nenhuma verba
indenizatória e acumula débitos trabalhistas superiores a R$
12.000.000,00, doze milhões de reais,sendo que R$1.700.000,00 estão
dentro do processo de Recuperação Judicial.
Atualmente a Suape Têxtil está com cerca de 10 funcionários em um minúsculo escritório em
São Paulo, sem produzir nada a quase um ano e apesar de diversos pedidos
de falência, nada acontece. Não sei o quê a justiça está esperando !?!?

Agora vêm o mais insólito dos episódios:
Aparentemente se apoiando na "recuperação judicial" mesmo sem estar funcionando , a diretoria da
empresa está tentando vender as Unidades de Suape e Bragança, que valem
algumas dezenas de milhões, com intenção de pagar apenas aos bancos
estatais, BNDS e BNB, e o débito trabalhista que está incluso na RJ,
deixando todo o resto de fora, inclusive os débitos trabalhistas que
foram gerados após o deferimento da Recuperação Judicial, ou seja, sem
pagar as indenizações dos mais de 1000 funcionários que foram demitidos,
e cuja quantia soma mais R$10.000.000,00, dez milhões de reais, tudo
isso com anuência da "Justiça".
A Justiça do Trabalho do Cabo de Santo Agostinho, ao que parece, nada pode fazer, pois a empresa se
beneficia por estar em "recuperação judicial".

Todos os dados e valores mostrados são públicos e foram extraídos de reportagens
veiculadas na imprensa brasileira.

Fibra PET


A resina PET foi desenvolvida pelos químicos ingleses Whinfield e Dickson, em 1941, para ser usada na fabricação de fibras sintéticas. Somente na década de 70 ela foi empregada como matéria-prima de garrafas, hoje a sua principal utilização.
Atualmente, 1,5 litro de embalagem PET pode ser feita com apenas 35 gramas de material virgem. Quando o mercado de fibras descobriu a verdadeira fonte de matéria-prima contida no PET, a resina reciclada passou a ser empregada na indústria têxtil.
O Poli Teraftalato de Etileno é um polímero termoplástico. Conhecido popularmente com PET, é uma resina plástica de muita resistência, utilizada na fabricação de garrafas para refrigerantes, águas, sucos, embalagens para cosméticos, comestíveis, medicamentos, produtos de higiene e limpeza, destilados e outros.
O descarte dessas embalagens cria um sério problema ambiental. E, em lugar de aumentar os volumes dos lixões, esse nobre derivado do petróleo toma outro rumo – a reciclagem.
Municípios já possuem programas de Reciclagem e cidadãos fazem parte desse processo, separando embalagens, lavando-as e disponibilizando-as para o destino adequado – os centros de reciclagem.
Esses centros de reciclagem separam tampas e compactam as embalagens em fardos que são enviados à usina. Na usina, o material é triturado, transformado em flocos, lavado, seco e processado em extrusoras, máquinas que fazem filamentos – o fio de poliéster.
Este fio é a grande redescoberta do plástico e a mais nova solução para redução do impacto ambiental que o PET, como embalagem, causa em todo mundo. A conversão da embalagem ao tecido é a mais recente ação ecológica.
O fio de poliéster , obtido a partir do PET reciclado, é uma tendência mundial. A Indústria têxtil, que já tem no poliester convencional uma participação expressiva, terá em breve essa fibra, obtida pela reciclagem.
A garrafa PET reciclada é extrudada e forma uma fibra. O processo de fiação condiciona o material para o processo de tecelagem ou malharia, e, em seguida, vai para a confecção de artigos de vestuário.
O resultado final é um produto de qualidade tão boa quanto aquele que foi confeccionado com matéria-prima não reciclada, mas com uma diferença fundamental: tem um valor social e ecológico agregado sem precedentes.
Consumir produtos reciclados é valorizar a qualidade de vida, uma nova oportunidade de recuperação e equilíbrio ao meio-ambiente e preservar o futuro do planeta.

O talento aprende, sempre


A capacidade de aprender é uma das competências mais valorizadas hoje pelos empregadores e líderes. O colunista Eugenio Mussak fala sobre o assunto.


Conversei com um presidente de empresa que gosta de se envolver nos processos seletivos de seus executivos. Quando lhe perguntei o que ele valorizava nos candidatos, ele respondeu sem titubear: — São duas as variáveis: capacidade de entregar resultado e vontade de aprender permanentemente. Campeão de assertividade, esse presidente. Ele sabe que a empresa vive de resultados, mas está interessado em resultados sustentáveis e crescentes, e isso só se consegue com gente que está evoluindo sempre.

Por isso o desejo genuíno de aprender passou a ser uma qualidade desejada no mundo corporativo. Em função de visões como esta é que as companhias estão virando escolas. Há, porém, uma diferença entre elas e a faculdade que você cursou. Lá, havia um professor que compartilhava com você a responsabilidade por sua formação. Na empresa, essa responsabilidade está sobre seus ombros.

As empresas valorizam quem não espera ser ensinado

Se as companhias apreciam quem quer aprender, têm especial predileção por quem não espera que alguém venha ensinar. Aprender é seu ofício. Nesse sentido, a curiosidade, a inquietação intelectual e a busca do conhecimento contínuo passaram a ser as características apreciadas nas empresas. Bem, pelo menos nas organizações bem administradas. Considerando o que disse o presidente, temos duas variáveis, portanto são quatro as possibilidades.

Vejamos: quem tem baixo desempenho e grande vontade de aprender é um potencial — a empresa investe. Quem tem bom desempenho, mas perdeu a vontade de aprender, está acomodado — a empresa se preocupa. Quem tem desempenho alto e grande vontade de aprender é um talento — a empresa reconhece e quer reter. E quem tem baixas essas duas variáveis não tem mais espaço — a empresa elimina.

Perceba que no mundo dos recursos humanos ser um talento não significa ter uma habilidade especial, um dom artístico ou uma inteligência superior. Ser um talento significa ser possuidor da combinação entre o desempenho e o desejo de aprender e evoluir. Ser um talento, portanto, é uma questão de vontade.

Eugenio Mussak é professor do MBA da FIA e consultor da Sapiens Sapiens.

Fonte:eugenio#ssdi.com.br

Falta logística para o setor de confecção no DF



Ausência de indústrias e de fornecedores de matérias primas e insumos para setor têxtil e confecção são obstáculo para o desenvolvimento das confecções e grifes
Da Agência Sebrae de Notícias
Falta logística na capital federal para alavancar o desenvolvimento do setor têxtil e de confecção, analisa Dimilson Xavier Mendes, presidente da Associação do Polo de Confecções de Taguatinga. “Por que aqui não temos indústrias de roupas como em Jaraguá, Goiânia e Trindade? “Porque falta mão de obra e costureiras, principalmente, e não temos lavanderia de jeans, grandes lojas de tecidos, representantes de insumos e manutenção de máquinas”, afirma.

O alto poder aquisitivo e de consumo de roupas no Distrito Federal comportaria mais dez polos de confecção e moda, como o de Taguatinga, segundo Dimilson. “O setor de confecção poderia crescer muito mais aqui e gerar muitos empregos, postos de trabalho e riqueza”, diz, convicto.

Atualmente o polo gera aproximadamente 25 mil empregos diretos e indiretos (faxineiros, segurança, eletricistas, etc). “Imagina se não existisse, seriam cerca de 25 mil desempregados a mais no DF”, observa Dimilson. A APCT firmou vários convênios, visando beneficiar os associados, que são praticamente todos os empresários integrantes do polo. Entre eles, se destacam: escritórios de contabilidade, Faculdade Projeção e o Sebrae/DF.

Cartões de crédito – O presidente da entidade também reclama dos cartões de crédito e das altas taxas e comissões cobradas por eles, pois acabam comprometendo a lucratividade dos negócios. Praticamente todas as bancas do Polo de Confecções de Taguatinga trabalham com cartões de crédito. Além de cobrarem percentual dos comerciantes, cobram comissão que varia entre 3,5% e 4% por transação. “Sem falar no aluguel da máquina. Pagamos R$138 pela máquina sem fio ou R$ 64 pelo equipamento com fio, por mês”, revela.

Ele reconhece que os cartões de crédito são uma garantia de recebimento do pagamento, mas as alíquotas cobradas pelo serviço estão muito altas. “Cada unidade da Federação deveria contar com uma central de atendimento presencial dos cartões para resolver problemas dos comerciantes e dar esclarecimentos”, sugere.

Dimilson critica também os bancos e a ausência de responsabilidade deles em relação aos cheques sem fundos. “Eles pagam pelos cheques sem fundo e, depois, cobram dos comerciantes. E, ainda, recebem taxa pelo cheque devolvido”. Para ele, os bancos não arcam com nenhum risco ou prejuízo, ao contrário, faturam em cima dos cheques devolvidos


Fonte:revistapegn.globo.com

Quais são as características que as empresas esperam de um profissional?

A equipe certa é considerada importante patrimônio da empresa para alcançar os resultados almejados. Cada profissional é uma peça chave na grande engrenagem e a troca de valores éticos e profissionais entre seus membros, contribuem decisivamente para um trabalho de qualidade.

O aumento da competitividade e globalização faz com que as empresas busquem cada vez mais profissionais preparados para enfrentar os desafios da profissão e que agreguem maior conteúdo à equipe a qual estará inserida.

Para Stefi Maerker, diretora-presidente da SEC Talentos Humanos, empresa especializada em recursos humanos, o momento é propício para aqueles que estão à procura de uma oportunidade, mas cada profissional deve estar sempre atualizado e desenvolvendo suas habilidades pessoais e de trabalho. “Apesar do mercado está bastante competitivo, oferece grande oferta de empregos no momento. Esse é o momento de investir em suas habilidades, já que as empresas esperam cada vez mais dos profissionais”.

Para Alessandra Tomelin, gerente de recursos humanos da vagas.com.br - empresa especializada em tecnologia para recrutamento e seleção - ressalva que não é apenas o profissional que precisa se capacitar para atingir seus objetivos, mas também as próprias empresas. “As organizações começaram a entender que, para manter seus líderes e os melhores profissionais, precisam oferecer para essas pessoas uma boa estrutura de trabalho, com salários atrativos e possibilidade de crescimento na carreira”, afirma Tomelin.

Currículo? O que pesa mais?

Entre os tabus dos profissionais que procuram melhor se adaptar ao mercado de trabalho, está em saber o que vale mais na seleção de um candidato, se uma melhor formação acadêmica ou mais experiência profissional na área disputada. Luis Testa, gerente de marketing da Vagas.com.br, afirma que a opções dos recrutadores varia de acordo com a empresa e o objetivo que ela opta pelo cargo. “Essas variantes vão depender do perfil de cada empresa, onde encontramos espaço para concorrência entre um profissional com formação mais acadêmica, com outro, de maior bagagem de experiência”.

Luis Testa relata também que a opção dos selecionados vai muito além do currículo e que outros fatores, como por exemplo, o domínio sobre redes sociais, habilidades de relacionamento com outros profissionais e atividades extracurriculares, podem ser diferencias na escolha pelas empresas. O especialista cita a própria seleção para estágio em seu setor. “O critério de seleção adotado para escolha de duas estagiárias no setor de marketing da nossa organização estava envolvida pelo domínio dos candidatos sobre as redes sociais. Esse era o perfil que precisamos no momento e foi determinante pelas escolhas dos candidatos”.

A consultora Stefi Maerker alerta também que não basta profissionais serem “expert” no assunto, precisam de habilidades e características como coragem, otimismo e equilíbrio emocional, por exemplo, paras lidar com as adversidades e pressões do ambiente profissional. A especialista elencou oito habilidades e competências mais procuradas no mercado pelas organizações. Confira:


Flexibilidade: para saber lidar com mudanças rápidas e repentinas e para aceitar a volatilidade do mercado e a incerteza da rotina;
Coragem: para arriscar, apesar de não existirem respostas prontas;
Resistência: para encarar uma rotina de imprevistos, pressão e obstáculos e saber superá-los, mantendo sua essência e equilíbrio;
Otimismo e Equilíbrio Emocional: ter a habilidade de se manter motivado e encarar a rotina de forma positiva, transformando pequenos problemas em grandes soluções;
Criatividade: para pensar diferente, encantar com novas soluções e contribuir com o ambiente de trabalho;
Comprometimento: vontade de fazer a diferença e se envolver com o trabalho que faz – vale lembrar que este envolvimento vem de dentro, e não deve ser ligado apenas ao salário;
Capacidade de Aprendizagem: para buscar auto-conhecimento e aprendizado, crescendo sempre;
Visão Generalista e Função de Especialista: é bom conhecer um pouco sobre tudo, pois ter informação é um diferencial desde que exista foco;


Buscar agregar valores a empresa com muito trabalho, dedicação e empenho são outros fatores fundamentais para conquistar bons resultados na empresa.


Fonte:administrado
res.com.br

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Indústria do Auxílio Desemprego


Conversando um dia desses, com um empresário, percebemos que no Rio de Janeiro, mais especificamente tratando de confecções de roupa.É grande o número de profissionais de mão-de-obra direta fazendo de suas atividades profissionais um verdadeira poupança associando a este tipo de conduta, aque chamamos de Indústria do Auxílio Desemprego.Muitos destes profissionais, preferem muitas das vezes perderem seus empregos para que possam ter a garantia do governo deste auxílio.Há outras situações aonde o funcionário pede para ser demitido e ser readmitido sem o vínculo empregatício com a empresa.Obedecendo as regras do seguro desemprego,estes profissionais ficam muitas das vezes recebendo de três á cinco parcelas do governo.Propondo sempre quando vai em busca de emprego, que os mesmos não criem vínculo para que possam continuar recebendo o auxílio e a remuneração proposta em acordo entre empregado/empregador.Quando no pouco,quando saem da empresa ainda colocam uma ação trabalhista nesta empresa que se propopoz a compatilhar com esta conduta com o empregado.Continuando ainda neste raciocínio da ação trabalhista.Na engenoeidade de muitas empregadores,pedimos que se conhecer alguém qualificado para aquela tarefa, que indiquem para empresa.Quando a empresa concorda em usar á prática de aceitar o empregado sem vínculo empregatício.Aquela que trouxe a amiga para empresa,depois que é desligada, ainda usa esta amiga indicada para ser testemunha em processo trabalhista.Por esta razão muito cuidado nessas práticas,além de estar errado, acaba se complicando depois.Por isso todos de mãos dadas para que trabalharemos na legalidade.

Corantes Naturais Têxteis


A arte têxtil e o tingimento com plantas são expressões artísticas complementares, possuem elementos cuja beleza única não pode ser comparada aos produtos químicos e industriais. Infelizmente, a descoberta dos corantes químicos e seu indiscriminado contribuiu para acentuar a substituição dos corantes naturais e desta forma provocar o esquecimento deste saber sobre a origem das cores.
Os corantes químicos e sintéticos, por sua origem e propriedades, são substancias densas e tóxicas, obtidas a partir de derivados de petróleo e do carvão mineral por um processo altamente poluente, estes corantes foram criados na Alemanha, durante a Revolução Industrial, sendo sintetizados a partir das mesmas matérias-primas usadas para a produção de explosivos como, por exemplo, compostos orgânicos ricos em nitrogênio como a nitroglicerina ou TNT (trinitrotolueno).
Já a origem solar dos corantes vegetais dá às suas cores uma relação direta com a luz. Podemos chamá-las de Cores da Luz, em oposição aos corantes químicos. O uso de corantes vegetais na produção de produtos artesanais com certeza requer um processo mais elaborado do que simplesmente comprar um tubo de anilina química na venda mais próxima. Este uso puramente comercial dos corantes químicos anula a autenticidade de um oficio capaz de integrar o homem à natureza.
Tingir com corantes vegetais é relativamente simples, mas as cores exige um profundo domínio de alguns princípios químicos, físicos, matemáticos e botânicos. Procurar e coletar ervas, retirar líquens de rochas, cercas e árvores, reciclar resíduos do beneficiamento de madeiras e outros produtos.
FONTES PRINCIPAIS PARA A EXTRAÇÃO DE CORANTES NATURAIS, PODEMOS DESTACAR:
• Reflorestamentos de eucaliptos, pinus e outros;
• Serrarias, marcenarias e depósitos de madeiras;
• Mercados e feira livre;
• Sítios, chácaras, parques e beiras de estradas;
• Pomares, plantações e hortas;
• Lugares onde se vendem ervas e plantas medicinais;
• Hortos florestais e jardins botânicos;
DESTAS FONTES, O QUE UTILIZAMOS PARA TINGIR SÃO:
• Toda arvore de eucalipto (folhas, cascas e serragem), o fruto e a casca do pinus, cascas de muitas leguminosas como o angico e a bracatinga, serragens de todas as madeiras utilizadas para moveis, assoalhos, forros e carpintaria;
• Folhas, talos e cascas de muitas verduras, raízes e leguminosas; temperos como urucum, cúrcuma e açafrão; folhas e cascas de galhos podados de arvores frutíferas;
• Flores, raízes e ervas daninhas como erva-de-passarinho, picão e outras;
• Líquens que crescem em cercas velhas, troncos de arvores mortas e rochas;
• Muitas plantas arbustivas que encontramos na beira das estradas, como o anil (índigo) e a quaresminha;
• Galhos e folhas cortadas das arvores utilizadas na arborização das cidades, como amoreiras, pau-campeche, acer, cedros, entre outras.
SOBRE AS CORES
Na busca para reproduzir as cores presentes no mundo, o homem encontrou na natureza, entre os minerais, a flora e a fauna, a percepção dos matrizes encontrados na natureza despertou nos filósofos e pesquisadores, em diferentes épocas da historia, o interesse pela origem e o significado das cores.
Na Grécia antiga, Aristóteles (filosofo grego) afirmava que as cores são sete, entre elas o preto e o branco. Foi definido no século XV que as cores primarias, chamas de cores simples, não podiam ser feitas pela mescla de outras cores. Na sua classificação, figuram tanto as três cores físicas (vermelho, amarelo e azul), produzidas a partir da luz, como as três cores químicas (vermelho, amarelo, azul), substancias materiais que possuem na sua constituição o corante.
A luz incolor não pode ser composta nem por cores aparentes, nem por pigmentos. As cores são estimuladas junto à luz, não sendo derivadas dela. Se as condições cessam, a luz torna-se incolor como antes. Segundo estes critérios, propõe-se uma interpretação das cores a partir do órgão da visão, que não pode ser identificado com um com um conjunto de prismas e lentes, pois o olho é um órgão vivo.
Classificamos assim as cores segundo três padrões básicos:
• Cores fisiológicas: criadas pelos olhos, como um efeito ótico;
• Cores físicas: percebidas através dos efeitos da luz nos meios incolores (vidro, água, e ar);
• Cores de natureza química: possuem longa duração e são percebidas pelos olhos como parte dos corpos e objetos, onde podemos incluir os corantes do reino mineral, vegetal e animal.
A primeira cor de origem vegetal estavam nas algas marinhas unicelulares , que flutuam na superfície do mar. Com o surgimento das plantas na superfície da terra, os metais existentes no solo (cobre, alumínio, ferro, entre outros), foram absorvidos pelas raízes, possibilitando a formação das cores das diferentes partes do corpo da planta (flores, folhas, raízes, cascas, caules). Este processo de fixação das cores no corpo das plantas é conhecido por metalização (maturação). A estabilidade dessas cores permanece enquanto a planta estiver viva.
No tingimento vegetal, aplicamos assim este conhecimento que adquirimos ao observarmos a natureza:
• Trituramos a planta;
• Fervemos em água, tornando o corante, antes fixado, novamente solúvel ou flutuante;
• Damos assim um novo corpo à cor em fibras, fios e tecidos.
Para que este processo aconteça com solidez, usamos sais orgânicos de marais como acetato de ferro, acetato de cobre e o alúmen de potássio (pedra úmen), metalizado, desta forma, a cor. Estes metais usados no tingimento são conhecidos como mordentes e tornam assim as cores dos corantes vegetais permanentes.
Os corantes naturais se encontram principalmente nos vegetais (plantas, árvores, líquens), mas também podem ser encontrados entre alguns animais (insetos e moluscos). Existem insetos, entre os quais as cochonilhas, que possuem matéria cromática inteiramente concentrada.
Embora a maioria dos corantes sintéticos seja classificada como seguros, os consumidores estão cada vez mais interessados em produtos de origem natural, que causa menores danos à saúde humana e ao meio ambiente. Dessa forma, em busca de atender esse novo nicho de mercado, as indústrias alimentícia, cosmética, papeleira e têxtil têm aumentado o uso de corantes naturais. Atualmente há uma série de produtos, principalmente alimentícios, que já utilizam corantes naturais tais como bebidas, molhos, sopas, maioneses, sorvetes, temperos, massas etc.
Os corantes naturais, em relação aos corantes sintéticos apresentam uma grande vantagem no tratamento de efluentes, que representa um grande problema para a na indústria têxtil. Tradicionalmente, a etapa industrial de tingimento, é uma das que mais utiliza a água em seu processo produtivo, o que gera uma grande quantidade de efluentes, que têm como destino os rios. Cerca de 90 % do consumo de água de toda indústria têxtil se dá no processo de tinturaria. Sendo assim, um grande volume de efluentes é despejado nos rios causando grandes danos ao ambiente. Uma área promissora para o tratamento desses efluentes tem sido a dos métodos de biodegradação. No entanto, os corantes sintéticos não são degradados pelos microorganismos, aumentando ainda mais o interesse sobre os corantes naturais, posto que estes sejam facilmente tratados por métodos de biodegradação.
Em relação ao potencial de mercado dos corantes naturais, estima-se que, para suprir o consumo anual de fibras, necessita-se de 100 milhões de toneladas/ano de corantes naturais. Os rendimentos desses corantes naturais, em relação ao peso seco de matéria-prima, são muito variados sendo que, para conchas de Murex (utilizadas pelos fenícios para produzir corante púrpura) o rendimento é de 0,01 % chegando até 10 % em média, para corantes extraídos a partir de madeira. No entanto, até agora, apenas um número muito reduzido de corantes naturais tem-se revelado comercialmente viável. Assim, a aplicação majoritária destes corantes é para coloração de gêneros alimentícios e cosméticos (Tabela 1) e, mesmo assim, apenas corantes selecionados são aceitos no mercado, devido às rigorosas normas de segurança em relação a dados toxicológicos e farmacológicos.
Atualmente, a indústria têxtil é uma das mais afetadas pela concorrência com os produtos da China, o que vêm incentivando o desenvolvimento da indústria brasileira de forma a diferenciar seus produtos através de inovação e busca de novos ingredientes, entre eles os corantes naturais, que agregará valor ao produto final, diferenciando-se dos outros.
Embora haja uma grande quantidade de pigmentos provenientes de fontes minerais e animais, as plantas são fontes importantes para obtenção de corantes e pigmentos, os quais podem ser encontrados em ramos, raízes, folhas, flores, cascas etc.
Uma fonte importante de material natural está presente nos extrativos provenientes da madeira. Estes extrativos podem ser removidos facilmente da madeira, apresentando fácil solubilização em água, ou em solventes orgânicos neutros, como etanol, sendo responsável pelas características peculiares da madeira como sabor, odor e, principalmente, a cor. No sentido de atender e reforçar o apelo ambiental dos corantes no mercado, uma fonte potencial de extrativos de madeira é a utilização dos resíduos do processamento mecânico, devido a sua produção em grande quantidade por todo o Brasil. Por não terem uma disposição final adequada, em geral, estes resíduos causam importantes problemas ambientais. Estima-se que o consumo de madeira nativa em toras seja de 34.000 m³ e considerando que, em média, o aproveitamento é de 50 % no desdobre da madeira, tem-se, portanto aproximadamente 17.000 m³ de resíduos florestais no Brasil.
O estudo de algumas madeiras, notadamente amazônicas, verificou que os extrativos destes resíduos apresentaram grande potencial como corantes naturais para tingimento têxtil em algodão e papel, com características de boa permanência da cor à luz. Foi avaliado também, o efeito da remoção dos extrativos nas características energéticas da madeira, em que se concluiu não haver influência negativa no valor do material para uso como combustível.
Por fim, o crescimento do nicho de mercado que valoriza os produtos naturais incentiva, cada vez mais, a busca por novas fontes de corantes naturais, cuja demanda tem aumentado. Dessa forma, o Brasil destaca-se como um potencial fornecedor destas matérias-primas corantes, mediante a riqueza em biodiversidade e fonte de resíduos de madeira, cujo potencial como corante já foi avaliado. Nesse sentido, há a necessidade de estudos para avaliar o fornecimento de matéria-prima, seu custo e sazonalidade em busca da viabilidade econômica do corante. Não obstante, são informações fundamentais no desenvolvimento de um produto para indústria, a estabilidade do corante, sua fixação, as caracterizações químicas, estudos toxicológicos e farmacológicos. Sendo assim, estudos que contribuam nesse sentido são altamente justificáveis.

Biotecnologia Aplicada à Indústria Têxtil - Parte 1


Histórico e Introdução
A primeira aplicação biotecnológica no processamento têxtil foi a maceração do linho, há mais de 2.000 anos. O crescimento de microorganismos no linho era usado para a separação das fibras dos caules da planta.
Entretanto, na indústria têxtil a aplicação de enzimas só teve início por volta de 1857, quando extrato de malte foi usado para remover gomas amiláceas de alguns artigos têxteis antes da estampagem. Em 1900, a empresa alemã Diaman Co., de Munique, apresentou a Diastafor, a qual mostrou-se mais eficiente na desengomagem de amido e evitava os danos causados por outros tratamentos como com ácido sulfúrico. Em 1919, as rapidases foram introduzidas no mercado. Essas enzimas causam a transformação do amido em compostos solúveis em água.

No final da década de 1970, descobriu-se que as celulases acrescentavam detergência à lavação de tecidos e removiam a fibrilação em múltiplas lavações. Hoje, as celulases são incluídas em muitos detergentes em pó, especialmente aqueles que são ativos na faixa alcalina. Existem também outras aplicações para as celulases, como na remoção enzimática de fibrilas e de pilosidade dos tecidos ou malhas de algodão, etapa esta conhecida como bio-polimento. Foram descobertas também outras formas de emprego dessas enzimas no beneficiamento, que dão um aspecto envelhecido aos artigos de denim e outras peças de vestuário.

Quimicamente as enzimas são definidas como proteínas que possuem uma estrutura química especial, contendo um centro ativo, denominado apoenzima e algumas vezes um grupo não protéico, denominado coenzima. Á molécula toda (apoenzima e coenzima) é dada o nome de haloenzima.

Quase todas as enzimas preparadas em escala industrial até hoje são extracelulares, porque seu isolamento dos meios ou caldos de cultivo é geralmente mais simples, embora elas se encontrem sob forma muito diluída nestes meios, o que pode tornar o seu isolamento muito dispendioso. Porém a maior parte das enzimas é intracelular, porque lá são continuamente sintetizadas metabolicamente.

As enzimas mais utilizadas a nível industrial são as obtidas por processos fermentativos, ou seja, a partir de culturas microbianas. A sua utilização tem vindo a crescer devido aos avanços no campo da microbiologia e ainda pelo fato de a sua produção não estar condicionada por questões sazonais ou geográficas e pela possibilidade de se usarem matérias-primas pouco dispendiosas. Selecionando as estirpes e otimizando os meios de cultura, é possível obter elevados rendimentos e enzimas com propriedades e especificidades bem determinadas.

O uso de enzimas em substituição aos produtos químicos normalmente utilizados em alguns processos têxteis reduz consideravelmente o impacto ambiental assim como os danos às fibras. Fato este, pelo qual nos últimos anos, com a crescente conscientização e preocupação com o meio ambiente, muitas pesquisas têm sido desenvolvidas com o objetivo de aplicar enzimas nas diferentes etapas do beneficiamento têxtil.

Pelo fato de a enzima ser um tipo de substância relativamente complexa, cujo estudo se dá principalmente em disciplinas ligadas aos ramos de bioquímica, não é muito comum que os profissionais que atuam na indústria têxtil, como técnicos, químicos e engenheiros têxteis, consigam definir sem dúvidas o que são as enzimas, suas propriedades e variáveis que devem ser controladas em suas aplicações industriais têxteis. Isso não ocorre somente no Brasil. Alguns autores de diferentes países têm se preocupado com isso e publicado artigos onde procuram esclarecer esses tipos de dúvidas (Stöhr, R. [1995], Etters, J.N. e Annis, P.A. [1998] e Massao, B.M. e Castellarnau, J.N. [1998]).
Os avanços na biotecnologia possibilitaram a criação de misturas especiais de enzimas para aplicações específicas. Por exemplo, foram desenvolvidas as amilases para processos de desengomagem em temperaturas de 100oC, ao passo que monocomponentes de celulases foram identificados como sendo superiores às enzimas nativas em várias aplicações têxteis. Além das enzimas hidrolíticas como as celulases, amilases, pectinases (biopurga) e proteases (acabamento de lãs), outras atividades enzimáticas, inclusive as oxidoredutases, têm-se revelado ferramentas poderosas em várias etapas do processamento de têxteis.

Aqui a moda é um bom negócio

Com uma produção que chega a 150 milhões de peças e um faturamento anual de R$ 4 bilhões ao ano, a indústria têxtil paranaense prospera e se consolida entre as principais do país

O setor do vestuário tem impulsionado a economia paranaense: é o segundo maior empregador da área industrial do estado. De acordo com dados da
Fede­ração das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), atualmente existem
5,5 mil em­­­presas de segmentos variados – do jeans à moda praia. São
150 milhões de peças produzidas anualmente, que geram um faturamento de
R$ 4 bilhões ao ano. Os números garantem ao Paraná uma posição entre os
quatro principais polos de confecção do país, ao lado de São Paulo,
Santa Catarina e Minas Ge­­rais, segundo o ran­­king da Associação
Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

No entanto, os méritos da moda feita no Paraná vão muito além da confecção em larga escala. O estado conta com um importante diferencial em
relação aos demais polos têxteis do país: a descentralização de sua
produção. Existem indústrias espalhadas por todas as regiões
paranaenses, com destaque para a Região Norte, que concentra 2,3 mil
indústrias, o equivalente a 42% do total encontrado no estado.

Ampliar imagem
Somando-se a esses fatores a alta qualidade das roupas produzidas pelas diversas marcas paranaenses e a capacidade cada vez
maior de lançar tendências, a moda desenvolvida no estado se consolida a

olhos vistos, cenário reforçado anualmente pelo Paraná Business
Collection, que inicia amanhã sua quarta edição. “A virtude do evento
está em reunir, em um mesmo local, pequenas e grandes empresas que têm
como objetivo comum divulgar o que de melhor é produzido em nosso
estado. Os negócios fechados e prospectados são uma decorrência dessa
estratégia”, afirma o diretor-superintendente do Sebrae/PR, Allan
Mar­celo de Campos Costa.

Calcado em duas ações principais – desfiles das melhores marcas e estilistas paranaenses, e showroom de negócios –, este ano o evento ado­­­ta uma nova estratégia para atrair ainda mais o interesse de
consumidores e formadores de opinião: a aposta na força e tradição do
mercado da Região Sul como referência nos lançamentos da moda inverno.
“A imagem do Paraná está fortemente ligada às temperaturas baixas, às
geadas. Origem de um estilo de se vestir que se diferencia de
praticamente todo o restante do país”, diz a jornalista e coordenadora
do evento, Nereide Michel.

Negócios

A comercialização de grande parte da produção, que será apresentada nas passarelas do Paraná Bu­­siness Collection, acontece no showroom de negócios, realizado paralelamente ao evento com o intuito de criar
canais de relacionamento entre micro e pequenas empresas, grandes
grifes, lojistas e representantes co­­merciais. “Que­­re­mos superar os
re­­sultados do ano passado, so­­bre­tu­do porque o ce­nário econômico
mos­­­tra-se mais positivo”, destaca Costa.

O showroom de 2009 gerou mais de R$ 5 milhões em negócios fechados e
prospectados, 10% em média a mais que o valor apurado na segunda edição,
em 2008. Para 2010, com o au­­mento do número de expositores, a
expectativa é de que os negócios gerados no evento ultrapassem os R$ 10
mi­­­lhões. Na análise de Marcos Kos­lov­ski, coordenador do Conselho
Se­­­torial da Indústria do Vestuário da Fiep, este crescimento mostra
que a indústria compreendeu a necessidade de participar de um evento
único no estado. “Nós trabalhamos para que os empresários compreendam
que precisam agregar valor ao seu produto, mostrando que a
competitividade rompeu as barreiras territoriais. O Paraná Business
Collec­tion representa um evento do Paraná e para o Paraná. O aumento da
participação das indústrias sinaliza o amadurecimento do setor”, diz .

Fonte:gazetadopovo.com.br

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Roupa do futuro poderá integrar fibras que funcionam como geradores de energia


Foram criadas nanofibras de PVDF orgânico que transformam a energia utilizada para as esticar ou torcer em electricidade e podem um dia vir a ser integradas nos tecidos, fornecendo energia para alimentar pequenos dispositivos electrónicos portáteis.

No mundo da engenharia a ideia de aproveitar a energia associada aos movimentos mecânicos para produzir electricidade não é nova. Porém, cientistas americanos da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA) podem ter dado um importante passo na direcção de o tornar realidade num futuro não muito distante com a criação das suas inovadoras nanofibras.

Liwei Lin e os seus colegas anunciaram recentemente na revista Nano Letters ter desenvolvido um tipo de fibras nanométricas capaz de aproveitar a energia associada ao seu manuseamento em electricidade. Desta formar o simples torcer e esticar destas fibras de PVDF orgânico permite gerar energia eléctrica - 5 a 30 milivolts e 0,5 a 3 nanoamps.
Dado o seu diminuto tamanho – 500 nanómetros de diâmetro – estas fibras 100 vezes mais finas do que um cabelo humano e com 1/10 da espessura das fibras de tecido convencional podem vir a ser integradas em tecidos. Assim, a roupa do futuro pode, através do simples movimento do caminhar, ser capaz de gerar energia suficiente para alimentar dispositivos electrónicos portáteis.

As nanofibras de PVDF orgânico são flexíveis, relativamente fáceis de produzir e baratas constituindo uma boa alternativa aos nanogeradores feitos de materiais semiconductores como o óxido de zinco, que são mais frágeis e difíceis de produzir em grandes quantidades.

Para além disso a eficiência destas nanofibras é surpreendentemente elevada, “muito maior que os 0,5% a 4% conseguidos pelos geradores feitos de membranas de PVDF e os 6.8% dos nanogeradores de fios de óxido de zinco”, explicou Chieh Chang, que liderou o projecto.


Fonte:g-sat.net

À margem da moda - A Moda Está em Baixa

Carina Casuscelli criou uma marca de roupas para mulheres com nanismo e critica os padrões de beleza
Alex Silva/AE

VAIDOSA - A atriz e modelo Priscila Menucci adora moda mas nas lojas só encontra roupas infantis
À primeira vista, A Moda Está em Baixa é apenas o nome da coleção criada pela estilista Carina Casuscelli, feita exclusivamente para mulheres com nanismo. São roupas descoladas e elaboradas com as medidas apropriadas para quem tem em média 1 metro de altura - umas menos e outras poucos centímetros mais. Mas a grife das pequenas, como as anãs preferem ser chamadas, tem propositalmente duplo sentido: por trás dos modelitos, Carina, que tem em seu currículo prêmios importantes, transformou seu negócio em uma maneira de contestar a camisa de força que a moda impõe à beleza.


"A diversidade feminina é desprezada na moda", ressalta a criadora da marca de 31 anos, que também é atriz e diretora de teatro, videomaker, maquiadora e figurinista. "O padrão de beleza é tão forte que as mulheres não se sentem à vontade com seus corpos e suas características." O resultado disso é a eterna insatisfação. O pior, no entanto, é vivenciado pelas mulheres com deficiência física que sequer são lembradas, uma legião invisível, apesar de ter poder de compra e desejos de consumo.

Para Carina, ao não abrir espaço para essa fatia - que incluem pequenas e cadeirantes, por exemplo - a moda está perdendo a conexão com suas consumidoras. "Muito mais legal do que padronizar, é dar espaço ao que chamo de democratização dos corpos", ressalta a estilista, fã do universo do cineasta Pedro Almodóvar, povoado por personagens excêntricos.

A aposta na inclusão também rende dividendos. A partir da propaganda boca a boca, a marca virou objeto de desejo de mulheres não-portadoras de deficiência e até de homens. Isso mesmo, marmanjos que descobrem as camisetas com estampas estilizadas de anã e passam a desfilar pelas ruas paulistanas sem preconceito. Elas, por sua vez, curtiram tanto a proposta de Carina que abraçaram a causa encomendando modelitos desenhados para qualquer tipo de corpo (e curvas).

A grife surgiu oficialmente no ano passado. Tinha apenas alguns vestidos e camisetas. Mesmo sem ter ponto fixo de venda - pelo menos por enquanto - Carina vende tudo. Em maio, ela se prepara para lançar a segunda coleção, intitulada Cabaré, em um desfile com pequenas e cadeirantes no Teatro Commune.


SUCESSO - A estilista entre suas musas, parceria que rende frutos

MUSA

A modelo número um da marca e musa inspiradora de Carina é a atriz Priscila Menucci, de 34 anos. Amigas de longa data do teatro, Carina começou ajudando-a a escolher roupas, por causa da dificuldade que tinha - e ainda tem - em encontrar peças bacanas que coubessem nos seus 91 centímetros de altura. "O que me salvou foram as roupas infantis quando passaram a ser cópias de modelos de adulto", conta Priscila, que é supervaidosa e nunca sai de casa sem estar nos trinques. "Mas o difícil mesmo é encontrar roupa para sair à noite, porque não dá para usar vestido de boneca com babadinho."

Juntas, as duas amigas começaram a pesquisar sobre nanismo e, com a orientação do médico especializado João Tomazelli, levantaram as necessidades desse grupo. Hoje, mesmo sem dados oficiais, estima-se que 1% da população brasileira convive com o problema. O que representaria quase dois milhões de pessoas. Entre um estudo e outro, aprenderam que as roupas necessitam de um cuidado todo especial.

Anões não podem, por exemplo, usar peças com tecidos que impedem a transpiração, explica Carina. Isso levaria a um superaquecimento corporal, causando pressão alta e taquicardia. Também não é aconselhável vestir peças apertadas, especialmente nas pernas, porque aumenta ainda mais a dificuldade de caminhar nas suas passadas já curtas. Outro problema: por terem medidas bem diferenciadas nos troncos, braços, seios, quadril e, principalmente, bumbum, é impossível padronizar a produção com os tradicionais tamanhos P, M e G.

"A modelagem é exclusiva e feita sob encomenda", avisa a estilista. "Mas do mesmo jeito que adapto para as pequenas, tenho feito para todo tipo de mulher porque esta é uma moda democrática."

E A MÍDIA?

"Não adianta, porém, fazer roupa sem retratar as diferenças também na publicidade", diz Carina. "Mas são poucos os que têm coragem de ir contra a maré".

Um exemplo que deu voz à diversidade foi a grife italiana Nolita que, em 2007, apostou em uma cadeirante e numa fisiculturista como garotas-propaganda. Depois, usou a imagem de uma anoréxica como uma forma de alertar para o problema.

Com a ideia na cabeça e seu projeto embaixo do braço, Carina iniciou uma peregrinação entre empresários da moda e fabricantes de cosméticos para convencê-los a colocar pessoas com deficiência nas campanhas publicitárias. Alguns nem chegaram a atendê-la, outros diziam que não queriam suas marcas associadas a anãs. Outros falavam que era bizarrice. "Até que resolvi ter minha própria grife e transformar minha amiga Priscila no meu maior cartão postal."

Priscila, que é casada e tem um filho de 3 anos, comemora. Além de trabalhar como atriz na Rede Bandeirantes, prepara-se para interpretar no teatro a história real de uma anã que sobreviveu ao Holocausto.

A peça chama-se Lembranças de Perla, deve estrear no segundo semestre e o texto é de Carina.


Fonte:estadao.com.br

Têxtil Gofer e CITEVE desenvolveram meia para futebolistas


A empresa têxtil Gofer, em parceria com o CITEVE - Centro Tecnológico da Indústria Têxtil e do Vestuário, desenvolveu uma meia para futebolistas, optimizada na perspectiva do rendimento desportivo e do conforto, disse, este sábado, fonte do organismo.

O director geral do CITEVE, Braz Costa adiantou que a fábrica da Trofa produziu a meia "através da utilização de fibras especiais e do princípio construtivo da malha".

A meia vai ser apresentada na 17.ª edição do Fórum Têxteis do Futuro, dedicada ao futebol, e que é organizada pelo organismo de Vila Nova de Famalicão em parceria com os promotores do Salão Modtissimo. O evento decorre dias 24 e 25, no edifício de Exposições e Congressos da Alfândega do Porto.

O responsável adiantou que, em exibição estarão, também, caneleiras "high tech" produzidas pela empresa nacional Sakproject, responsável, nomeadamente, pelo desenvolvimento de caneleiras personalizadas, produzidas através de uma tecnologia única, para o plantel do Chelsea FC, entre outros.

No capítulo da arquitectura têxtil, e também através de uma parceria com o CITEVE, as empresas Endutex e Seara vão demonstrar a utilização de telas têxteis para aplicações técnicas em estádios de futebol, recintos desportivos e de lazer (coberturas, decoração).

No espaço do FTF, 17 empresas industriais e uma universidade vão também mostrar os seus desenvolvimentos: são elas, a 4 Teams Sports Merchandising, a Alta Visibilidade, a Biodevices, a Coltec, a Damel, a ERT, a Fallsafe, a Fisipe, a Fitexar, a Foot by Foot, a Gulbena, a Invescorte, a J. Batista, a Lacatoni, a Mácron, a Quirimbas, a Tearfil Textile Yarns e a UBI - Universidade da Beira Interior

Em destaque no certame estarão, ainda, duas exposições, uma com os equipamentos das equipas que competem na Liga Portuguesa de Futebol e outra com equipamentos de selecções apuradas para a fase final do Campeonato do Mundo de Futebol - África do Sul 2010.

Pólos de atracção serão também os stands individuais das representações oficiais do FC Porto e do Benfica, bem como da Tertúlia Sportinguista do Norte.

O gestor salientou que o Fórum quer "sensibilizar os agentes económicos ligados ao desporto para a importância dos têxteis, seja no rendimento desportivo dos atletas ou na variedade de aplicações".

Frisou que, no centro das atenções vão estar, para além dos equipamentos de desporto, outros artigos e produtos técnicos para a prática da modalidade (como as redes ou as coberturas dos estádios, por exemplo), mas também o rendimento do jogador de futebol apoiado pela inovação no equipamento: as novas matérias-primas e a importância dos testes e ensaios de desempenho e conforto.

O programa do evento prevê, na tarde do dia 24, a apresentação e assinatura do protocolo de colaboração entre o Benfica e o CITEVE no domínio da concepção e desenvolvimento e especificação técnica de produto.

Inserido no evento, o Benfica apresenta a sua estratégia de desenvolvimento e produção de "merchandising" made in Portugal. O evento conta com a presença do director de Marca do Benfica, Henrique Conceição, e do Director de Merchandising, José Simão, que, de resto, representarão o Benfica na assinatura do acordo.

O Fórum organiza dia 25 uma Tertúlia sobre "A inovação têxtil e a performance do jogador de futebol", proporcionando uma troca de ideias sobre oportunidades de desenvolvimento e investigação e de negócios na relação entre as áreas do desporto e têxtil.

Participam na tertúlia - moderada pelo jornalista Rémulo Jónatas - Paulo Vilas-Boas, professor da Faculdade de Ciências do Desporto do Porto e especialista em Biomecânica do Desporto; Mário Silva, ex-jogador de futebol (FC Porto, Boavista, Nantes, etc.); Alexandra Araújo Pinho, da administração da empresa LMA; Luís Meireles, CEO da Biodevices; Manuel Serrão (Associação Seletiva Moda); e Fernando Merino (CITEVE). Esta tertúlia, que será, terá lugar no dia 25, pelas 11:00.

O Fórum Têxteis do Futuro é uma iniciativa de estímulo e mobilização para os têxteis técnicos, pensados e feitos em Portugal, que articula e dinamiza num evento bianual, a perspectiva comercial, a investigação e desenvolvimento, o encontro entre a oferta e a procura e o "networking".


Fonte:ojogo.pt

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Marc Jacobs-Collection

videoPara os amantes da moda, eis um desfile surpreendente e fantástico.Espero que aprovem a este vídeo.

Em Portugal - Empresas vão descontar menos pelos empregados

Corte de 1% na contribuição para compensar subida do salário mínimo.

As empresas vão poder reduzir, em um ponto percentual, a taxa contributiva para a Segurança Social sobre os trabalhadores com salário mínimo. Esta é uma medida da Iniciativa Emprego 2010 e cuja portaria foi agora publicada em Diário da República.

Como forma de ajudar à manter os níveis de emprego em Portugal, o programa prevê que as pequenas e médias empresas que tenham ao seu serviço trabalhadores com mais de 45 anos possam continuar a usufruir da redução de 3% das contribuições para a Segurança Social.

Mas a esta junta-se, agora, uma redução de 1%, durante o ano de 2010, sobre os trabalhadores que auferiam a remuneração mensal mínima garantida (450 euros) em 2009, ou os que auferiam salários até 475 euros, resultantes da negociação colectiva, e cujo aumento este ano seja de, pelo menos, 25 euros.

Conjugadas as duas medidas, as empresas podem beneficiar de um descontos de até 4% nas suas contribuições para a Segurança Social, reduzindo-as para 19,75%.

Embora publicada só agora, a portaria tem efeitos retroactivos a 1 de Janeiro e os apoios vão cobrir 14 meses de salários, ou seja, incluem os subsídios de férias e Natal. O pedido tem é de ser feito no prazo de 30 dias. Caso contrário, o empresário terá direito à redução ao período remanescente do ano e a partir do mês seguinte ao da apresentação do requerimento.

Segundo o Diário Económico, a redução dos descontos em 3% pretende chegar a 200 mil trabalhar e vai custar 52 milhões de euros aos cofres do Estado. Já este corte de 1% custará 25 milhões de euros e abrangerá 350 mil trabalhadores.
Estabelece, ainda, a portaria publicada em Diário da República que o direito à redução da taxa contributiva cessa caso ocorra, naturalmente, a cessação do contrato de trabalho ou a entidade empregadora deixe de ter a sua situação contributiva regularizada.

O têxtil e vestuário é dos sectores em que o peso da mão-de-obra de faz sentir de forma mais intensiva e em que o aumento do salário mínimo mais foi contestado. João Costa, presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), lembra que os 25 euros de aumento salarial representam, para cada empresa, um agravamento de custos da ordem dos 5,6% pelo que uma redução das contribuições para a Segurança Social em 1% é algo "curto e insuficiente".

Contudo, também admite que "tudo o que venha aliviar a carga das empresas é sempre bom, mas precisávamos de uma redução mais expressiva". João Costa lembra que a proposta feita ao Governo apontava para uma redução da ordem dos 3%. I.P.


Fonte:dn.sapo.pt

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O presidente pede demissão


Você está contente com sua carreira? A Korn/Ferry, consultoria multinacional de recursos humanos, realizou uma pesquisa com 365 empresas da América Latina, sendo 157 no Brasil, em 2009, e descobriu que 69% dos executivos-chefes gostariam de mudar o ramo de negócios em que trabalham. Em outras palavras, isso significa que mais de dois terços dos empresários entrevistados não estão satisfeitos nos atuais empregos. Agora, a que se deve essa insatisfação? O que leva uma pessoa a desistir da trajetória após dedicar tanto tempo de sua vida em um objetivo profissional?

É provável que a melhor resposta para essas perguntas esteja nos dados apurados em outro estudo – o mesmo que nos leva a concluir que, quanto maior o cargo, maiores as dificuldades para conduzir a administração da sua vida. Essa pesquisa, realizada por economistas e psicólogos da universidade britânica Warwick, também em 2009, mostra que a promoção no trabalho aumenta o estresse em 10%, ou seja, aquele executivo que não está satisfeito com o seu cargo, por pressão da globalização ou por falta de suporte qualificado, tende a aumentar o nível de estresse mental ao ser promovido.

Que a vida é feita de escolhas, todos sabemos, mas que muitas delas podem nos distanciar de nossos objetivos pode não ser uma informação tão conhecida assim. Dedicar tempo demais para a empresa, o trabalho e a carreira pode otimizar suas metas financeira e profissional. Entretanto, como ficam os sonhos e os anseios particulares? O quanto você caminha a cada dia na direção da sua autorealização? Você aproveita o tempo quando está com sua família, ou se torna um invisível, por ficar pensando na reunião do dia seguinte ou na quantidade de e-mails que terá que responder?

A frustração e angústia que esses presidentes sentem podem estar diretamente relacionadas ao fato de não estarem caminhando rumo a sua autorealização. Esses executivos perceberam que, com anos de esforço e dedicação, conseguiram chegar no posto mais alto da companhia, mas lá em cima, muito provavelmente, deram-se conta que tudo isso é só isso! Pelo menos os presidentes, administradores ou CEOs que participaram dos estudos acima. Trabalhar sem ter tempo para os amigos, para os filhos, a família, para o amor, para comemorar as conquistas ou para si mesmo, pode não ser o propósito de todos.

Conheço muitos profissionais que tiveram oportunidade de assumir cargos excelentes, mas que os recusaram. Embora fossem ter novos desafios e ganhar muito dinheiro, eles sabiam que tal recompensa teria um custo muito alto a ser pago: diminuir o vínculo com as pessoas amadas, pois isso faria com que tivessem menos tempo para dedicar aos entes queridos ou a si mesmos. Essas pessoas descobriram que as pequenas coisas da vida são as melhores e, no geral, não têm preço, literalmente. Elas perceberam que não estão aqui por acaso e constataram que algo maior pode ser feito quando vivem sua própria essência. Ao fazermos essa análise, podemos compreender porque não é à toa que muitos CEOs gostariam de trocar de profissão.

Concluísse, então, que os problemas vão além dos dados publicados nas pesquisas. Por muitas vezes, não escutamos o nosso ser e nos deixamos levar pelas metas e objetivos dos outros, de outras empresas, de qualquer um, menos de nós mesmos. Ser presidente, diretor ou gerente, ter casa, carro, dinheiro – aliás, ter tudo isso junto, pois para muitos, só assim é possível ter “qualidade de vida” - não precisa estar diretamente relacionado a não ter mais um momento para dedicar a você, a sua saúde e a sua existência.

O ideal é saber ouvir o administrador da sua vida, ou seja, você mesmo. Descobrir aquilo que realmente te dá prazer e transformar tudo isso em realização, ao mesmo tempo em que trilha o outro caminho rumo à liderança, ao empreendedorismo e objetivos profissionais afins. Caso contrário, quando você chegar lá, pode querer pedir demissão.



*Anderson Cavalcante É administrador de empresas com ênfase em Marketing e MBC pela University of Florida. É empresário e ministra palestra para as maiores empresas do país, que buscam realizar ações lucrativas, porém humanitárias.


Fonte:administradores.com.br

Cresce a oferta de tecnologia italiana nos setores de Tecidos Técnicos e Nãotecidos no Brasil


A Itália promove dia 04 de março, em São Paulo, o Simpósio/ Workshop – Máquinas Têxteis, “Tecnologia Italiana para as Indústrias dos Tecidos Técnicos e Nãotecidos” e a entrega do Prêmio “Italian Textile Technology Award 2009”.

Tecnologia italiana em maquinário para a indústria de tecidos técnicos e nãotecidos

Com números que evidenciam o crescimento das indústrias de máquinas para Tecidos Técnicos e Nãotecidos, o ICE–Instituto Italiano para o Comercio Exterior, numa ação conjunta com a ACIMIT-Associação dos Fabricantes Italianos de Máquinas para a Indústria Têxtil e o Ministério Italiano do Desenvolvimento Econômico, realizam o Simpósio/Workshop – Máquinas Têxteis, dia 04 de março, em São Paulo, com o objetivo de apresentar a tecnologia italiana para o setor, fomentar parcerias e joint-ventures no Brasil.

A manhã do dia 04 será dedicada ao Seminário “Tecnologia Italiana para as Indústrias dos Tecidos Técnicos e Nãotecidos”, seguido de Rodada de Negócios entre empresários italianos e brasileiros. À noite será realizada a entrega do Prêmio “Italian Textile Technology Award 2009”.

Participam do evento 13 empresas italianas fabricantes de máquinas e equipamentos de tecidos técnicos e nãotecidos, que vão apresentar as novidades do setor para empresários brasileiros.


Dados Itália x Brasil

O mercado interno de tecidos técnicos e nãotecidos no Brasil está em crescimento, com cerca de 200 empresas que geram 40 mil empregos diretos e indiretos e produção anual de 462 mil toneladas no valor de 3,9 bilhões de reais, segundo o IEMI-Instituto de Estudos e Marketing Industrial 2008. Neste período foram investidos mais de 160 milhões de reais para aumentar a capacidade e modernizar a produção, valor que corresponde a 4% do faturamento. As exportações totalizaram 269 milhões de dólares.

Segundo dados da ACIMIT, o Brasil ocupa hoje o 4º lugar entre os principais destinos dos produtos italianos de maquinário têxtil. De janeiro a outubro de 2009, a Itália vendeu ao Brasil 29 milhões de euros. Nesse período, os equipamentos mais solicitados pelas indústrias brasileiras foram máquinas para acabamento (30%), acessórios (25%) e de malharia (20%).


Prêmio“Italian Textile Technology Award 2009”

Visando favorecer o intercâmbio e a sinergia entre as Universidades brasileiras, bem como desenvolver projetos para inovação tecnológica e novas aplicações de materiais para a indústria mecanotêxtil, o ICE-Instituto Italiano para o Comércio Exterior e a ACIMIT-Associação dos Construtores Italianos de Máquinas para a Indústria Têxtil promoveram o concurso Italian Textile Technology Award 2009.

A iniciativa teve o objetivo de incentivar estudantes de universidades brasileiras, na área de Tecnologia Têxtil, além de dar à indústria italiana a oportunidade de apresentar a alta tecnologia e inovações de que dispõe para os futuros profissionais do setor. Dirigido aos alunos de engenharia do Centro Universitário da FEI e da Faculdade SENAI/ Cetiqt, a premiação será no dia 04 de março, em São Paulo, em uma cerimônia para convidados.

Os participantes apresentaram uma monografia abrangendo os temas: Inovação técnica na Indústria Mecanotêxtil e/ou Inovação na aplicação de materiais para a Indústria Mecanotêxtil. Como prêmio, duas viagens à Itália para cada uma das universidades, incluindo visitas aos escritórios do ICE em Roma, ACIMIT em Milão e às fábricas do setor, onde poderão conhecer as novas tecnologias que fazem dos fabricantes italianos líderes mundiais no mercado têxtil, além de um curso com duração de uma semana no Politécnico de Milão. A viagem está programada para o mês de março de 2010. Os alunos premiados serão acompanhados por um professor/ coordenador de cada faculdade.


Entidades

ACIMIT-Associação dos Fabricantes Italianos de Máquinas para a Indústria Têxtil
www.acimit.it

Entidade privada que atua em todo o território italiano agrupa a maior parte das empresas mecanotêxteis do país, cuja produção representa 80% de toda produção italiana do setor. A atribuição principal da instituição, que atua há 62 anos, é promover o setor no mundo e apoiar suas atividades, sobretudo no exterior. A ACIMIT fornece, aos empresários estrangeiros, informações sobre a oferta de tecnologia italiana e organiza, para seus associados, todo tipo de atividade promocional (feiras, seminários técnicos, missões à Itália de empresários têxteis estrangeiros, missões institucionais e comerciais, etc). Muitas dessas atividades são realizadas em colaboração com o ICE.

A ACIMIT é também membro da CEMATEX–Comissão Européia dos Fabricantes de Máquinas Têxteis, que reúne mais de 600 empresas na Europa. Uma das tarefas fundamentais da Cematex é a organização do ITMA, a maior e mais importante feira internacional para a indústria de máquinas têxteis.

ICE–Instituto Italiano para o Comercio Exterior
www.ice-sanpaolo.com.br

Instituição do Governo Italiano ligada ao Ministério Italiano do Desenvolvimento Econômico que, com uma rede de 117 escritórios espalhados por 87 países e outros 17 na Itália, promove os produtos, as tecnologias e os serviços italianos no mundo, dando particular atenção aos interesses e às necessidades das pequenas e médias empresas. Também trabalha para estimular o investimento direto italiano no exterior, bem como para atrair investimentos estrangeiros à Itália.


Programa – Simpósio/ Workshop Máquinas Têxteis
Tecnologia Italiana para as Indústrias dos Tecidos Técnicos e Nãotecidos
8h30 Credenciamento
9h00 Abertura dos trabalhos

Diretor do ICE – Instituto Italiano para o Comércio Exterior, Giovanni Sacchi, Cônsul Geral da Itália, Marco Marsilli e representantes da ACIMIT, ABINT, ABIT e SINDITEXTIL

9h20 A Indústria Italiana de Máquinas Têxteis

9h30 Início das Apresentações Técnicas

12h30 Coletiva de Imprensa

13h00 Almoço


Empresas participantes: Bombi Meccanica, Canalair, Comez, Cormatex, Daroitex, Flainox, Hip-Mitsu, Isotex, MCS, Pafasytem, PLM Impianti, ROJ e Technoplants

* inscrições gratuitas através do site www.ice-sanpaolo.com.br/nt&tt


Serviço

Simpósio/ Workshop – Máquinas Têxteis
Tecnologia Italiana para as Indústrias dos Tecidos Técnicos e Nãotecidos 04 de março 2010, às 8:30h
Hotel Caesar Business - Av. Paulista, 2181
www.ice-sanpaolo.com.br

Instituto Italiano para o Comércio Exterior

Departamento para a Promoção de Intercâmbios da Embaixada da Itália

Assessoria de Imprensa

Regina Di Marco rdimarco@uol.com.br
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Silvia Colaianni rm-comunicacao@uol.com.br
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T +55 11 2950.4820

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Fonte:lagazzettaonline.info

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Malharia Diana se transforma num grupo gestor de marcas e passa a se chamar Grupo Diana Têxtil


A Malharia Diana, de Timbó, ao completar 52 anos de tradição no segmento de vestuário, a partir de novembro de 2009, passa a se apresentar ao mercado como Grupo Diana Têxtil, com uma nova concepção de negócio, transformando-se no mais novo grupo gestor de marcas de moda do Brasil. Desde o ano passado a empresa vem fazendo investimentos em posicionamento de marca e revisão de processos com o intuito de reposicionar a empresa e suas marcas no mercado. A marca Malharia Diana, que trilhou o caminho da empresa até agora, passa, nessa nova fase, a ser reconhecida no mercado como Grupo Diana Têxtil e em seu portfólio constam marcas distintas que apresentam as últimas tendências em moda, tanto no masculino quanto no feminino. As apostas são em um produto com maior valor agregado aliado a qualidade que sempre fez parte da trajetória da empresa.

Essas mudanças fazem parte do processo de profissionalização pelo qual a empresa vem passando desde julho de 2008. Neste período, a empresa, que sempre esteve no controle familiar, foi estruturada para as novas exigências de mercado. Foi instituído um Conselho Consultivo e, em seguida, o profissional Ernoe Eger assumiu a direção da empresa como diretor superintendente, e é quem esta à frente nesse novo momento da empresa catarinense.

Cerca de 700 colaboradores, entre diretos e indiretos, foram convidados a fazer parte deste processo de crescimento da empresa. Neste período, cerca de 30% do quadro foi renovado. “A renovação e incorporação de novos talentos faz parte deste processo de mudança de estratégia de qualquer empresa que quer crescer e se consolidar no mercado”, diz o diretor-superintendente. Quem ficou, no entanto, segundo o executivo, incorporou a nova filosofia e está sendo incentivado a colaborar com essa administração: mais moderna e focada em resultados.

Nesta nova etapa da empresa também estão previstos investimentos em melhoria do parque fabril, tecnologia, recursos humanos, modernização e melhoria dos processos. Com esses investimentos, haverá um aumento na capacidade de produção e um incremento de cerca de 15% no número de funcionários até fevereiro de 2010.

Com esta nova concepção de negócio, a empresa projeta crescer 20% ao ano. “É uma previsão bastante otimista, acima da média de crescimento de mercado. Porém, estamos com um novo produto, com maior valor agregado e diferentes nichos a serem conquistados. Por isso, acreditamos que essa previsão é possível”, avalia Eger.

GRUPO DIANA TÊXTIL TEM MAIS DE 50 ANOS DE UMA TRAJETÓRIA DE SUCESSO

O Grupo Diana Têxtil, com 52 anos de atividades ininterruptas, localizado em Timbó/SC, é o resultado do sonho e da visão empreendedora de um idealista chamado Gerold Blaese. O início aconteceu ainda na sua residência, transformando a garagem da casa em uma pequena fábrica de 30 metros quadrados.

Neste local, foram instaladas três máquinas de malharia retilínea e duas máquinas de costura e seus primeiros quatro funcionários começaram a produzir a linha de roupas para bebês. Com o incentivo da esposa, Romilda Blaese e de seus pais, Oscar e Amanda, em apenas dois anos de atividades, o empreendedor mudou a empresa para um novo endereço. Mas, foi em 1975, que foi adquirida a nova sede, onde a empresa funciona até hoje.

O Grupo Diana Têxtil sempre foi conhecido pela qualidade dos seus produtos nesses mais de 50 anos de atividades. Para 2010, a empresa está passando por uma reformulação para atender um mercado mais exigente e moderno. Para isto, estão sendo feitas diversas mudanças, desde layout da marca e redefinição de seus nichos de mercado, como mudanças estruturais na sede.