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quarta-feira, 31 de março de 2010

Empresas dfamilares


O apetite de Abilio Diniz parece não ter fim. Depois de adquirir o Ponto Frio, ficar com o controle das Casas Bahia, fazer aquisições de postos de gasolina e demonstrar interesse por redes de drogarias, o empresário quer agora entrar no varejo de vestuário. Abilio já conversou com executivos da C&A no Brasil e com Flavio Rocha, presidente da Riachuelo. No primeiro caso a conversa nao foi adiante porque o comandante do grupo Pao de Açúcar não se encantou pela rede holandesa. Já com a Riachuelo as conversas chegaram a um estágio avançado, mas a família Rocha, que tem planos de crescimento ousados, não aceitou abrir mão do controle da empresa. Mesmo assim, Abilio segue atrás de novos alvos e deve ter reuniões na próxima semana com executivos de uma grande rede. Procurados, o Pão de Açúcar e a Riachuelo não se manifestaram.

Fonte:portalexame.abril.com.br

Serra anuncia desoneração sobre têxteis e critica concorrência desleal


Governador de SP anunciou redução da alíquota de 12% para 7%.
'Temos que amarrar tênis da competitividade no Brasil', afirmou.

Ao lado do presidente da Fiesp, Paulo Skaf (à esq), o secretário de Desenvolvimento, Geraldo Alckmin e o governador José Serra conversam, observados pelo deputado estadual Barros Munhoz (Foto: Roney Domingos/ G1)
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), anunciou nesta segunda-feira (29) a redução, de 12% para 7%, na alíquota do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para as empresas do setor têxtil. Serra afirmou que o setor é prejudicado pela concorrência desleal com os produtos importados e defendeu mudanças que possibilitem aos produtos brasileiros melhores condições de competitividade.


"Eu não posso, em uma corrida, o adversário com o tênis novinho e bem amarrado e eu com o tênis desamarrado. Ai não dá. Posso até ser melhor corredor, mas com o tênis desamarrado não vai dar certo. Nós temos que amarrar este tênis da competitividade no Brasil", afirmou.

Logo depois do evento, em entrevista, Serra explicou a declaração: "É o problema da desigualdade na competição. Países como a China são useiros e vezeiros nas práticas desleais de comércio e o Brasil ainda não conseguiu se defender à altura, apesar das intenções corretas do governo nessa direção. Ainda temos que fazer mais coisas nessa área", afirmou.


Como fazer

As empresas têm até 30 de abril para procurar a Secretaria da Fazenda paulista e requerer a redução da alíquota. De acordo com o governador, existe compromisso por parte das empresas em repassar a redução para os atacadistas.


Serra afirmou que a medida vai beneficiar um setor que emprega cerca de 500 mil pessoas em São Paulo e que fatura e torno de R$ 28 bilhões por ano, com cerca de R$ 1 bilhão recolhidos em impostos.


"Essa medida não resolve todos os problemas", disse, antes de citar, como itens a serem resolvidos, a carga tributária elevada e as práticas ilegais de comércio contra as quais, segundo ele, o Brasil não se defende tanto quanto necessário.

Serra disse que o trabalhador e o empresário brasileiros hoje são muito eficientes, "mais do que os chineses" e os problemas de competitividade São macroeconômicos.


"Não é porque tem olhinho puxado que tem produtividade maior. Ele se esforçam muito, mas nós temos uma eficiência microecnômica muito grande. Os problemas que nós temos são macroeconômicos", afirmou.


"Portanto, nós temos que ir criando condições em nosso estado - que é o mais industrializado - e em nosso país, que permitam padrões justos de competitividade. Isso é um problema crucial."

Fonte:g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo

Não construa sua carreira pensando em dinheiro


É muito importante nós entendermos que não trabalhamos para a empresa, mas sim, na empresa. Trabalhamos para ganhar experiência, para evoluir como profissional, para fazer cada vez mais e melhor.
Por Marcelo Gonçalves



Não tenho duvida de que muitos de nós já ouvimos dois tipos de conselho no que se refere às nossas escolhas profissionais. O primeiro diz que temos de fazer aquilo que "dá dinheiro"; o segundo, de que o certo mesmo é fazermos aquilo de que gostamos. Diante dessas duas orientações, aparentemente antagônicas, ficamos num dilema: o que devo, afinal, fazer? Ser pobre e feliz, ou rico e amargurado?

O fato, porém, é que as opções não são mutuamente excludentes. Se uma pessoa pensar somente em dinheiro, e em nome da ambição abraçar uma carreira que nada tenha a ver com sua personalidade, é muito provável que ela sequer consiga trilhar o caminho do sucesso. Ao contrário: ela viverá angustiada, e facilmente dará ouvidos aos amigos que lhe dirão que aquele trabalho é pura perda tempo, que ela está desperdiçando seu talento em um lugar que não reconhecer seu valor, que está sendo explorada pela empresa etc.

E, ao dar atenção a essas vozes de desalento e pessimismo, o profissional de fato começa a se sentir injustiçado, prejudicado. Sua reação, então, é colocar o "pé no freio" para não produzir tanto, para gerar menos resultados para a empresa - e nem se dará conta de que, na prática, está bloqueando seu próprio desenvolvimento profissional.

Por isso, é muito importante nós entendermos que não trabalhamos para a empresa, mas sim, na empresa. Trabalhamos para ganhar experiência, para evoluir como profissional, para fazer cada vez mais e melhor.

Além disso, uma remuneração mais alta está necessariamente vinculada à conquista de resultados melhores. Na frase "se eu ganhasse o que você ganha, trabalharia tanto quanto você", temos, implícito, um problema de lógica. Afinal, o que surge primeiro é o bom desempenho, que leva aos ganhos mais elevados, e não o contrário.

É comum os anos se passarem, e o profissional que, no passado, orgulhava-se em "não trabalhar além dos limites", mostrar-se frustrado e insatisfeito, autodefinindo-se como alguém "sem sorte", que não conseguiu se firmar no mercado, progredir, brilhar, ter sucesso.

Sempre que ouço esse tipo de coisa, fico um pouco incomodado. Afinal, um profissional de sucesso certamente sacrificou muitas horas de lazer para poder sobressair e empenhou-se de corpo e alma no exercício da carreira. Reduzir seu brilho a mera questão de sorte é, no mínimo, uma injustiça!

O segredo para conquistar o sucesso não é sorte. Esse segredo reside em colocar toda energia no cumprimento de seus afazeres, e em saber atuar junto com a equipe. Compartilhar com as pessoas os desafios, as experiências e os bons resultados faz toda diferença.

Ao dedicarmos nosso tempo a pessoas que precisam do nosso suporte, também estaremos sujeitos às críticas. Ouviremos que X ou Z "não fariam isso por dinheiro nenhum do mundo", e que você erra por deixar os outros se aproveitarem da sua boa vontade. Bobagem. Se você está ganhando experiência, inclusive em relacionamento interpessoal, tanto melhor!

Por tudo isso, trabalhe como se o dinheiro que recebe hoje não fosse importante. Estude como se dependesse do conhecimento para sobreviver, cultive a empatia com as pessoas e ajude cada um à sua volta a se desenvolver. Com essas atitudes, você logo vai notar que a onda virtuosa criada à sua volta terá reflexos diretos sobre a sua vida - e sobre o seu sucesso, é claro!


* Marcelo Gonçalves é sócio-diretor da BDO, responsável pelo escritório de São José dos Campos.

onte:administradores.com.br


É muito importante nós entendermos que não trabalhamos para a empresa, mas sim, na empresa. Trabalhamos para ganhar experiência, para evoluir como profissional, para fazer cada vez mais e melhor.
Por Marcelo Gonçalves



Não tenho duvida de que muitos de nós já ouvimos dois tipos de conselho no que se refere às nossas escolhas profissionais. O primeiro diz que temos de fazer aquilo que "dá dinheiro"; o segundo, de que o certo mesmo é fazermos aquilo de que gostamos. Diante dessas duas orientações, aparentemente antagônicas, ficamos num dilema: o que devo, afinal, fazer? Ser pobre e feliz, ou rico e amargurado?

O fato, porém, é que as opções não são mutuamente excludentes. Se uma pessoa pensar somente em dinheiro, e em nome da ambição abraçar uma carreira que nada tenha a ver com sua personalidade, é muito provável que ela sequer consiga trilhar o caminho do sucesso. Ao contrário: ela viverá angustiada, e facilmente dará ouvidos aos amigos que lhe dirão que aquele trabalho é pura perda tempo, que ela está desperdiçando seu talento em um lugar que não reconhecer seu valor, que está sendo explorada pela empresa etc.

E, ao dar atenção a essas vozes de desalento e pessimismo, o profissional de fato começa a se sentir injustiçado, prejudicado. Sua reação, então, é colocar o "pé no freio" para não produzir tanto, para gerar menos resultados para a empresa - e nem se dará conta de que, na prática, está bloqueando seu próprio desenvolvimento profissional.

Por isso, é muito importante nós entendermos que não trabalhamos para a empresa, mas sim, na empresa. Trabalhamos para ganhar experiência, para evoluir como profissional, para fazer cada vez mais e melhor.

Além disso, uma remuneração mais alta está necessariamente vinculada à conquista de resultados melhores. Na frase "se eu ganhasse o que você ganha, trabalharia tanto quanto você", temos, implícito, um problema de lógica. Afinal, o que surge primeiro é o bom desempenho, que leva aos ganhos mais elevados, e não o contrário.

É comum os anos se passarem, e o profissional que, no passado, orgulhava-se em "não trabalhar além dos limites", mostrar-se frustrado e insatisfeito, autodefinindo-se como alguém "sem sorte", que não conseguiu se firmar no mercado, progredir, brilhar, ter sucesso.

Sempre que ouço esse tipo de coisa, fico um pouco incomodado. Afinal, um profissional de sucesso certamente sacrificou muitas horas de lazer para poder sobressair e empenhou-se de corpo e alma no exercício da carreira. Reduzir seu brilho a mera questão de sorte é, no mínimo, uma injustiça!

O segredo para conquistar o sucesso não é sorte. Esse segredo reside em colocar toda energia no cumprimento de seus afazeres, e em saber atuar junto com a equipe. Compartilhar com as pessoas os desafios, as experiências e os bons resultados faz toda diferença.

Ao dedicarmos nosso tempo a pessoas que precisam do nosso suporte, também estaremos sujeitos às críticas. Ouviremos que X ou Z "não fariam isso por dinheiro nenhum do mundo", e que você erra por deixar os outros se aproveitarem da sua boa vontade. Bobagem. Se você está ganhando experiência, inclusive em relacionamento interpessoal, tanto melhor!

Por tudo isso, trabalhe como se o dinheiro que recebe hoje não fosse importante. Estude como se dependesse do conhecimento para sobreviver, cultive a empatia com as pessoas e ajude cada um à sua volta a se desenvolver. Com essas atitudes, você logo vai notar que a onda virtuosa criada à sua volta terá reflexos diretos sobre a sua vida - e sobre o seu sucesso, é claro!


* Marcelo Gonçalves é sócio-diretor da BDO, responsável pelo escritório de São José dos Campos.


Fonte:administradores.com.br


É muito importante nós entendermos que não trabalhamos para a empresa, mas sim, na empresa. Trabalhamos para ganhar experiência, para evoluir como profissional, para fazer cada vez mais e melhor.
Por Marcelo Gonçalves



Não tenho duvida de que muitos de nós já ouvimos dois tipos de conselho no que se refere às nossas escolhas profissionais. O primeiro diz que temos de fazer aquilo que "dá dinheiro"; o segundo, de que o certo mesmo é fazermos aquilo de que gostamos. Diante dessas duas orientações, aparentemente antagônicas, ficamos num dilema: o que devo, afinal, fazer? Ser pobre e feliz, ou rico e amargurado?

O fato, porém, é que as opções não são mutuamente excludentes. Se uma pessoa pensar somente em dinheiro, e em nome da ambição abraçar uma carreira que nada tenha a ver com sua personalidade, é muito provável que ela sequer consiga trilhar o caminho do sucesso. Ao contrário: ela viverá angustiada, e facilmente dará ouvidos aos amigos que lhe dirão que aquele trabalho é pura perda tempo, que ela está desperdiçando seu talento em um lugar que não reconhecer seu valor, que está sendo explorada pela empresa etc.

E, ao dar atenção a essas vozes de desalento e pessimismo, o profissional de fato começa a se sentir injustiçado, prejudicado. Sua reação, então, é colocar o "pé no freio" para não produzir tanto, para gerar menos resultados para a empresa - e nem se dará conta de que, na prática, está bloqueando seu próprio desenvolvimento profissional.

Por isso, é muito importante nós entendermos que não trabalhamos para a empresa, mas sim, na empresa. Trabalhamos para ganhar experiência, para evoluir como profissional, para fazer cada vez mais e melhor.

Além disso, uma remuneração mais alta está necessariamente vinculada à conquista de resultados melhores. Na frase "se eu ganhasse o que você ganha, trabalharia tanto quanto você", temos, implícito, um problema de lógica. Afinal, o que surge primeiro é o bom desempenho, que leva aos ganhos mais elevados, e não o contrário.

É comum os anos se passarem, e o profissional que, no passado, orgulhava-se em "não trabalhar além dos limites", mostrar-se frustrado e insatisfeito, autodefinindo-se como alguém "sem sorte", que não conseguiu se firmar no mercado, progredir, brilhar, ter sucesso.

Sempre que ouço esse tipo de coisa, fico um pouco incomodado. Afinal, um profissional de sucesso certamente sacrificou muitas horas de lazer para poder sobressair e empenhou-se de corpo e alma no exercício da carreira. Reduzir seu brilho a mera questão de sorte é, no mínimo, uma injustiça!

O segredo para conquistar o sucesso não é sorte. Esse segredo reside em colocar toda energia no cumprimento de seus afazeres, e em saber atuar junto com a equipe. Compartilhar com as pessoas os desafios, as experiências e os bons resultados faz toda diferença.

Ao dedicarmos nosso tempo a pessoas que precisam do nosso suporte, também estaremos sujeitos às críticas. Ouviremos que X ou Z "não fariam isso por dinheiro nenhum do mundo", e que você erra por deixar os outros se aproveitarem da sua boa vontade. Bobagem. Se você está ganhando experiência, inclusive em relacionamento interpessoal, tanto melhor!

Por tudo isso, trabalhe como se o dinheiro que recebe hoje não fosse importante. Estude como se dependesse do conhecimento para sobreviver, cultive a empatia com as pessoas e ajude cada um à sua volta a se desenvolver. Com essas atitudes, você logo vai notar que a onda virtuosa criada à sua volta terá reflexos diretos sobre a sua vida - e sobre o seu sucesso, é claro!


* Marcelo Gonçalves é sócio-diretor da BDO, responsável pelo escritório de São José dos Campos.

Fonte:administradores.com.br


É muito importante nós entendermos que não trabalhamos para a empresa, mas sim, na empresa. Trabalhamos para ganhar experiência, para evoluir como profissional, para fazer cada vez mais e melhor.
Por Marcelo Gonçalves



Não tenho duvida de que muitos de nós já ouvimos dois tipos de conselho no que se refere às nossas escolhas profissionais. O primeiro diz que temos de fazer aquilo que "dá dinheiro"; o segundo, de que o certo mesmo é fazermos aquilo de que gostamos. Diante dessas duas orientações, aparentemente antagônicas, ficamos num dilema: o que devo, afinal, fazer? Ser pobre e feliz, ou rico e amargurado?

O fato, porém, é que as opções não são mutuamente excludentes. Se uma pessoa pensar somente em dinheiro, e em nome da ambição abraçar uma carreira que nada tenha a ver com sua personalidade, é muito provável que ela sequer consiga trilhar o caminho do sucesso. Ao contrário: ela viverá angustiada, e facilmente dará ouvidos aos amigos que lhe dirão que aquele trabalho é pura perda tempo, que ela está desperdiçando seu talento em um lugar que não reconhecer seu valor, que está sendo explorada pela empresa etc.

E, ao dar atenção a essas vozes de desalento e pessimismo, o profissional de fato começa a se sentir injustiçado, prejudicado. Sua reação, então, é colocar o "pé no freio" para não produzir tanto, para gerar menos resultados para a empresa - e nem se dará conta de que, na prática, está bloqueando seu próprio desenvolvimento profissional.

Por isso, é muito importante nós entendermos que não trabalhamos para a empresa, mas sim, na empresa. Trabalhamos para ganhar experiência, para evoluir como profissional, para fazer cada vez mais e melhor.

Além disso, uma remuneração mais alta está necessariamente vinculada à conquista de resultados melhores. Na frase "se eu ganhasse o que você ganha, trabalharia tanto quanto você", temos, implícito, um problema de lógica. Afinal, o que surge primeiro é o bom desempenho, que leva aos ganhos mais elevados, e não o contrário.

É comum os anos se passarem, e o profissional que, no passado, orgulhava-se em "não trabalhar além dos limites", mostrar-se frustrado e insatisfeito, autodefinindo-se como alguém "sem sorte", que não conseguiu se firmar no mercado, progredir, brilhar, ter sucesso.

Sempre que ouço esse tipo de coisa, fico um pouco incomodado. Afinal, um profissional de sucesso certamente sacrificou muitas horas de lazer para poder sobressair e empenhou-se de corpo e alma no exercício da carreira. Reduzir seu brilho a mera questão de sorte é, no mínimo, uma injustiça!

O segredo para conquistar o sucesso não é sorte. Esse segredo reside em colocar toda energia no cumprimento de seus afazeres, e em saber atuar junto com a equipe. Compartilhar com as pessoas os desafios, as experiências e os bons resultados faz toda diferença.

Ao dedicarmos nosso tempo a pessoas que precisam do nosso suporte, também estaremos sujeitos às críticas. Ouviremos que X ou Z "não fariam isso por dinheiro nenhum do mundo", e que você erra por deixar os outros se aproveitarem da sua boa vontade. Bobagem. Se você está ganhando experiência, inclusive em relacionamento interpessoal, tanto melhor!

Por tudo isso, trabalhe como se o dinheiro que recebe hoje não fosse importante. Estude como se dependesse do conhecimento para sobreviver, cultive a empatia com as pessoas e ajude cada um à sua volta a se desenvolver. Com essas atitudes, você logo vai notar que a onda virtuosa criada à sua volta terá reflexos diretos sobre a sua vida - e sobre o seu sucesso, é claro!


* Marcelo Gonçalves é sócio-diretor da BDO, responsável pelo escritório de São José dos Campos.



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É muito importante nós entendermos que não trabalhamos para a empresa, mas sim, na empresa. Trabalhamos para ganhar experiência, para evoluir como profissional, para fazer cada vez mais e melhor.
Por Marcelo Gonçalves



Não tenho duvida de que muitos de nós já ouvimos dois tipos de conselho no que se refere às nossas escolhas profissionais. O primeiro diz que temos de fazer aquilo que "dá dinheiro"; o segundo, de que o certo mesmo é fazermos aquilo de que gostamos. Diante dessas duas orientações, aparentemente antagônicas, ficamos num dilema: o que devo, afinal, fazer? Ser pobre e feliz, ou rico e amargurado?

O fato, porém, é que as opções não são mutuamente excludentes. Se uma pessoa pensar somente em dinheiro, e em nome da ambição abraçar uma carreira que nada tenha a ver com sua personalidade, é muito provável que ela sequer consiga trilhar o caminho do sucesso. Ao contrário: ela viverá angustiada, e facilmente dará ouvidos aos amigos que lhe dirão que aquele trabalho é pura perda tempo, que ela está desperdiçando seu talento em um lugar que não reconhecer seu valor, que está sendo explorada pela empresa etc.

E, ao dar atenção a essas vozes de desalento e pessimismo, o profissional de fato começa a se sentir injustiçado, prejudicado. Sua reação, então, é colocar o "pé no freio" para não produzir tanto, para gerar menos resultados para a empresa - e nem se dará conta de que, na prática, está bloqueando seu próprio desenvolvimento profissional.

Por isso, é muito importante nós entendermos que não trabalhamos para a empresa, mas sim, na empresa. Trabalhamos para ganhar experiência, para evoluir como profissional, para fazer cada vez mais e melhor.

Além disso, uma remuneração mais alta está necessariamente vinculada à conquista de resultados melhores. Na frase "se eu ganhasse o que você ganha, trabalharia tanto quanto você", temos, implícito, um problema de lógica. Afinal, o que surge primeiro é o bom desempenho, que leva aos ganhos mais elevados, e não o contrário.

É comum os anos se passarem, e o profissional que, no passado, orgulhava-se em "não trabalhar além dos limites", mostrar-se frustrado e insatisfeito, autodefinindo-se como alguém "sem sorte", que não conseguiu se firmar no mercado, progredir, brilhar, ter sucesso.

Sempre que ouço esse tipo de coisa, fico um pouco incomodado. Afinal, um profissional de sucesso certamente sacrificou muitas horas de lazer para poder sobressair e empenhou-se de corpo e alma no exercício da carreira. Reduzir seu brilho a mera questão de sorte é, no mínimo, uma injustiça!

O segredo para conquistar o sucesso não é sorte. Esse segredo reside em colocar toda energia no cumprimento de seus afazeres, e em saber atuar junto com a equipe. Compartilhar com as pessoas os desafios, as experiências e os bons resultados faz toda diferença.

Ao dedicarmos nosso tempo a pessoas que precisam do nosso suporte, também estaremos sujeitos às críticas. Ouviremos que X ou Z "não fariam isso por dinheiro nenhum do mundo", e que você erra por deixar os outros se aproveitarem da sua boa vontade. Bobagem. Se você está ganhando experiência, inclusive em relacionamento interpessoal, tanto melhor!

Por tudo isso, trabalhe como se o dinheiro que recebe hoje não fosse importante. Estude como se dependesse do conhecimento para sobreviver, cultive a empatia com as pessoas e ajude cada um à sua volta a se desenvolver. Com essas atitudes, você logo vai notar que a onda virtuosa criada à sua volta terá reflexos diretos sobre a sua vida - e sobre o seu sucesso, é claro!


* Marcelo Gonçalves é sócio-diretor da BDO, responsável pelo escritório de São José dos Campos.

Fonte:administradores.com.br

segunda-feira, 29 de março de 2010

Dragão Fashion 2010 aquece finanças cearenses


De 25 a 28 de abril ocorre em Fortaleza o evento de moda mais expressivo da Região Nordeste: o Dragão Fashion Brasil.

O evento é alicerçado por uma união de marcas, artistas, criadores e empresas do ramo de têxtil e moda, movimentando uma soma considerável para os cofres cearenses. A expressividade do evento pode ser traduzida em números. Ao longo de dez anos de Dragão Fashion foram recebidos:

- 515.000 espectadores
- 330 estilistas
- 980 modelos
- 5.600 looks
- 44.329 cm² de matéria publicada na imprensa mundial
- 1.020 jornalistas nacionais e internacionais
- 282 patrocinadores

A indústria têxtil é uma das mais proeminentes do país. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção – ABIT, o ramo faturou cerca de R$ 74,5 bilhões, gerando aproximadamente 1,7 milhão de empregos diretos. A edição de 2010 do Dragão Fashion pretende engordar essas cifras. Este será o primeiro ano do Espaço Ceará Business, cuja proposta é ampliar a base de negócios do estado e propiciar oportunidades de comercialização de gêneros dos mercados de design e têxtil.



O evento conta com palestras, oficinas e discussões direcionadas a estudantes de moda, estilistas e profissionais do meio. Uma ampla infraestrutura digital será montada, com espaço destinado ao acesso à internet e à interatividade: a Ilha Digital.

Para incentivar ainda mais as vendas e aquecer o mercado cearense, foi criada em 2007, dentro do Dragão Fashion Brasil, a Casa do Dragão: um espaço reservado a lojistas, artesãos, estilistas e fabricantes regionais.


Looks de Weider Silvério e Walério Araújo – Fotos de Dragão Fashion Brasil

O line up do evento já foi definido e inclui 30 estilistas de diversas partes do Brasil. A edição 2010 do Dragão Fashion Brasil é apoiada pelo Governo Estadual do Ceará e tem patrocínio de Senac e Havaianas.


Fonte:fashionbubbles.com

Preço de roupa não cairá com ICMS menor em São Paulo


Fabricantes negociam redução do ICMS de 12% para 7% em SP; varejo diz que não será beneficiado pela medida e que manterá preços

Marina Gazzoni, iG São Paulo


Enquanto a indústria têxtil negocia a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) com o governo de São Paulo, as grandes redes varejistas discordam da medida e afirmam que ela não deve proporcionar diminuição nos preços de roupas cobrados do consumidor. A alíquota desse imposto é de 12% no Estado atualmente, mas a indústria defende a redução para 7%. No varejo, a tarifa é outra, de 18%.


O Sindicato da Indústria Têxtil do Estado de São Paulo (Sinditêxtil-SP) entregou uma proposta de redução do tributo ao secretário da Fazenda paulista, Mauro Ricardo, no início de fevereiro. A entidade participou de reuniões com a Fazenda para discutir o tema e espera que a medida seja encaminhada à Assembléia Legislativa em 30 dias. “Na última reunião, a Fazenda pediu um adendo da proposta. Incluímos no texto que a indústria fará um esforço para que o desconto no ICMS seja repassado nos preços ao consumidor”, afirma Rafael Cervone, presidente do Sinditêxtil-SP.

O comprometimento da indústria não garante uma oferta de roupas a valores mais acessíveis, já que a formação de preços ao consumidor é feita no varejo. Se depender das grandes redes varejistas, o custo do vestuário não será reduzido, afirma a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abeim), entidade que reúne empresas como C&A, Lojas Renner e Marisa e concentra 25% das vendas do produto no país.


A entidade afirma que não foi convidada a participar das negociações sobre a alíquota do ICMS e que soube do pleito da indústria pela imprensa. Procurada pelo iG, a Secretaria da Fazenda de São Paulo não quis se manifestar.

Débito maior, crédito menor

Além dos custos de produção e da matéria-prima, o preço de uma peça de roupa inclui o lucro dos empresários e os impostos. O varejo se credita do ICMS incidente na indústria e consegue descontar este valor do tributo cobrado na ponta. Por exemplo, se ele paga R$ 100 em uma peça, acumulará um crédito de R$ 12 com a atual alíquota de ICMS no Estado (12%) e pagará 18% de imposto sobre o valor de venda. Com a redução do tributo para a indústria, o varejo se creditará de R$ 7, mas continuará a pagar o mesmo percentual na ponta.

Para a Abeim, a redução do imposto para o varejo ou um sistema de crédito presumido poderia reduzir o preço na ponta da cadeia têxtil. "Se a Fazenda permitisse que o varejo pudesse se creditar de 12% do imposto da indústria, mesmo com a cobrança de 7% do setor, poderia surtir efeito no preço ao consumidor", diz um diretor da Abeim, que pede para não ser identificado.

Pela lógica atual, será mais vantajoso para o varejo comprar de fornecedores com o ICMS maior, se o preço cobrado for o mesmo. “O varejo não pensa em preço nem em imposto, mas no custo da mercadoria para ele" afirma esse diretor." Mesmo se a indústria de São Paulo repassar toda a redução do ICMS, o custo para o varejo será igual e, portanto, não haverá redução de preço para o consumidor." A entidade afirmou ainda que se a indústria paulista não repassar o desconto na íntegra, o varejo aumentará as encomendas de fornecedores de outros Estados, principalmente de Santa Catarina. Hoje, as grandes redes varejistas compram a maior parte das peças de fornecedores de São Paulo e Santa Catarina. “Será um tiro no pé dos paulistas.”


Fonte:/economia.ig.com.br

domingo, 28 de março de 2010

Comprometimento dos funcionários está em crise


Pesquisa mundial aponta que 50% dos funcionários das empresas se declaram completamente sem comprometimento

Estar satisfeito com o trabalho é diferente de se comprometer. E nem todos aqueles sortudos que têm satisfação no trabalho se declaram comprometidos com a empresa. Isso é o que afirma a pesquisa da Right Management, consultoria organizacional especializada em gestão de talentos e carreira. O estudo avaliou aproximadamente 30.000 funcionários de empresas com mais de 50 empregados, em 15 países diferentes, e encontrou preocupantes 50% declarando-se como completamente sem comprometimento.

A diferenciação entre satisfação e comprometimento é feita por Elaine Saad, country manager da Right Management para América Latina. “Trata-se de um comprometimento ativo, para fazer o trabalho da melhor maneira e ajudar a organização a alcançar seus objetivos e estratégias”, afirma.

Além da metade que não se vê comprometida, o estudo dividiu os pesquisados em outras três categorias. Há os que se dizem totalmente comprometidos, 34%. Um outro grupo é formado por aqueles que possuem comprometimento com suas organizações, mas não com seus trabalhos, que chega a 9%. Este tipo de funcionário “se sente confortável a distância, mas reluta em assumir uma função resoluta para obter o sucesso coletivo”, afirma a pesquisa. O último tipo de empregado é o que está comprometido com o trabalho, mas não com a organização. Esses 7% “sentem-se confortáveis em contribuir [com a empresa] de forma significativa, mas não possuem fidelidade com a sua organização e podem desligar-se a qualquer momento”, diz o estudo.

Saad enumera os benefícios de funcionários comprometidos com a empresa: eles têm orgulho das organizações em que trabalham; se apropriam dos projetos; falam de forma positiva sobre si mesmos, empregadores, produtos e serviços que ajudam a fornecer; veem o trabalho pela organização como uma carreira, e não somente um trabalho; e, acima de tudo, têm um desempenho melhor.

Eles querem mostrar serviço

A pesquisa também mostrou a importância do reconhecimento do trabalho do empregado por parte dos líderes. A valorização das ações dos funcionários foi eleita a prática mais eficiente dos líderes para estimular comprometimento. A pesquisa afirma que a liderança pode ter um impacto positivo no comprometimento do funcionário se tiver boas políticas, porque havia correlação entre avaliações positivas de lideranças e fortes demonstrações de comprometimento.

Para gerar comprometimento, além do reconhecimento das ações, os funcionários disseram que trabalhar em uma organização bem-sucedida é um fato importante. Em terceiro lugar de importância vem o desejo de trabalhar para líderes com capacidade para implementar estratégias e obter sucesso. Em último lugar, os funcionários afirmam que poder exercer uma função significativa e ajudar no sucesso da organização também tem importância na hora de se comprometer.

“A conclusão mais importante do estudo é que a liderança que assegurar essas condições será recompensada com níveis altos de comprometimento e desempenho”, afirma Saad.


Fonte:revistapegn.globo.com

sábado, 27 de março de 2010

Sedetec apresenta diagnóstico do setor têxtil e de confecções - SE


Empresários sergipanos participaram da 2ª Reunião do Fórum de Competitividade da Cadeia Têxtil, de Confecções e Calçados de Sergipe, evento coordenado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia e do Turismo (Sedetec). Durante o encontro, a diretora do Departamento Técnico (DET) da Sedetec, Sudanês Pereira, apresentou um diagnóstico efetuado pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) em 34 empresas sergipanas do setor.

O relatório, que mostra as principais necessidades dessas organizações, aponta quatro blocos de demandas: capacitação de recursos humanos; fatores externos à empresa; fatores internos à empresa e tecnologia. Dentro de cada tópico estão fatores como baixa capacitação dos executivos em gestão tecnológica, infraestrutura deficiente; estratégia comercial ineficaz e desatualização da tecnologia empregada na produção.

“Além de mostrar essas demandas, estamos aqui para identificar quais são os parceiros que podem auxiliar na solução desses problemas, a exemplo da parte técnica da própria Sedetec. Os parceiros precisam se somar em itens como a oferta de cursos de capacitação, a prospecção de novos mercados potenciais e a implementação de políticas de incentivo à tecnologia e inovação”, destacou Sudanês Pereira.

De acordo com ela, das 34 empresas diagnosticadas, 26 são do setor de confecções e oito do setor têxtil. “A maioria é micro empresa. São 12 micro, 10 pequenas, nove médias e apenas três grandes”, detalhou a diretora. Essas empresas estão distribuídas nos municípios de Aracaju, Tobias Barreto, Itabaianinha, Lagarto, Estância, Nossa Senhora das Dores, Nossa Senhora do Socorro e Neópolis.

Além da apresentação feita pela Sedetec, quem também trouxe informações para a reunião foi o supervisor nacional de vendas da Sergipe Industrial (Sisa/Nortista), André Góis. Ele fez um breve histórico da fábrica e mostrou como anda o mercado, as dificuldades encontradas e a importância da empresa para o Estado.

“A Sisa é uma empresa com 128 anos de mercado, que figura entre as dez maiores indústrias têxteis do país no setor de cama, mesa e banho. Tem uma importância muito grande para Sergipe em função da quantidade de funcionários que ela tem hoje, pois juntando Nortista e Sisa são 1,4 mil com empregos diretos. Em termos de mercado já ocupamos todo o mercado nacional, tendo representantes em todos os estados; vendemos para as principais redes de distribuição do país e temos um mercado externo, que é mais focado no Mercosul, mas nosso destaque é o mercado interno”, relatou.

Para ele, as recentes medidas adotadas pelo Governo do Estado para incentivar a indústria têxtil durante a crise econômica mundial foram muito importantes para o setor. “Qualquer medida que venha a beneficiar a indústria para que ela possa inclusive se modernizar, investir em tecnologia, é de extrema importância, porque você consegue agregar valor aos produtos, minimizar custos, ser mais competitivo e manter a indústria em funcionamento”, opinou.

O benefício, oferecido em junho de 2009 e válido por um ano, garantiu a redução de 30% da alíquota do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado das empresas. A medida foi adotada como forma de contribuir para a elevação da competitividade do setor. Como contrapartida, o Governo exigiu dos empresários a manutenção dos empregos da atividade durante os seis primeiros meses após a aprovação da medida.


Fonte:faxaju.com.br

sexta-feira, 26 de março de 2010

Portugal - Escassez de mão-de-obra condiciona fixação de fábricas


População activa prefere trabalhar para empresas espanholas.

A escassez de mão-de-obra é um factor que, aliado à interioridade, condiciona a fixação de empresas em Paredes de Coura. Uma fábrica têxtil mudou de concelho depois de há dez anos se ter instalado para laborar com 100 operários e nunca ter passado dos 30.

O presidente da câmara de Paredes de Coura, Pereira Júnior reconhece a existência deste problema, uma vez que a falta de resposta às ofertas de emprego para fábricas que se quiseram instalar naquele município já chegou a "deixar ficar mal" a própria autarquia.

"Tivemos uma industria que veio de Barcelos, a TexMin, e que numa primeira oportunidade pretendia criar aqui cinquenta postos de trabalho e pediu à câmara que lhos garantisse. Passado um ano queria aumentar para o dobro o número de trabalhadores e a verdade é que nós não conseguimos cumprir essa obrigação na medida em que nem conseguimos arranjar os tais 50 postos de trabalho iniciais", declarou o autarca ao Jornal de Notícias, aludindo ao caso da agora extinta empresa TexCoura, que depois de laborar com grande dificuldade durante cerca de dez anos com um máximo de três dezenas de operárias acabou por fechar portas este mês com apenas 23 trabalhadoras.

Pereira Júnior explica esta dificuldade em recrutar mão-de-obra não qualificada naquele concelho com a tendência dos habitantes de Paredes de Coura para procurar emprego "em Espanha ou nas zonas industriais de Vila Nova de Cerveira, onde a maioria dos patrões também são espanhóis e, por isso, pagam mais", e lembra que os níveis de desemprego no que toca ao mercado laboral pretendido por indústrias como a do têxtil e de calçado serão baixos.

"Às vezes não é fácil num escalão etário dos 18 aos 30 anos encontrar gente no desemprego em Paredes de Coura, a não ser aqueles que o queiram. As indústrias mais fortes que estão cá a trabalhar estão servidas", defende, admitindo, contudo, que no caso da TexCoura "se mais trabalhadores houvesse, a fábrica não fechava".

Fracasso

"O trabalho aumentaria e as encomendas aumentariam, mas realmente com tão reduzido número de trabalhadoras não é possível chegar-se a um bom rendimento ou, pelo menos, um rendimento que justificasse o esforço que essa empresa estava a fazer para permanecer cá", adianta.

As diversas medidas adoptadas pela autarquia courense visam proporcionar condições para a instalação de empresas.

Um projecto "totalmente fracassado" é como Francisco Pereira, um dos administradores da empresa TexMin de Barcelos, classifica o investimento TexCoura.

Segundo este, a "muito baixa produtividade" das operárias locais - "enquanto as de Barcelos produzem 100 t-shirts por dia, em Coura nem metade" - e a reduzida oferta de mão-de-obra, terão impedido a continuidade da fábrica de Paredes de Coura.

A TexCoura foi vendida por um milhão de euros a um outro investidor, que manteve os postos de trabalho e irá laborar para a Inditex (Espanha).

No concelho de Paredes de Coura, 43,4 por cento da população está empregada no sector terciário segundo os últimos Censos, de 2001.


Fonte:jn.sapo.pt/paginainicial

Ela líder: o novo perfil de gestão


A mulher tem conquistado cada vez mais espaço no comando das organizações. Confira o artigo do consultor Shinyashiku no Dia Internacional da Mulher.

Uma recente pesquisa realizada pela Sophia Mind, empresa especializada em comportamento e tendências no universo feminino, revelou que as mulheres estão à frente de 52% das micro e pequenas empresas, representando 41% da força de trabalho no Brasil.

Dessa forma, os indicadores só aumentam e comprovam que elas atingiram seus sonhos sem perder a sua essência. Essa particularidade, por sua vez, é adotada pelos homens no ambiente profissional e usada como qualidade fundamental para um líder. A competência feminina se mantém valorizada por atributos que podem aperfeiçoar o trabalho dentro de uma instituição, como a sensibilidade, a intuição, a compreensão, a paciência, o dinamismo, a inteligência emocional, a facilidade de trabalhar em equipe e o cumprimento de prazos.

O estudo ainda revela que 35% das mulheres assumiram a administração da casa, o que pode não ser um dado tão empolgante. A figura da mulher foi culturalmente moldada como aquela que cuida dos filhos, do marido e dos afazeres domésticos. Mas lembre-se, a mulher representa muito mais para o país, ela é uma líder e educadora nata. É ela quem ensina as primeiras palavras ao filho, e é ela que aconselha o marido nos problemas do dia a dia.

Lady Diana é um exemplo de líder que se destacou mundialmente pelo seu trabalho humanitário. Dentre algumas de suas qualidades, a simpatia, simplicidade e sensibilidade são características que fizeram dela a princesa mais querida de todos os tempos. Diana quebrou regras antes jamais ultrapassadas e levou a realeza aos subúrbios do Reino Unido. Conhecida como a Princesa do Povo, Lady Di liderou o envolvimento do Governo britânico ao combate à AIDS. Assim como Diana, muitas mulheres demonstraram o quanto é importante manter o caráter feminino para otimizar a gestão de pessoas e alcançar metas.

Assim, não podemos esquecer o quanto a mulher contribuiu para as modificações no ambiente corporativo, tornando-o mais harmonioso e didático. Vale ressaltar que, quando citamos características femininas ou masculinas, não é o mesmo que falar dos sexos. Uma mulher pode ter aspectos masculinos na liderança de uma empresa, como ser mais racional e focada. O mesmo pode acontecer com o homem, que pode assumir qualidades como compreensão e apoio, provenientes do sexo oposto.

É importante lembrar que o modelo de liderança ideal tende a ser aquele misto, com ambas personificações. É preciso que as habilidades de ambos os sexos se unam para gerar um único modo de liderar, muito mais eficaz e que englobe todas as características exigidas pelas grandes corporações.


Fonte:administradores.com.br

Veja detalhes do planejamento estratégico da Cia. Hering, empresa que se reestruturou e que já está perto de faturar R$ 1 bilhão


UMA AULA DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
O Noticenter disponibiliza abaixo o download do balanço da Cia. Hering na íntegra. O material traz informações completas sobre o desempenho da empresa, detalhando resultados e mostrando como a implantação de estratégias corretas pode proporcionar um forte crescimento dos negócios. A leitura do balanço da Cia. Hering é uma verdadeira lição de gestão empresarial.

Alguns computadores não permitem que o arquivo seja baixado com sucesso. Se você não conseguiu acessar o material, clique aqui e solicite uma cópia.


Carlos Tavares D'Amaral, diretor administrativo da Cia. Hering: empresa não sentiu os efeitos da crise


FATURAMENTO DA CIA. HERING

Ano
Faturamento
(R$ milhões)
Variação
(%)

2005
376,0
-

2006
390,0
+4

2007
442,6
+13,4

2008
629,1
+42,1

2009
876,9
+39,4


Fonte: Arquivo Noticenter



A CIA. HERING EM NÚMEROS

Faturamento de R$ 877 milhões (2009)

Lucro líquido de R$ 114,5 milhões (2009)

5.725 colaboradores

375 lojas no Brasil e no exterior

63,5 mil cartões Hering Store

39,7 milhões de peças produzidas

6,8 milhões de peças adquiridas por outsourcing

15.304 clientes

8 unidades de produção

“Não sentimos a turbulência da crise”. Em um primeiro momento, a afirmação do diretor administrativo Carlos Tavares D’Amaral sugere que, ao contrário de centenas de outras empresas, a Cia. Hering não contabilizou grandes prejuízos durante o período que abalou a economia global. Basta olhar os números de 2009 da companhia, divulgados na semana passada, para comprovar que a crise, de fato, passou longe da indústria blumenauense, uma das mais tradicionais do setor têxtil no Brasil. Pelo contrário. O desempenho da Cia. Hering ao longo dos últimos anos pode ser visto como um grande case de sucesso na área de planejamento estratégico. Perto de faturar R$ 1 bilhão, a empresa vem colhendo frutos de um plano de reestruturação que engloba diferentes ações em várias áreas. Todas as informações sobre essas conquistas estão detalhadas no balanço da companhia, que o Noticenter disponibiliza para download nesta edição.

O balanço consolidado das atividades mostra que a Cia. Hering registrou, em 2009, um faturamento em torno de R$ 877 milhões, crescimento de cerca de 40% em relação ao ano anterior. Há apenas dois anos, o montante correspondia a pouco mais da metade deste valor – por volta de R$ 442 milhões. O lucro líquido somou R$ 114,5 milhões, um acréscimo superior a 200% em comparação com o acumulado de 2008 – R$ 37,7 milhões. Os expressivos resultados só comprovam que, com um bom planejamento estratégico, é possível alcançar o sucesso mesmo em meio às adversidades do mercado.

CRESCIMENTO ANUNCIADO

Em outubro de 2007, Amaral concedeu uma entrevista exclusiva ao Noticenter sobre os projetos que a Cia. Hering planejava pôr em prática para aumentar a produção em 30%. Na época, ele anunciava: “a empresa foi reestruturada e está preparada para crescer”. Passados dois anos, o planejamento estratégico implantado continua a alavancar as vendas da companhia. Em 2009, foram abertas 46 lojas Hering Store no país, três a mais do que o previsto – já são 276 no total. Outras 33 foram reformadas para se enquadrar no novo projeto arquitetônico da rede, que contempla uma arquitetura contemporânea e melhor estrutura para atender um alto fluxo de clientes.

Graças a esses investimentos, que totalizaram R$ 9,3 milhões, as vendas da rede subiram 47,2% no período. “Nós tínhamos um plano de negócios sólido, voltado para o mercado interno”, explica o dirigente. “E o mercado interno reagiu muito bem”, acrescenta. A Cia. Hering encerrou o ano com presença em 15,3 mil pontos de venda, oito unidades de produção e quase 40 milhões de peças produzidas.

MUDANÇA DE FOCO NO MERCADO EXTERNO

Nos últimos anos, as exportações têm representado uma fatia cada vez menor no faturamento da Cia. Hering. Em 2009, as vendas externas responderam por apenas 1,8% da receita, cerca de R$ 15,4 milhões. Além dos problemas com o câmbio, Amaral destaca que os números estão reduzidos porque a companhia decidiu parar de atender marcas de terceiros através do processo de private label. “Acabamos percebendo que isso não agregava valor ao nosso produto”, diz o dirigente.

Apesar de redefinir seu foco de atuação no mercado externo para a comercialização das marcas próprias principalmente na América Latina, o que levou à descontinuação das atividades em franquias localizadas na Arábia Saudita e na Espanha, a Cia. Hering não descarta, no futuro, voltar a aproveitar o potencial exportador. “Antes disso pretendemos sedimentar nossa presença no mercado latino”, antecipa Amaral.

MARCAS QUE MARCAM

As três principais marcas comercializadas pela Cia. Hering apresentaram bons resultados comerciais em 2009. O destaque fica por conta da marca Hering, que registrou crescimento de 50,1% nas vendas graças a uma conjugação de fatores, entre eles o desenvolvimento de seis coleções e o fato de os produtos da etiqueta terem boa aceitação em todas as classes e faixas etárias. Além disso, a realização de campanhas de marketing que exploraram o conceito “Eu uso Hering desde sempre”, com a participação de celebridades, também influenciaram o resultado das vendas.

Já a marca PUC, focada no público infantil das classes A e B, contabilizou crescimento nas vendas de 26,5%. O incremento se explica, em parte, à abertura de 15 lojas e à veiculação de uma campanha de marketing na mídia que destacou os principais atributos das peças PUC. A terceira marca, a dzarm., relançada em agosto e com foco em jovens das classes A e B entre 18 e 28 anos, teve um acréscimo de 14% nas vendas no ano.

PERSPECTIVAS

As expectativas da Cia. Hering para 2010 são otimistas, principalmente pelo fato do cenário macroeconômico estar mais favorável para o segmento de varejo em geral e pela estratégia, que já mostrou ser bem sucedida, de explorar o potencial de crescimento das suas três principais marcas. A companhia pretende encerrar o ano com 325 lojas na rede Hering Store e 76 lojas PUC. Entre 2011 e 2012, a meta é inaugurar pelo menos mais 80 lojas Hering Store no Brasil.
Fonte:http://www.noticenter.com.br

Gestão de Carreira


Consultor da SBA Associados mostra como conversar com o seu chefe sobre um aumento no seu salário.
Veja o passo a passo


Lourival Leonardo Sebastião, da SBA Associados: se mal executada, a conversa pode ser a demissão

LINHA DIRETA
Visite o site da SBA Associados
(47) 3322-0413



O ambiente de trabalho é um fator cada vez mais importante na hora de decidir onde se vai trabalhar. Os bons profissionais levam isso em consideração na hora de decidir mudar de emprego, tentar uma nova vaga ou uma recolocação no mercado de trabalho. Mas, não há como negar, o salário ainda é dos índices que mais pesa. E é inevitável: quando se está insatisfeito com ele, o índice de satisfação cai bastante.

O Noticenter conversou com o consultor da SBA Associados, Lourival Leonardo Sebastião, que deu algumas valiosas dicas para quem quer mostrar que merece algum tipo de valorização pelo trabalho que está executando. Ele lembra que é preciso muito cuidado na hora de ter essa conversa. “Primeiro, você precisa de argumentos. Bons argumentos. Depois, precisa de calma e de um jeito certo de abordar o assunto, para que o pedido de aumento e valorização não termine sendo um pedido de demissão”, afirma o consultor.

SE A EMPRESA TRABALHA COM PLANOS DE CARGOS E SALÁRIOS

Lourival explica que, se a empresa trabalha com planos definidos de cargos e salários, o processo é um pouco mais claro. “Pra começar, o funcionário precisa avaliar o plano da sua empresa. Neste caso, o pedido vai além de um aumento de salário: geralmente vem acompanhado de um aumento na escala dos cargos”, explica o consultor, que comenta ainda que, neste caso, vale uma pesquisa a respeito.

“Quando se tem plano de cargos e salários traçado, é preciso avaliar cada um dos critérios para que o salário aumente. Desde a qualificação acadêmica até o tempo de casa, que são dois dos fatores predominantes. No entanto, se você está a menos tempo de casa do que o necessário, mas já atinge metas de níveis acima do seu cargo, vale uma conversa com o seu gestor”, explica Lourival.

SE A EMPRESA NÃO TEM PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS

Caso a empresa que você trabalha não tenha um plano definido e estruturado de cargos e salários, Lourival aconselha, em primeiro lugar, a pesquisar o mercado. “Converse com colegas que atuam na mesma área de você, com funções semelhantes. Descubra que tipo de benefícios eles tem e se tem os critérios de tempo de serviço e responsabilidades que você tem”, comenta o consultor.

Um parâmetro salarial, mesmo que seja o piso e o teto da categoria, é importante. “Para avaliar a situação que você está, você precisa saber como estão os seus colegas e como está a sua empresa. Pense bem nos resultados que você traz, nas mudanças que já fez. Tente de colocar no lugar do seu chefe e responder, sem presunção, porque você merece este aumento”, diz Lourival.

BUSQUE O FEEDBACK

Uma das ferramentas mais importantes para fazer o seu chefe perceber e valorizar seu trabalho é o feedback. “Cobre isso dele, insista. Para fazer um feedback sobre o seu trabalho, ele, naturalmente, vai poder observar com mais atenção o que você faz e que resultados ajuda a conquistar”, explica Lourival. Ele diz ainda que neste feedback, é importante sempre perguntar no que você pode melhorar, como fazer para atingir um cargo superior ou em que patamar você está para a empresa.

COMO FAZER

O consultor da SBA Associados traçou um passo a passo de como fazer para ter esta complicada conversa com seu gestor. As dicas são simples, mas fazem uma grande diferença na hora de colocar as coisas em prática.

Veja as dicas de Lourival e seus comentários sobre cada uma delas.

1) Pense bem
Antes de ir, de fato, pedir para ter esse tipo de conversa, esteja certo de que você está preparado. Pesquise bem o mercado, veja se você tem motivos para buscar um reposicionamento da empresa a seu respeito. Pense nas conquistas que você teve na empresa, no seu tempo de casa e nas pessoas que trabalham diretamente com você. Esteja certo de que o seu pedido é justo.

2) Não ameace
Em nenhum momento ameace. Não diga que vai pedir as contas, ou que ou as coisas mudam ou você está fora. Se você ameaçar, de uma forma ou de outra sua imagem ficará denegrida. Quem vai pedir um reconhecimento e ameaça, pode estar pedindo sua demissão.

3) Marque um horário
Não abra a porta da sala do seu chefe e perguntando se você pode conversar. Marque um horário conforme a agenda dele. Assim você evita que ele seja interrompido no meio de uma atividade importante e garante que ele tenha disponibilidade de tempo para a conversa. Não tenha pressa. Marque num local reservado. Desligue os celulares e demonstre que você, de fato, se preparou para aquela conversa. Se ele perguntar o assunto da reunião, não o deixe preocupado (lembre-se: não ameace). Diga que você apenas “quer conversar sobre a sua situação na empresa”.

4) Bons pensamentos
Antes da reunião, pense em coisas boas. Não tenha pensamentos ruins. Eles te deixarão com a cara amarrada. Nenhuma reunião é satisfatória quando não se está com uma expressão tranqüila. Leia algo que você gosta, ouça uma música de sua preferência. Sorria. Seja simpático.

5) Comece falando de coisas boas
Utilize a estratégia do positivo-negativo-positivo. Comece falando de coisas boas. Comente há quanto tempo você está na empresa, algumas das suas principais conquistas e alguns resultados obtidos com o seu trabalho. Utilize informações mensuráveis. Compare a realidade do setor quando você chegou e depois das suas realizações. Lembre-se: somos pagos para darmos algum tipo de resultado dentro de qualquer companhia. Mostre com detalhes como sua participação na empresa foi importante. Seja modesto e apenas fale sobre o que você já realizou. Mostre que você se preparou. E, se preciso, leve num papel alguns tópicos.

6) Reconhecimento
Depois de falar dos resultados, diga que por tudo isso você busca um reconhecimento da companhia. Deixe claro se o que você espera é na área financeira ou profissional. Se houver algum reconhecimento verbal do seu trabalho – na reunião ou mesmo antes dela – diga que foi importante ouvir, mas que espera que vá além do verbal.

7) Sempre termine a conversa com coisas boas
Está comprovado que a impressão das pessoas sobre uma conversa se dá sobre a forma como começou ou sobre a forma que terminou. Deixe claro que você não está procurando um novo emprego, que não quer deixar a empresa. Deixe claro que aquele é um pedido de reconhecimento pelos resultados que você ajudou a conquistar e não uma ameaça de deixar a empresa.

8) Não exija retorno imediato
O seu gestor provavelmente foi pego de surpresa com a conversa. Não exija dele um retorno imediato. Se ele perguntar sobre suas pretensões dentro da empresa ou mesmo na faixa salarial, seja sincero – e é bom que você pense nisso antes. Diga que aguarda o retorno o mais breve possível e, se a conversa foi amigável, tente sugerir um espaço de tempo para uma nova conversa.

http://www.noticenter.com.br

Laboratório de Têxteis e confecções do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) poderá fazer testes em airbags


A partir de abril o Laboratório de Têxteis e confecções do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) poderá fazer testes de permeabilidade de ar em airbags, as bolsas de ar que equipam alguns veículos e são infladas em caso de colisão para proteger os passageiros. O IPT adquiriu um aparelho que simula a ação do equipamento de segurança inflando-o e desinflando-o a fim de medir a resistência do material e a sua permeabilidade ao ar. Segundo o instituto, a máquina de testes é primeira do gênero na América Latina.
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Os ensaios serão executados em conformidade com a norma internacional ASTM D 6476:2008 (Standard Test Method for Determining Dynamic Air Permeability of Inflatable Restrain Fabric), específica para os tecidos utilizados nos airbags.

Esses têxteis técnicos que compõem o airbag precisam apresentar alga resistência, estabilidade térmica, boas características de envelhecimento e permeabilidade ao ar. Os tecidos podem ser formados por um único material ou por um composto.

Utilizado atualmente em cerca de 4% da frota nacional de veículos, o airbag será equipamento obrigatório em todos os carros novos até o ano de 2014, de acordo com a lei Lei nº 11.910, de 18 de março de 2009.

Mais informações: www.ipt.br

Fonte:planetauniversitario.com

"25 de Março - SP" Livro mostra que famosa rua é bem mais velha do que parecia


Uma das ruas de comércio mais famosas do Brasil, a 25 de Março, no Centro de São Paulo, completaria nesta quinta-feira (25) 116 anos. Sim, completaria, porque, para a surpresa dos comerciantes, até dos mais antigos da região, um livro que chega às livrarias paulistanas no domingo, Mascates e Sacoleiros (Scortecci Editora, 158 páginas, R$ 30), revela que a rua é bem mais velha. "O primeiro ofício de registro é de 1865. Portanto, a rua tem 145 anos", diz o autor Lineu Francisco de Oliveira, economista e mestre em Administração.


Fruto de uma pesquisa que começou como um trabalho acadêmico, o livro é um apanhado de curiosidades desse tumultuado centro de comércio, que chega a receber nas vésperas de grandes datas comemorativas 1 milhão de pessoas - o suficiente para lotar 12,5 Estádios do Morumbi. Ali, o autor descobre, por exemplo, que o compositor Adoniran Barbosa trabalhou, em 1935, como vendedor e entregador de uma loja de tecido. "O mais intrigante é que ele foi demitido por ter o hábito de atender os clientes batucando no balcão", diverte-se Oliveira. "Mas ele preferia ficar na rua a ficar na loja."


É com a ajuda de detalhes como esse que o autor vai traçando o perfil da região ao longo do tempo. E mostra, assim, que alguns problemas persistem desde os primórdios.



ENCHENTES


A primeira grande enchente registrada na história da região ocorreu em 1.° de janeiro de 1850. Um temporal de seis horas alagou as casas às margens dos Rios Tamanduateí e Anhangabaú. Das 27 casas destruídas, 14 eram de taipa. As consequências das águas foram tão aterradoras que a cidade de Santos ajudou financeiramente a capital na recuperação dos estragos. A Rua 25 de Março começou numa região de Porto (daí o nome de uma de suas travessas, a Ladeira Porto Geral), de onde partiam mercadorias diversas pelos Rios Tamanduateí e Anhangabaú. Depois da grande enchente houve, segundo o autor, a mudança da rota do rio. Mais tarde houve a canalização, concluída em 1914. Mas até hoje a região é vítima das enchentes.


Outro problema é a criminalidade. Quem frequenta a rua sabe que é preciso sempre tomar muito cuidado com a carteira. As calçadas estreitas, tomadas por camelôs, e o excesso de pessoas deixam a via propícia para pequenos assaltos. Em 2006, a Guarda Civil Metropolitana inaugurou um projeto de monitoramento eletrônico, instalado nos pontos de maior incidência de roubos. Na época, Oliveira era gerente de sistemas da Prodam, empresa de processamento de dados, e coordenou a colocação das câmeras de segurança. "A equipe de trabalho foi ameaçada pelas gangues, que chegaram até a cortar os fios do sistema. Tivemos de contar com reforço policial."


Desde o início do século 20, a rua é palco de episódios policiais. Em 1908, o comerciante Elias Farah, dono de uma loja de tecidos, foi estrangulado, esquartejado e colocado dentro de uma mala por um de seus empregados, Miguel Traad, um imigrante árabe de Beirute. O criminoso pretendia jogar o corpo ao mar. Segundo o autor, são os crimes contra a Fazenda Pública que mais preocupam as autoridades atualmente, referindo-se à questão do contrabando, que hoje tem como figura emblemática o empresário chinês Law Kin Chong, multado em R$ 2.436.448 e preso, em 2007.



BONS NEGÓCIOS


A Rua 25 de março é conhecida por ter bons preços. Ali se encontram mercadorias a partir de R$ 1, caso de acessórios para cabelo vendidos nos camelôs. As lojas, porém, vendem de tudo, a preços variados. Cristais para lustres, roupas indianas, tecidos, cortinas e tapetes, entre outros artigos. Segundo dados da Prefeitura, 48% dos compradores gastam até R$ 2,5 mil lá. "A 25 de Março recebe todo tipo de público", diz Camila Abdala, da Loja Doural, com 150 funcionários. "Nossa gama de clientes vai da sacoleira até a madame, que chega acompanhada de seguranças. Ela escolhe e vai embora. A secretária paga a conta e a loja entrega em casa." (Valéria França - AE)


Fonte:cruzeirodosul.inf.br

quinta-feira, 25 de março de 2010

Prêmio Festimalha 2010 abre inscrições


O evento Festimalha anuncia a abertura das inscrições ao Prêmio Festimalha, que busca inovações em design, moda e no desenvolvimento de peças confeccionadas em malha tricô. Os vencedores, que serão conhecidos em 22 de maio como parte da programação da feira receberão incentivos profissionais. Os três primeiros terão direito a frequentar cursos de Moda, pela ordem, na UCS (Universidade Caxias do Sul), na Feevale - Centro Universitário do Vale dos Sinos e no Senac, além de um auxílio de R$ 500,00.


Direcionado aos estudantes de cursos de Moda, Estilismo e Design de Moda, o concurso chega a sua oitava edição, e visa atrair futuros profissionais para o mercado da malha tricô. As inscrições podem ser feitas pelo site da feira (acesse o canal Agenda do GBLjeans) ou por telefone (54 3281-1755) até o dia 10 de abril.


Na 21a edição, o Festimalha reúne cerca de 73 fábricas da cidade de Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul, que comercializam na feira 30% da produção total anual das empresas. A feira, que tem expectativa de receber mais de 80 mil pessoas, será realizada de 06 de maio a 06 de junho no Centro de Eventos de Nova Petrópolis, no bairro Juriti.


Fonte:gbljeans.com.br

Não Tecido


O não tecido trata-se de um tecido que não precisa de tear para ser elaborado, pois sua matéria prima é o polipropileno, e suas fibras são unidas pelo calor, dispensando a fase específica de “tecer”, daí a designação: “NÃO TECIDO”, para quem ainda não conhece este tecido é agradável ao toque e tem a estrutura similar ao papel, mas bem mais maleável e resistente, não desbota, nem desfia.

Conforme a norma NBR-13370, não tecido é uma estrutura plana, flexível e porosa, constituída de véu ou manta de fibras ou filamentos, orientados direcionalmente ou ao acaso, consolidados por processo mecânico (fricção) e/ou químico (adesão) e/ou térmico (coesão) e combinações destes. O nãotecido também é conhecido como nonwoven (inglês), notejido (espanhol), tessuto nontessuto (italiano), nontissé (francês) e vliesstoffe (alemão).

Este material vem sendo utilizado cada vez de maneira mais ampla, até em confecção de peças para o vestuário, com resultado final surpreendente.

Por se tratar de um material aparentemente delicado, a primeira impressão que se tem é de que seja algo frágil, e de difícil manuseio na construção de qualquer idéia, mas alguns de nossos mais importantes estilistas mostraram que não, criando peças incríveis, lindas e práticas, com cara de coisa diferente, ótimas para quem gosta de estar sempre em dia com as novidades.

Algumas aplicações:

*Área doméstica:Forração para carpetes,tapetes,cortinas,decoração de parede,toalhas de mesa.

*Área médico-hospitalar:Produtos descartaveis como máscaras,gorros,aventais,toucas,sapatilhas,ataduras,gazes.

*Área de filtração:Filtração de sólidos(pós),líquidos(óleos,solventes químicos).

*Área automobilistica:Isolação acústica e térmica,base de peças moldadas,carpete de assoalho.

*Área de confecção:Entretelas de modo geral.

*Área de calçados:Palmilhas,forros,biqueira e outros.

*Área de enchimento:Enchimento de colchas,edredons,jaquetas,ombreiras.

*Área de Geotêxtil:Drenagem,estabilização do solo e controle da erosão.

*Área de construção civil:Isolante térmico de teto e parede,ipermeabilização de lajes,telhados e sub-solos.

*Área de móveis e estofados:Proteção das molas dos colchões e estofados,substrato para acabamentos.

*Área de higiene pessoal:véu de superficie de fraldas,absorventes.

O que é Patchwork?


A tradução literal de patchwork é"trabalho com retalhos". É uma técnica que une tecidos com uma infinidade de formatos variados. O patchwork é a parte superior ou topo do trabalho, já que o trabalho completo é o acolchoado , formado pelo topo mais a manta acrílica e o tecido de fundo, tudo preso por uma técnica conhecida como "quilting" ou acolchoamento. Utilizado a Europa nas culturas mais antigas, foi nos Estados Unidos, pela mão de colonizadores ingleses e holandeses, que se tornou mais importante e conhecido. A diferença entre os primerios quilts americanos e europeus (séculos XVII-XVIII) é que eram só de uma cor, utilizando roupas fabricadas e tingidas em casa.Ficaram conhecidos como "whole cloth quilts". Nessa época os tecidos eram escassos e um dos bens mais apreciados devido à dependência imposta pelos ingleses que não permitiam que desenvolvessem industria própria. Estes primeiros quilts eram feitos de retalhos de roupas e os enchimentos de lã, algodão, ou outros tecidos e às vezes até mesmo de cascas de milho ou pedaços de jornal. Afinal a intenção era apenas abrigar-se do frio e tornar a casa mais confortável com o que tinham à mão. Há muito pouco exemplares destes quilts. Os tecidos eram já muito usados e estendiam-se no chão para dormir nas longas viagens ao velho oeste. A situação económica depois da Guerra da Independência (1775-1783) levou a um maior aproveitamento dos tecidos, mesmo nas famílias mais abastadas e habituadas a comprar tecidos importados, que guardavam retalhos de brocados, sedas e veludos. Exemplares de quilts feitos com esses retalhos chegavam aos nossos dias, como testemunho da rica época colonial. Em 1772, estampam-se na Pensilvânica os primeiros "caliços", com estampados pequenos, de flores miudinhas, num processo lento e caro. As placas de cobre que vieram substituir o sistema de estampagem anterior permitiam mais detalhe, mas continua a ser difícil e apenas permitiam a estampagem de uma só cor sobre fundo branco. No início do século XVII começou a estampar-se com rolos, sistema muito mais rápido e que permitiu um grande desenvolvimento na indústria têxtil e nos tintos. Estes e outros factos fizeram com que os anos entre 1830 e 1900 se tornassem um marco na história dos quilts americanos. Começou a trabalhar-se por prazer como expressão artística, sem perder de vista a sua função prática. Os motivos utilizados passam a reflectir a evolução do povo americano- el pino, log cabin, bear's paw.... Há um predomínio de motivos geométricos, mas também se utiliza a técnica de aplicação que consiste em aplicar tecidos de cores sobre uma base lisa, geralmente motivos florais. Fazer quilts passou a ser parte do dia a dia das mulheres que se reuniam, para coser e conversar. O acolchoado era muitas vezes feito por todas. Era obrigatório fazer uma manta (quilt) para o casamento dos filhos e daí a popularidade do motivo "double wedding ring" (anéis de casamento), que consiste em 2 aros entrelaçados. Algumas comunidades religiosas como os Amish ou os Menonitas colaboraram com as suas criações austeras mas belissimas.

Fonte:panopramantas.blogspot.com

Tecidos Verdes


Alguns pesquisadores da Austrália afirmam que logo será possível testar pena de galinha,palha de arroz e outras opções de "tecidos verdes," que poderão vir em qualquer cor, já que o verde se refere a uma nova classe de tecidos ambientalmente corretos, feitos a partir de rejeitos agrícolas.

Anualmente são fabricadas quase 40 milhões de toneladas de roupas sintéticas em todo o mundo. Por sintéticas, entenda-se a partir do petróleo e de seus derivados.

Três pesquisadores do Instituto CSIRO reuniram todos os últimos avanços na química e na nanotecnologia que podem servir de base para a fabricação de materiais ambientalmente corretos, elaborando um arsenal de novas tecnologias que prometem dar um um novo impulso à produção de fibras naturais para a fabricação de tecidos e roupas.

Biofibras
O uso de biofibras produzidas a partir de materiais naturais, como subproduto ou a partir de rejeitos de materiais da agroindústria, teve grande atenção nos anos 1950. O advento das fibras sintéticas, contudo, fabricadas a partir do petróleo, destruiu esses esforços iniciais.

A crescente preocupação com o meio ambiente tem aumentado muito a procura por produtos ambientalmente corretos, o que pode ser suficiente, segundo os pesquisadores, para fazer renascer essa indústria.

Isto graças ao enorme auxílio dos avanços científicos que, nos anos recentes, resultaram em novas técnicas que permitem a utilização desses materiais para a fabricação de roupas que poderão equivaler em conforto e comodidade aos tecidos atuais.

Roupas biodegradáveis
As fontes mais promissoras de materiais para a produção de fibras ambientalmente corretas, segundo os pesquisadores, incluem a queratina das penas de galinhas e o glúten do trigo.

Segundo eles, os avanços na nanotecnologia e nas ligações químicas cruzadas poderão melhorar a resistência e a biodegradabilidade desses tecidos, abrindo caminho para a produção não apenas de roupas biodegradáveis, como também de mobiliários e outros utensílios domésticos.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Escola em São Paulo adianta tendências para 2011


Senac Moda Informação reúne industrias para discutir o que estará nas ruas em breve

Evento terá palestras, discussões, bate papos e paineis de análise do comportamento de consumo para diferentes públicos e segmentos

Antes da temporada dos desfiles brasileiros, que começa em junho, fabricantes de tecidos, zíperes, etiquetas, botões, fios e outras matérias primas exibirão esta semana suas apostas para o verão 2011.

O encontro acontecerá nessa quinta (25) durante o 35º Senac Moda Informação, evento que reúne os principais profissionais do mercado de moda para trocar informações.

Serão realizadas palestras, discussões, bate papos e paineis de análise global do comportamento de consumo para diferentes públicos e segmentos.

As atividades apresentarão informações ao mercado, destacando desejos e principais tendências para os segmentos surfwear, streetwear, infantil, acessórios, jeanswear feminino, moda íntima, moda praia; além do feminino (contemporâneo e jovem) e masculino casual.

Participam Vicunha Têxtil, Audaces, Imetextil, Jetfio, Molina Têxtil, Têxtil Biasi, Teda Tecidos, Nova Giulien, Beretta Rossi, Previtec, Jungersen, Saltorelli, Jacyra Têxtil, Corozita Botões, Sancris, Gitex, Fitas Britannia, Moura Revistas, Capricórnio, Irmãos Perfeito, Eberle Fashion, Newcolor Etiquetas, Dalila Têxtil, Work Aviamentos e Tecnoblu.

Estarão presentes também representantes do SINTEC e ACIA, entidades integrantes ao pólo de Americana (SP), um dos maiores pólos têxteis do país.

Senac Moda Informação
Quinta, dia 25/3
Auditório Simón Bolívar da Fundação Memorial da América Latina: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Portaria 12, Barra Funda, São Paulo
Informações: (11) 2185-9800/ lapafaustolo@sp.senac.br
Inscrições: R$ 810 (divide em duas vezes)


Fonte:entretenimento.r7.com

SANTISTA - Estado do Texas tem US$ 217 milhões em recursos para empresas


A primeira dama do Texas, Anita Perry, anunciou na Fiesp, São Paulo, durante encontro com cerca de 200 lideranças empresariais, que o estado norte-americano possui US$ 217 milhões em recursos do Texas Enterprise Found (TEF), para serem doados a empresas que desejam se estabelecer no estado. O fundo criado em 2003 acaba de doar US$ 1,65 milhão à Santista Têxtil como incentivo à instalação de unidade na cidade de Edimburg. Quando entrar em operação, em aproximadamente dois anos, a unidade da Santista no Texas deverá gerar 800 empregos diretos, segundo informou membro da missão governamental no Brasil.


Entre os empresários esteve Roberto Gianetti da Fonseca, o Embaixador Rubens Fonseca, e o vice-presidente da Cisa Trading, Andrea Guasti. "Atualmente realizamos cerca de US$ 5 bilhões em importações para mais de 200 companhias, entre elas, muitas norte-americanas. Com Texas, pretendemos aproveitar o potencial do pré-sal para importarmos equipamentos para as obras petrolíferas prevista para o pré-sal", diz Guasti. Ele acredita ser possível alavancar mais US$ 6 milhões em importações e, havendo demanda, a Cisa Trading também desembarcará no Texas. "Hoje já iniciamos bons contatos com fabricantes texanos", afirmou.


Em 2009 o Texas figurou entre os 10 estados com menor taxa de desemprego nos Estados Unidos, depois de ter apresentado na última década uma das maiores gerações de empregos no país, enquanto outros oito estados da lista dos 10 maiores fecharam o período com queda no total de postos de trabalho. Somente com os recursos do TEF, o estado injetou US$ 14,2 bilhões em incentivos na economia, gerando mais de 54,6 mil empregos. Exibindo vantagens financeiras , de infra-estrutura e taxas e impostos competitivosa secretária de Desenvolvimento e Relações Internacionais do Texas, Hope Andrade, também visitou o Brasil no ano passado. "Nesta nova visita aos empresários brasileiros, apresentamos além de todas as vantagens já conhecidas, um fato real com a Santista Têxtil", disse a primeira dama do Texas, Anita Perry.


A necessidade crescente de inserção global das empresas brasileiras, sobretudo das pequenas e médias que sofrem com a desvantagem da falta de recursos próprios para tamanha empreitada, pode encontrar providencial apoio com as missões de negócio norte-americanas. Além de orientar e auxiliar no percurso burocrático para a instalação de seus negócios, através da interferência do governo, os interessados podem ter o acesso a apoio financeiro orientado. "Apenas quatro cidades norte-americanas têm mais emprego atualmente do que na recessão de 2006. E essas quatro cidades são Dallas, Houston, Santo Antonio e Austin, todas no estado do Texas", informa a primeira dama.


Líder em Exportação - O estado não tem imposto de renda para pessoa física, oferece isenção de taxas para propriedades verdes e/ou inteligentes, que combatam o desperdício e a poluição; isenção de impostos sobre a circulação de mercadorias e também isenção de impostos para maquinários e equipamentos em utilizados em produção (bens de capital). Outro atrativo é o moderno sistema de transportes tanto no que diz respeito à movimentação de pessoas quanto de mercadorias. Possui o segundo maior sistema de aeroportos nos Estados Unidos, com 27 vôos comerciais, sendo dois vôos diretos por dia do Brasil (para Houston e Dallas).

A malha ferroviária é composta por 45 linhas, onde são transportados mais de 335 milhões de toneladas de produtos por ano. O Texas possui ainda acesso ao pólo industrial no norte do México, através de cinco linhas férreas, e conta com mais de 500.000 quilômetros de auto-estradas públicas, um recorde entre os estados norte-americanos. Com tantos atrativos, o estado se mantém pelo oitavo ano consecutivo como o número um no país em receitas de exportação, na casa dos US$ 168 bilhões. Deste total, US$ 5,6 bilhões resultaram de negócios com o Brasil, o sétimo mercado do Texas para o comércio exterior, especialmente com a venda de produtos químicos, não-máquinas, computadores e produtos eletrônicos, petróleo e carvão, produtos e equipamentos de transporte, nessa ordem.


Fonte:administradores.com.br

INDUSTRIA REJEITA REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA


CNI DIVULGA PESQUISA AFIRMANDO QUE 58,2% DAS INDUSTRIAS BRASILEIRAS, SÃO CONTRÁRIAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA.



Cerca de 48,9 % das empresas entrevistadas, contestam a Substituição Tributária, por produzir efeitos de dificuldades no caixa operacional, reduzindo a margem de Lucro.

O regime de Substituição Tributária, consistem em arrecadar antecipadamente o tributo icms, em tática ostensivamente capaz de desenvolver dentro da cadeia produtiva, meios imperativos de tributar antes mesmo de efetivar as vendas, e também, antes de saber o real valor do preço que a mercadoria está sendo vendida, no consumidor final.

A gana arrecadatória tem sido sentida em vários seguimentos, onde se destaca os medicamentos, combustíveis, têxteis, metalurgicos, automotores e outros.

A substituição Tributária, na maioria dos protudos a que é afeita, os burocratas do governo, determinan unilateralmente valores que tem por base uma espectativa de vendas. Assim, o TRIBUTO é calculado aleatóriamente, produzindo defazagens e injustiças, penalizando o contribuinte, que muitas vezes têm créditos operacional e envolvidos num sisterma tributário confuso e arcaico, deixa de se utilizar de valores pagos indevidamente, tendo portanto que postular juridicamento, ativos circulates que sairam do caixa operacional, em operação governamental tipo SEQUESTRO.


GRANDES PREJUDICADOS


Um determinado comerciante de Tecidos, que compra volumes de peças de tecidos para seu varejo, é penalizado duplamente, vista que, no momentos que o lotes de tecidos entra em seu estabelecimento, já vem embutido no preço da mercadoria os impostos estaduais e federais, calculados pelo valor de venda, que por vezes, jamais será efetivado. O duplo prejuízo em pagar indevidamente um tributo arbitrado de forma empírica, é sobretudo um desfalque no caixa operacional, por fazer face a algo que somente retornará tempos depois, penalizando assim o custo operacional e consequentemente a lucratividade da empresa.

A pesquisa da CNI, retrata a realidade pura, nua e crua de um sistema tributário impróprio, confuso e falido, que produz no contribuinte um desconforto dosado de incertezas, que produzem dificuldades absurdas, para impedir que haja ressarcimento de um direito plenamente competente.

A prática de ressarcimento do imposto pago, entretanto, é demasiadamente burocrática

para permitir a restituição nos prazos consoante disposto na Lei Complementar 87/96,

que em seu Art. 10, dispõe literalmente:

“Art. 10. É assegurado ao contribuinte substituído o direito do valor do imposto pago por força

da substituição tributária, correspondente ao fato gerador presumido que não se realizar.

§ 1º Formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no prazo de noventa dias, o

contribuinte substituído poderá se creditar, em sua escrita fiscal, do valor objeto do pedido,

devidamente atualizado segundo os mesmos critérios aplicáveis ao tributo.”

Nossa sugestão:

Cada empresa treine equipes internas e ou contratem especialistas tributaristas, para a da suporte, adequação e recuperar valores de tudo que fora pago indevidamente.

terça-feira, 23 de março de 2010

Diferenças de perfil entre homens e mulheres


Mulheres e homens são diferentes, isso não é novidade. Mulheres são de Vênus e homens são de Marte. Mulheres são emoção e homens são razão. Por aí vão uma série de definições e separações, que chegam a nos fazer pensar que homens e mulheres são TÃO diferentes entre si como alienígenas seriam diferente de nós humanos.

Bem, se formos considerar aspecto físico e exteriorizações de comportamentos (que são fruto de condicionamento cultural), realmente há muitas diferenças.

Mas, e se olharmos através do perfil comportamental? Em sociedade espera-se que homens exteriorizem um tipo de comportamento e mulheres outro muito diferente, mas serão os dois grupos tão diferentes assim?

Aplicamos um instrumento de Análise de Perfil Pessoal (PPA da Thomas Brasil) em um grupo de 600 pessoas - 300 homens e 300 mulheres) e o resultado foi o seguinte:

1 - Nos quatro grandes grupos de perfil comportamental, (Dominância, Influência, eStabilidade e Conformidade) as mulheres apresentam uma tendência a serem mais influentes e verbais que os homens;

2 - Os homens, por sua vez, mostram uma tendência a serem mais diretos e focados em resultados que as mulheres;

3 - Sob pressão as mulheres têm a tendência a serem ainda mais verbais (não necessariamente comunicativas), enquanto que os homens diminuem essa característica.

4 - Como todo o grupo de amostragem é formado por profissionais que estão no mercado de trabalho, avaliamos também a questão do que chamaremos "mascara profissional coletiva", ou seja, o perfil comportamental demonstrado no ambiente profissional. Essa análise nos mostrou uma tendência à frustração e desmotivação. Aparentemente muitas pessoas no grupo sentem que poderiam contribuir mais do que lhes é permitido. A amostragem é pequena demais para afirmar que isso é um problema no mercado de trabalho. Entretanto a tendência está identificada;

5 - As mulheres tem uma tendência maior a buscar a segurança do "status quo", ou seja, valorizam mais aspectos relacionados à estabilidade, enquanto os homens são mais móveis e ativos (mas não necessariamente mais flexíveis ou adaptáveis, nisso, paradoxalmente, as mulheres levam vantagem);

6 - As mulheres são mais firmes em relação às suas ideias próprias e menos propensas a seguir linhas de procedimento ou padrões pré estabelecidos. A diferença para os homens nesse quesito é pequena, mas ainda assim, paradoxal;

Resumindo: mulheres e homens têm muito mais semelhanças do que diferenças em termos de perfil comportamental. De fato, as poucas diferenças que aparecem no estudo de grupo se diluem completamente quando avaliamos as pessoas uma por uma.

Portanto, ambos têm capacidades similares em termos de perfil, o que faz com que qualquer decisão sobre quem é mais capaz para cargos de gerência, por exemplo, a partir do pressuposto que mulheres e homens são diferentes, é irreal e insustentável.


Edson Rodriguez é especialista em gestão comportamental e profissional, vice-presidente da Thomas Brasil e também autor dos livros Por que alguns vendedores vendem mais que os outros? ; Conseguindo resultados através de pessoas; e Futebol para executivos.


Fonte:administratores.com.br

Professores dos EUA conhecem moda cearense


Estrangeiros ficaram encantados com a riqueza do setor no Estado e a hospitalidade dos cearenses.



Fabricantes de grifes cearenses receberam a visita dos norte-americanos no fim de semana passada para conhecer o diferencial da moda que se faz no Estado.

Os negócios não são o único foco dos Estados Unidos no Ceará. O país norte-americano busca também aprender com os cearenses, especialmente em relação ao mercado da moda. Na semana passada, uma delegação de docentes norte-americanos do curso de moda da Marist College, de Nova York, visitou fábricas de confecção e conheceu o diferencial da moda cearense. O próximo passo será a realização de intercâmbio, envolvendo professores e alunos da escola americana e da Faculdade Católica do Ceará, que fomentou a formação da parceria.

"Além de trabalharmos com a formação de profissionais da moda, também somos maristas. Estas características em comum fizeram com que propuséssemos a parceria ao Marist College", explica a professora Manuela Suassuna, diretora acadêmica da Faculdade Católica do Ceará. Segundo ela, os professores da Marist College entendem a força da indústria da moda do Ceará e demonstraram interesse em conhecer a tecnologia do mercado local.

"Hoje, é inegável que o Ceará é um polo da moda do País. A riqueza do nosso artesanato e a criatividade dos estilistas locais se destacam em todo o mundo".

Mistura de cores

A mistura de cores e o uso de artesanato na moda praia chamou a atenção da comitiva norte-americana. "É impressionante o que o mercado da moda cearense faz com o artesanato da região. Aqui o trabalho artesanal é valorizado na moda, enquanto lá essa mistura fica restrita à sala de aula, não se estendendo ao mercado. Vamos levar essa experiência para os nossos alunos", diz Radley Cramer, diretor do Curso de Moda do Marist College.

Surpresa

Sonia Roy, professora do Curso de Moda na escola norte-americana, a vinda ao Ceará surpreendeu em todos os aspectos. "Viemos sem muita expectativa e voltamos encantados com a riqueza da moda local e com a receptividade dos cearenses". Cramer elogiou a mistura de padrões, estamparias e cores inerentes a moda cearense.

Steven Ralston, diretor do Centro de Comunicação e Artes da Marist College afirmou ter interesse em ampliar a parceria do Marist College com o Ceará. "Começaremos o intercâmbio com os alunos do curso de moda. O próximo será como os professores. Mas também queremos trabalhar na perspectiva da comunicação e do marketing, expandindo a parceria às áreas de marketing e publicidade", antecipou Ralston. A comitiva também visitou a fábrica da Água de Coco, grife cearense de moda-praia e a fábrica da Guararapes, empresa de setor têxtil.

Fonte:diariodonordeste.globo.com

O boommm dos blogs! Tenha o seu também com a cara da sua marca !


Quem não se espanta com a velocidade com que os fatos estão se sucedendo nem com a maneira como o mundo está se tornando mutante, é porque, provavelmente não entende claramente o que está de fato acontecendo. Que mundo é este que empresas com menos de 10 anos valem mais que instituiões seculares ou que estreantes ou start-ups (empresas em fase embrionária) passam do prejuízo ao lucro de milhões com apenas uma nota em um blog?

Entender o mercado, seja ele tradiocional ou em manutenção, sempre foi função de uma disciplina - o marketing.

Alguma coisa está errada na maneira como as empresas atualmente fazem marketing. O consumidor tem a necessidade de falar e, se não for a empresa a primeira a deixá-lo expressar sua opinião a respeito dela, o fará mesmo assim, utilizando outros meios de comunicaão, como um blog, um vídeo postado no youtube ou um simples comentário em um fórum ou podcast.

A eficácia da propaganda tradicional cai ano a ano, a mídia precisa se reinventar e, como ela, toda indústria de comunicação.

Os blogs hoje tem um indíce de aceitação, as vezes até maior que os sites, onde dizem dar maior seriedade a empresa e segurana aos clientes. Acontece que em um blog você expressa com mais rapidez o conceito de seus produtos, comunica-se com seus clientes, fala com mais propriedade além de receber seu feed back quase que imediato.

Um blog a partir das palavras que você usa acaba sendo mais vizado, passando pela varredura semanal do google,qto mais você atualiza mais você ganha pontos com ele, passando na frente de sites estáticos de empresas com muito mais tempo de mercado.

Seu espaço na internet pode ter cara de site e ser um blog, exemplo http://lesmarieacessorios.blogspot.com

ou ainda seu portifólio http://fernandosommer.blogspot.com --- só alguns dos exemplos que pode ser feito na mesma plataforma de blog.... Desenvolvimento econômico / sua marca exposta pro mundo / você mesmo atualiza!


Quer saber mais?

Faça um orçamento sem compromisso. Encaminhe um e-mail com suas dúvidas para

renata@modaebusiness.com

segunda-feira, 22 de março de 2010

Falta trabalhador - Mírian Leitão


Começou a faltar trabalhador qualificado. A indústria da construção pesada está sentindo falta de engenheiros, técnicos e operadores de máquinas. Na tecnologia da informação faltam 100 mil profissionais. Mas há setores que dizem que o país nem voltou ao nível de atividade de antes da crise. O país vive a contradição dessa transição: há setores retardatários e outros onde falta gente para contratar.

A Associação Brasileira de Indústria Têxtil acha que só em 2011 vai recompor as perdas da crise, mesmo crescendo este ano 3% na produção e 6% nas vendas do comércio de tecidos e confecções. O diretor-executivo da Abit, Fernando Pimentel, acha que o setor enfrenta um problema adicional à retração do ano passado: o câmbio chinês.

— Nosso maior problema não é o real valorizado porque ele oscila com as leis do mercado, mas o yuan desvalorizado artificialmente pelo governo chinês. Como os principais importadores do mundo continuam em crise, o mercado brasileiro tornou-se alvo dos produtos asiáticos — disse Pimentel.

Não é o único a ter essa queixa. Mesmo assim, o setor têxtil brasileiro criou 14 mil postos de trabalho nos dois primeiros meses do ano, mais do que todo o ano passado, segundo Pimentel.

O sociólogo José Pastore escreveu um artigo, dias atrás, comemorando e ao mesmo tempo alertando para o risco de falta de trabalhadores qualificados.

— No Brasil é assim, quando o crescimento é de 4,5%, falta trabalhador qualificado, quando é de 5,5% a 6%, como este ano, falta trabalhador de forma geral, qualificado ou não — disse.

No artigo publicado no “Estado de S. Paulo”, Pastore diz que “a média dos salários da construção civil subiu 20% em termos reais nos últimos 12 meses”. Conclui que é um claro sintoma da falta de mão-de-obra.

O diretor do Departamento da Indústria da Construção da Fiesp, Manuel Rossitto, confirma que as empresas estão tendo que qualificar trabalhadores e disse que em algumas áreas o crescimento da demanda é forte. O presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada, Luiz Fernando Santos Reis, disse que o principal problema deles é a falta de formação de técnicos de grau médio.

Pastore conta ainda que geólogos, químicos e tecnólogos estão sendo objetos de “pirataria”: uma empresa fica sabendo da qualidade do quadro da outra e “rouba” o profissional.

Isso não acontece com todos os setores, regiões ou profissões, até porque o país está vivendo essa transição. Saiu de um ano perdido, para outro de forte crescimento. Há setores que pressionam mais.

— O PAC estava quase parado, este ano está deslanchando com algumas grandes obras de engenharia contratando — diz o professor.

A indústria como um todo voltou a crescer, a previsão é de 7% este ano, mas puxada mais pelo mercado interno. A CNI acha que no segundo trimestre chega-se ao nível pré-crise.

— A biruta mudou totalmente em relação a 2009, quando a indústria foi a mais afetada. Ainda não estamos em ritmo frenético, mas o crescimento acontece em vários setores — disse o gerente executivo de política econômica da Confederação, Flávio Castelo Branco.

Mas quem depende do comércio internacional está ainda encrencado. A economia americana está com números positivos de crescimento, mas muito longe do nível de produção, demanda e emprego de antes da crise. As análises de consultores internacionais são de que o G-3, Estados Unidos, Europa e Japão, vai manter um ritmo lento de crescimento. O presidente da Associação Brasileira do Comércio Exterior (AEB), José Augusto de Castro, disse que as exportações brasileiras continuam dependendo das commodities:

— Com a atual taxa de câmbio, infelizmente a exportação de manufaturados tornou-se marginal na nossa pauta de exportações. Não temos preços competitivos e as exportações que acontecem são basicamente entre filiais das mesmas empresas.

Quem está comemorando é o setor do comércio, que acha que vai crescer 9%.

— Para o comércio, é o céu de brigadeiro. O crescimento do primeiro trimestre foi forte, ainda pautado pelos incentivos fiscais. Depois, haverá desaceleração, mas ainda assim teremos um ano bem melhor do que o anterior — diz Carlos Thadeu de Freitas, chefe da divisão econômica da Confederação Nacional do Comércio.

O setor de tecnologia da informação está passando aperto por falta de gente. A Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) acha que este ano haverá falta de 100 mil trabalhadores no setor e isso pode chegar a 200 mil em 2013. O setor tem um ritmo de crescimento muito superior ao resto da economia e o ritmo de formação de novos profissionais em universidades e escolas técnicas é muito baixo.

— Em 2009 tivemos um crescimento de 9% e este ano podemos chegar a 20%. O número de vagas nas universidades federais e escolas técnicas ficou congelado no governo anterior — disse Sérgio Sgobbi, diretor de recursos humanos da Brasscom.

As empresas têm também que investir pelo menos um ano em treinamento, logo após a contratação do técnico, porque a tecnologia muda com muita velocidade.

O volume de crescimento de exportação de softwares impressiona. Em 2008, houve crescimento de 75%, chegando a US$ 2,2 bilhões. Em 2009, saltou para US$ 3 bilhões. A Brasscom quer montar parcerias com o governo para a formação de pessoal.

— Um dos projetos se chama DNA em TI, que vai ser implantado em 71 escolas federais para que os alunos tenham aulas de tecnologia da informação — diz Sgobbi.

Nem bem o país saiu de um problema, já entra no oposto. Nem bem saiu da recessão, já está com dores do crescimento, como a escassez de mão-de-obra.


Fonte:oglobo.globo.com