Baixe grátis - Podcast Os 5 grandes erros cometidos por confecções de roupas

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Sacoleira, a Arma Contra Chineses

A opção por pulverizar as vendas protege as indústrias do polo de moda de Ubá, cidade da Zona da Mata de Minas Gerais, da concorrência dos produtos chineses. O principal mercado das confecções mineiras são as lojas pequenas e médias do interior do Rio de Janeiro, Minas, Espírito Santo e Bahia, enquanto os chineses têm como alvo os grandes varejistas.



"A venda pulverizada, feita principalmente por representantes das indústrias de móveis e sacoleiras, garantiu o desenvolvimento do polo, aliado à questão da qualidade e exclusividade da moda casual", diz a analista do Sebrae-MG e gestora do polo, Eliane Rosignoli de Oliveira. A expectativa é que as 545 empresas instaladas nos 12 municípios do polo tenham um faturamento superior ao alcançado em 2010, de R$ 60 milhões. Elas oferecem 5,3 mil empregos diretos e 5 mil indiretos.



Os empresários Matheus Brasileiro e Rafael Mosqueira entraram no negócio em função de questões ambientais. "A ideologia foi o que mais pesou quando resolvemos abrir a Orgânica Eco ", diz Brasileiro. Ele deixou, no ano passado, um emprego de designer gráfico para produzir cerca de 500 camisetas masculinas por mês, com mensagens sobre o meio ambiente, entre outras. O tecido é fabricado com 50% de algodão e 50% de poliéster feito com garrafas PET recicladas.



A receita mensal da Orgânica Eco gira em torno de R$ 15 mil. "Investimos R$ 20 mil", afirma o empresário. "Fazemos mostruário e atendemos os pedidos por meio das sacoleiras que atuam na Zona da Mata mineira", acrescenta. Como a maioria das confecções da região, a produção é pelo sistema de facção, com os empregados trabalhando em suas residências.



Cristiano Motta abandonou um curso técnico para abrir a empresa de silk-screen em Tocantins. "Aprendi estamparia em casa, com a tia Rosana. Resolvi abrir a Dynamic Designer com tia Helena, que tem boas noções de estamparia", diz. A Dynamic Designer desenvolve e confecciona as estampas de acordo com os pedidos dos clientes. "Ofereço também estampas únicas, personalizadas e exclusivas", afirma.



A Dynamic produz cerca de 1,5 mil metros lineares com estampas diversas e mantém a estamparia com silk-screen para roupas prontas. Este ano, fez um empréstimo de R$ 200 mil no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para comprar equipamentos que vai possibilitar o uso de tecido sintético. Com isso, o número de empregados cresceu, passando de 12 para 19 pessoas. "Vamos dobrar nosso faturamento anual que, em 2011, deve ficar em torno de R$ 500 mil.



A professora de português Eunice Romanholi Menezes deixou a profissão no início da década. Procurou o Sebrae-MG e, após quatro planos de negócios, optou pela confecção. "Em sociedade com meu marido, João Paulo Romanholi, abrirmos a Tilabela em 2006, de moda feminina casual." O casal investiu aproximadamente R$ 60 mil e começou a produzir com um empregado - hoje tem 22 empregados diretos e 30 indiretos, pelo sistema de facção.



Nos últimos dois anos, o crescimento da Tilabela foi superior ao planejado para cinco anos. Em 2010, foram produzidas 10 mil peças. Este ano, até julho, a produção alcançou 12 mil peças. Atendendo lojas do interior do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia, além de Minas Gerais, a Tilabela teve receita de R$ 400 mil no ano passado. Para 2011, a expectativa é de pelo menos triplicar esse valor.



Antônio Celso de Freitas, da Soutache Guimarães Confecções, era representante da indústrias de móveis. "Como minha esposa trabalhava com confecção, começamos a produzir itens de mesa, cama e banho. Trabalhamos um ano na informalidade e, em 1999, entramos no mercado formal", afirma. Com 12 empregados que fabricam cerca de 300 itens, duas lojas próprias em Ubá e dezenas de sacoleiras que vendem os produtos no Sul de Minas Gerais, a expectativa da Soutache Guimarães é de faturar R$ 2 milhões este ano.



Fonte:http://www.valor.com.br/impresso/empresas/sacoleira-arma-contra-chi...


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Conheça cinco alternativas ecológicas para substituir o couro

Materiais podem ser opção para fabricação de cintos e até roupas


Como todos nós sabemos, o couro é a pele de um animal tratada quimicamente. Apesar de ser um material forte e resistente há questões polêmicas envolvidas no uso indiscriminado do couro como a matança de animais e a poluição causada pelos resíduos químicos usados para tratar o couro (muitas vezes eles são nocívos ao meio ambiente).
Selecionamos cinco materiais ecologicamente corretos que podem substituir o couro.

1. Casca de árvore
Editora Globo

É possível usar casca de árvore para fazer tecido. As lascas da madeira das árvores da família Moraceae podem ser tratadas e usadas como tecido. Essa material permite diferentes usos, como cintos e até roupas, já que o tecido é grosso, porém macio.

2. Cortiça
Editora Globo


O tecido de cortiça vem da madeira do carvalho. Além de ser uma alternativa segura para o meio ambiente, esse tecido pode ser uma alternativa ao couro já que pode ser facilmente limpo, é macio ao toque, é a prova d´água e repele poeira.

3. Algodão acetinado
Editora Globo


O algodão polido de alta qualidade tem longa duração e se assemelha à seda. É geralmente usado para colchas, almofadas e lençóis e também pode ser usado em roupas e adornos.

4. Papel
Editora Globo

Se você é um daqueles que realmente amam o meio ambiente e sempre usam produtos ecológicos então, obviamente, sabe da importância e dos benefícios dos produtos de papel. Existem vários produtos que são feitos a partir desse material, como sacolas e cestos, e por ser oriundo das árvores, é uma boa alternativa ecológica.

5. PET
Editora Globo

O polietileno tereftalato, conhecido pela sigla PET, é uma resina de polímero termoplástico da família do poliéster e é usado em fibras artificiais. Como é um produto que pode ser reciclado mais de uma vez é, sem dúvida, uma opção mais ecológica do que o couro. O poliéster é usado em vários produtos como roupa de cama, almofadas, tapetes, entre outros. 


FONTE: Galileu

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Jeans Claro – Como Usar


Os jeans de lavagem clara estão de volta ás vitrines como todo verão. Com as tendências que remetem aos anos 70, ele está mais em alta do que nunca. A cor do jeans quando clara fica perfeita para ser usado com as estampas e texturas que serão os hits da estação, como o floral, o estilo  ciganinho e a renda. Fica fácil combinar também com o couro e tecidos em tons terrosos além de neutralizar com a combinação color block em calçados e bolsas. Para as que querem ousar um pouco mais,  o jeans x jeans também vai ser uma ótima opção para o verão. Você pode optar em partes de cima e de baixo do mesmo tom, ou misturar com tons escuros. Super moderno e a cara do verão.

Seguro para desempregado é limitado a ida a entrevistas

O governo federal criou novas regras para limitar o pagamento do benefício do seguro-desemprego. Em São Paulo, já está sendo implementado o sistema: o trabalhador, quando for pedir o benefício, receberá até três cartas de recomendação de emprego. Se faltar às entrevistas ou recusar a vaga, sem justificativa, terá o seguro-desemprego suspenso.

Para recusar as propostas de emprego, que deverão ser compatíveis com a função do trabalhador e com salário igual ou maior que o anterior, o desempregado poderá alegar doença, que está fazendo curso profissionalizante (para exercer novo cargo) ou dificuldade de locomoção.

A nova regra começou a ser aplicada em setembro do ano passado na Paraíba e chegará a todo o país até o fim do ano, segundo o Ministério do Trabalho. Hoje, não há exigência de entrevista de emprego nem curso de qualificação para receber o seguro.

O tempo de liberação do benefício continuará de 30 dias após o pedido. Durante o recebimento, o trabalhador também poderá ser chamado para entrevistas de emprego.

O objetivo, segundo o Ministério do Trabalho, é coibir fraudes e facilitar a recolocação dos trabalhadores.

Segundo o advogado Paulo Sérgio João, da PUC-SP, há desempregados que atuam como autônomos só para se beneficiar da lei. As centras sindicais não comentaram.

MARIA APARECIDA SILVA
DO "AGORA"

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Bermudas Anticelulites estão na Moda, mas "Não Fazem Milagres"

Bermudas anticelulite prometem reduzir os furinhos indesejáveis com o mínimo esforço
Além dos procedimentos com alta tecnologia, realizados nas clínicas de estética, e dos cosméticos – velhos conhecidos – as mulheres agora contam com um novo aliado contra a celulite: as bermudas desenvolvidas para auxiliar os tratamentos desse problema normalmente aterrorizante para as mulheres.

Nos últimos três meses houve uma verdadeira revolução na indústria. Cerca de 85% das marcas de lingerie e roupa íntima que investiram nesse tipo de produto lançaram seus modelos – que variam entre bermudas, corsários e leggings. No entanto, diante de uma alternativa que promete mudança sem esforço, é impossível não questionar: Será que funciona mesmo? Essa é a pergunta que vem à cabeça quando estamos na loja, a um passo de investir o dinheiro em algo tão novo e, para muitos, completamente desconhecido.

Para esclarecer o dilema, UOL Estilo ouviu a opinião de três dermatologistas – especialidade médica que geralmente trata dos indesejáveis furinhos, que comprometem tanto a estética.
Entenda como funcionam as bermudas anticelulite
Mecanismo de ação
Essas bermudas, assim como as corsários e calças leggings com mesmo efeito, prometem agir basicamente através da oclusão (manter a região coberta potencializa o efeito do tecido e de cremes que devem ser passados antes) e ação lipolítica (queima de gordura) e da ação drenante (estímulo da circulação local), por conta de uma tecnologia do tecido, que absorve o calor do corpo mandando-o de volta à pele na forma de raios infravermelhos – esses raios estimulam a circulação local favorecendo a queima de gordura e, consequentemente, melhorando os sinais de celulite.

Mas parece que não é tão simples assim, trata-se de um mecanismo complexo. “A celulite é um problema que se instala no subcutâneo, uma camada mais profunda. E o grande desafio de qualquer tratamento é justamente a penetração dos ativos a esse nível. E não há pesquisas científicas que mostrem que as bermudas conseguem fazer esse transporte”,alerta a dermatologista Daniela Nunes, diretora da Clínica Slim Clinique, do Rio de Janeiro.
Entendendo o tecido
Os fabricantes garantem que o tecido contém tecnologia e ativos que auxiliam melhorando a circulação no local. “Essa melhora é momentânea, ocorre apenas durante o tempo de uso, mas não significa que trará resultados a longo prazo. A bermuda não faz milagres, o pilar do tratamento é controle de peso, atividade física e tratamento com radiofrequência e ultrasom”, esclarece o dermatologista Jardis Volpe, de São Paulo.

“Esse tipo de bermuda potencializa a microcirculação principalmente durante uma atividade física, o que auxilia a queima de gordura. Mas mesmo durante o exercício é discreto o resultado, em uma escala de 0 a 10, o efeito chega a 2, no máximo”, acredita o dermatologista Marcelo Bellini, diretor da Clínica Corpo em Evidência, de São Paulo, e membro da Academia Americana de Dermatologia.
A oclusão
Mesmo sendo um procedimento clássico da dermatologia, para potencializar o efeito de tratamentos tópicos, a oclusão (recurso usado para cobrir a região tratada para melhorar a absorção dos princípios ativos), ainda divide a opinião dos especialistas. “Utilizar a bermuda após a aplicação de formulações contendo cafeína, silício orgânico, tiratricol, lipocidina e flavonóides – ativos presentes nos cosméticos que previnem e amenizam a celulite – certamente vai favorecer a penetração dessas substâncias. Mas, claro, cremes e bermuda funcionam apenas como auxiliares no tratamento da celulite leve, como os graus 1 e 2. E mesmo assim precisam ser associados a dieta e atividade física regular”, ressalta Bellini.

“Se a simples oclusão fosse algo importante, bastaria andar com um plástico de PVC no abdômen. A oclusão causa uma transpiração excessiva com perda de água e não de gordura”, destaca Daniela Nunes. “Para potencializar a ação dos cremes lipolíticos e melhorar a penetração na pele recomendo uma esfoliação antes de aplicar o cosmético e depois, uma oclusão com uma bermuda de compressão leve, que pode ser simplesmente modeladora”, relata Jardis Volpe.
O calor
Como já foi dito, as bermudas anticelulite prometem utilizar o calor do próprio corpo, através da tecnologia do tecido, e devolvê-lo à pele na forma de raios infravermelhos, que têm o poder de amenizar os sintomas da celulite, por estimular a circulação favorecendo a queima gordura e reduzindo medidas, além de trazer alívio muscular. “O calor causa vasodilatação e aumenta a circulação, melhorando a falta de oxigenação, já que a pele com celulite tem menos oxigênio. Mas daí a dizer que esse calor quebra gordura, isso não tem comprovação científica”, ressalta Jardis Volpe. Concorda com o colega, a dermatologista Daniela Nunes. “Não acredito no potencial de queima de gordura através do tecido. O processo de acelerar o metabolismo é complexo e, na prática, difícil de perceber com redução de medidas significativas”, diz a médica.
Anvisa A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, informou por meio de resolução, que as propriedades térmicas dosfios têxteis – utilizados para a confecção das bermudas – com registro na Anvisa, devem ter efeitos concretos de embelezamento, correção estética ou terapêuticos. O mesmo vale para os produtos finais, confeccionados com esses fios (no caso, as bermudas propriamente ditas) - a Anvisa avalia os requisitos essenciais de segurança e eficácia, que são comprovados pelo fabricante, e só registra o produto diante de comprovação de tudo que é prometido.
 
Foto 1 de 6 - Bermuda Alta Anatômica com Abertura, Hope. É modeladora, tem cintura alta e presilhas reguladoras que podem ser presas ao sutiã dando maior conforto e segurança. Tem modelo anatômico e abertura inferior. O reforço das laterais e da barriga é feito com um fio inteligente, que absorve o calor do corpo, que é refletido sob forma de raios infravermelhos, o que promove a bioestimulação do metabolismo reduzindo os sinais de celulite e a fadiga muscular.
 
Foto 2 de 6 - Invel Actiive Shorts (anticelulite). Esta marca foi a pioneira no segmento, reinando sozinha durante seis anos no mercado brasileiro. Sua tecnologia promete atuar como coadjuvante no combate à celulite localizada, de graus 2 e 3, conforme escala Curri, melhorando o aspecto da pele. Para isso é preciso usar 8 horas diárias, por 60 dias. O tecido contém um mineral inorgânico, com alto grau de pureza, que garante a irradiação do infravermelho longo de forma segura e eficaz, o que lhe permite melhorar a microcirculação sanguínea, reduzindo a celulite, pois o local terá mais oxigenação e aumento da circulação de sangue de forma homogênea. Tem validade de 24 meses, a partir do primeiro dia de uso. Esses benefícios foram comprovados em teste com mulheres que utilizaram o produto durante um período e carga horária diária, recomendados pelo fabricante
 
Foto 3 de 6 - Bermuda Redutora, Trifil. Confeccionada com um fio especial que contém cristais bioativos - essas partículas absorvem o calor do corpo que retorna à pele em forma de raios infravermelhos longos. Essa tecnologia permitiu o desenvolvimento de peças sem costura capazes de diminuir os sinais de celulite, reduzindo as medidas e melhorando a aparência da pele. As peças são suaves e discretas sob a roupa. Os benefícios prometidos foram comprovados em teste com mulheres que utilizaram o produto durante um período e carga horária diária, recomendados pelo fabricante.
 
Foto 4 de 6 - Bermuda Alta com Alça Slim, Lupo. Confeccionada com um fio especial de microfibra de poliamida que contém cristais bioativos em seu DNA, a marca promete reduzir até um grau da celulite, conforme escala Curri, em 60 dias de uso, desde que seja usada por seis horas diárias, no mínimo. O calor do corpo entra em contato com o tecido que emana cristais bioativos. Assim, o calor é devolvido ao corpo na forma de raios infravermelhos longos, ativando a microcirculação e diminuindo os sinais da celulite.
 
Foto 5 de 6 - Bermuda Alta Biofir Scala. Confeccionada sem costura e com um fio especial que contém cristais bioativos. Esses cristais absorvem o calor do corpo mandando-o de volta em forma de raios infravermelhos. A marca promete melhorar o aspecto da celulite através da microcirculação local e drenagem das células, que é resultado da ação do infravermelho. Esses benefícios foram comprovados em teste com mulheres que utilizaram o produto durante um período e carga horária diária, recomendado pelo fabricante
 
Foto 6 de 6 - Bermuda Corsário Biomoderna, Cinta Moderna. É modeladora e confeccionada com o mínimo de costura para não marcar o corpo. Seu tecido, de média compressão, permite alta capacidade de respiração e sensação de frescor e bem-estar. Além de ter propriedades bioestimulantes, o que significa ter efeito de estimular uma drenagem local, que é justamente o que favorece a redução dos sinais da celulite

Fonte:|http://estilo.uol.com.br/beleza/ultimas-noticias/redacao/2011/09/27...

Atletas do Barça Usam Balança e Provam Falha em Camisa da Nike

Os jogadores do Barcelona reclamaram da nova camisa do clube e disseram que o uniforme fica mais pesado com o andamento da partida, conforme publicou o jornal espanhol "El País".
Os atletas notaram algo de diferente antes mesmo da temporada oficial começar, quando ainda faziam amistosos nos Estados Unidos. Como a reclamação não surtiu efeito, trataram de levar já com o Campeonato Espanhol em andamento uma balança no vestiário e pesaram a camisa, que se mostrou 300 gramas mais pesada e chegou a meio quilo.
O argentino Lionel Messi, principal jogador do Barcelona, durante partida contra o Atlético de Madri
Para o diário espanhol, a Nike diz que já foi informada sobre a queixa e que irá arrumar o defeito "em duas semanas". Na apresentação do novo uniforme, a empresa havia dito que o tecido Dri-FIT ajuda a evaporar rapidamente o suor "e ajuda a manter seco e cômodo em todo momento".
Ainda conforme o "El País", os jogadores preferem não falar publicamente sobre o assunto.
Na loja oficial do clube, a camisa é vendida a 95,99 euros (cerca de R$ 240).
Fonte:|http://www1.folha.uol.com.br/esporte/981323-atletas-do-barca-usam-b...

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Moda Infantil em Alta


A moda infantil está em alta, cada vez mais as marcas tradicionais lançam linhas exclusivas para crianças. E se para as mães já era difícil resistir à tentação de comprar, agora elas têm a desculpa perfeita: deixar os pequenos ainda mais lindos e fo­finhos.

Há pouco tempo, as roupas para crianças eram feitas apenas para proteger, agora também são fashion

Um vestido de 30 cm com uma estampa meiga, uma mini bermuda cargo xadrez superdescolada, um trench coat estiloso em miniatura, um tênis colorido que cabe na palma da mão. Quase impossível resistir às roupinhas de criança! Até mesmo quem não tem filho se encanta. E o mercado da moda, nacional e internacional, já percebeu isso e resolveu se divertir (e lucrar) com o universo infantil. O principal objetivo, além de aumentar as vendas, é criar uma relação de fidelidade fashion enquanto os futuros clientes ainda usam fraldas! Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT), Aguinaldo Diniz Filho, esse movimento ocorre em todo o mundo. “Estilistas de renome, que investiram durante anos para construir suas grifes, buscam um modo de ampliar seu público. A solução mais óbvia é conquistar os fi­lhos dos clientes ­fiéis”, resume.

Fora do Brasil, enquanto o mercado de luxo ainda se recuperava da crise econômica, grandes marcas se deram conta de que as pequeninas mas encantadoras peças de roupa poderiam ser um negócio promissor.

Grifes como Burberry, Armani e Stella McCartney já atuavam nesse segmento, mas o entusiasmo do mundo da moda pelas roupas de criança ganhou força em 2011. A Gucci criou uma linha completa para bebês e crianças de 2 a 8 anos com preços que variam de US$50 a US$3.550. E em junho, durante os des­files da coleção Resort, a maison francesa Lanvin apresentou 25 peças destinadas a meninas de 4 a 10 anos. Inspirado nas criações infantis da própria Jeanne Lanvin ainda no começo do século 20, Alber Elbaz diminuiu a escala de suas assinaturas e deu vida à Lanvin Petite.

Donatella Versace também ampliou os domínios da marca italiana e lançou, nesse mesmo mês de junho, no Palazzo Corsini, em Florença, a Young Versace. “Somos conhecidos por nossa estética mais rock 'n' roll, que pode ser ousada, mas não necessariamente sexy ou inapropriada”, disse a estilista no lançamento.

Na prática, isso significa vestidinhos de um ombro só para meninas e camisetas com estampas de moicanos mirins para os meninos. Segundo o CEO da marca, Gian Giacomo Ferraris, a expectativa é de que a linha infantil represente 10% das vendas da companhia em cinco anos.

No Brasil e, principalmente na cidade de Gaspar-SC, considerada a capital da moda bebê e infantil, o mercado nesse segmento também está aquecido. De acordo com pesquisas do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI), a produção de vestuário para bebês e crianças cresceu, em número de peças, 55%. E em valores nominais, 98%.

Em 2011, o faturamento desse setor, que hoje representa 24% de toda a produção de vestuário no Brasil, deverá chegar a R$ 22 bilhões com uma produção de 1,7 milhão de peças. “Nesse período, todos os segmentos de roupa cresceram, e cresceram bem, porque houve uma melhor distribuição da renda”, afirma Marcelo Prado, diretor do IEMI. Portanto, no Brasil, o boom da moda infantil tem uma origem diferente de países da Europa e Estados Unidos. Se lá foi a crise que criou um novo mercado, aqui foi a estabilidade econômica.

Desde a década de 1990, com a introdução do Plano Real, há mais dinheiro para fazer compras. E roupa é um gênero de “primeira necessidade”. Segundo Prado, pesquisas de comportamento de compra revelam que 92% das pessoas querem estar bem vestidas. Dessas, 44% são antenadas com moda e gostam de ter o que é novo. Os outros 48% querem sim estar alinhados, mas não se incomodam em usar peças de coleções passadas. Como a roupa tem uma força de identidade visual imensa, a melhora da renda se revela por meio dela e deixa transparecer a ascensão social daquele indivíduo. Mas por que, apesar da diminuição da taxa de fecundidade brasileira, o segmento infantil aumentou tanto? “Porque quando se tem mais renda, você se realiza comprando, inclusive marcas famosas para crianças”, diz Prado. Além disso, as mães estão tendo filhos cada mais velhas, com uma carreira mais segura e um salário maior.

No Brasil, são cerca de 50 milhões de brasileiros de 0 a 14 anos. Todos vestidos. As grandes marcas de malha, como Hering e Malwee, foram as primeiras a enxergar esse potencial. Depois, vieram marcas elitizadas e exclusivas para crianças, como Green, Tyrol e Paola da Vinci. Mas, num determinado momento, grifes de adulto se deram conta de que o mercado infantil ainda era menos concorrido e vendia bem. Daí, vieram Cris Barros Mini, VR Kids, Miss Petite, Maria Bonitinha, Mixed Kids, Fit Nina, Reserva Mini e uma in­finidade de versões kids, minis e petites. Apesar de se espelharem em linhas de gente grande e usarem o mesmo maquinário, as coleções infantis são complexas porque a modelagem, a numeração e o estilo evoluem com a idade. Do tamanho 2 para o 10 não mudam apenas a largura e o comprimento, mas as atividades e as vontades das crianças.

Um dos pioneiros dessa onda foi Ronaldo Fraga, que em 2001, enquanto esperava seu primeiro filho, Ludovico, cansou-se da mesmice do que encontrava nas lojas especializadas e resolveu brincar de desenhar roupas para o menino. “Eu achava que as roupinhas eram muito contidas em cor e estampas”, conta o estilista. “Sempre acreditei que a roupa infantil tem que conversar com a cultura brasileira, mas naquela época tudo era escrito em inglês!”, lembra. Foi assim, sem pretensões comerciais, que nasceu a Ronaldo Fraga para Filhotes, com um universo grá­fico mais afetuoso e referências regionais. Daí os amigos fizeram encomendas, a mídia noticiou e a coisa ficou séria. Hoje, as coleções para crianças de 0 a 10 anos representam 60% das vendas da marca e são vendidas em 200 pontos em todo o país. Até hoje, os filhos de Fraga são suas "cobaias" e consultores. Na primeira metade de 2012, a Filhotes deve começar a caminhar com as próprias pernas, sem o nome do criador.

Mas, para muita gente, a tentação de ver o ­filho como uma extensão de si é quase natural. Não à toa, logo depois do nascimento, os pais já começam a se enxergar no bebê: nariz da mãe, boca do pai e olhos da vovó.
E os pequenos também se espelham nos mais velhos. Andam pela casa com os sapatos do pai, pegam escondido a maquiagem da mãe. “Mas vesti-los igual aos pais pode encobrir a personalidade da própria criança a partir do momento em que ela se sente na obrigação de ter as mesmas características da mãe”, explica Joana Singer, psicóloga clínica do núcleo Paradigma. Como a individualidade se forma a partir das escolhas, é importante levar em consideração a opinião da criança.

“Sempre acreditei que a roupa infantil tem que conversar com a cultura brasileira” Ronaldo Fraga, estilista

A moda é parte da formação cultural e “veste” cada fase da vida. Nossa imagem passa uma mensagem. Durante a infância, é preciso brincar e transmitir a ideia que, de fato, se é uma criança. Há alguma coisa errada quando a roupa sugere “algo mais” ou não permite que se brinque como poderia. Crianças precisam poder correr, pular e sentar no chão. Pensando assim, a Corello montou uma equipe especializada para lançar, no começo de 2010, a Miss Petite. As cores, a propaganda, a embalagem, tudo é mais leve e romântico. E sem salto. “As rasteirinhas e sapatilhas não são apenas menores, são mais flexíveis e molinhas, porque o pé das crianças é mais sensível”, diz Carla Silvarolli, diretora de estilo da marca.

Essa experiência com crianças pode ser muito divertida para os pais e, para as marcas, um ótimo negócio. Porém, ela está longe de ser simples e não é garantia de sucesso. Quem investe em “miniaturização” não se sustenta, porque os pequenos crescem e não se submetem ao estilo dos pais para sempre. “A partir do momento que a criança passa a não depender tanto dos adultos, toma mais iniciativa na escolha das roupas e exige o que quer usar”, afi­rma Diniz Filho, presidente da ABIT. Como diz Ronaldo Fraga, não são as crianças que devem desejar o que os pais têm. Mas sim o contrário. É hora das mães cobiçarem o guardaroupa das ­filhas! Talvez as peças fiquem um pouco apertadas, mas até nesses casos, o limite é a imaginação. E ser, ou brincar de ser criança, é sempre bom.

sábado, 24 de setembro de 2011

O seu "perfil" é um atraente gerador de riquezas?

Criar riquezas pessoais ou profissionais está baseado no conceito diferente de descobrir um modo de tirar proveito de um bem ou uma maneira de se aproveitar de alguma circunstância externa temporária. A riqueza deve começar pelo seu interior... Trata-se de produzir a partir daí, através do seu equilíbrio, do conhecimento e compreensão, energias para associar-se ao bem estar do fluxo e das conquistas do dinheiro gerado.
Mas quais os caminhos ou instruções que devemos seguir?
Formação e conhecimento. Sustentando a inspiração de vida pelas idéias de propostas autodidatas por livros, textos, palestras,  etc., que ao contrário do que se imagina, ajuda e, é sadio. Tais movimentos alimentam nossa capacidade criadora e fortalece o caminho para as riquezas. Fortalecer a sua crença “autodidata”, estabelece um fator de multiplicação de sentidos: intuição, visão, sensibilidade, comunicação e ação.
Mas diante de um mundo globalizado, sustentado pela “competitividade total” iniciada no final  dos anos 90 e com força a partir de 2000, como devemos nos portar?
Entre discursos novos e vidas antigas, nos deparamos com uma evolução do autodesenvolvimento que atribui até hoje a formação de perfis para a diferenciação de pessoas e profissionais, claro, os dois em busca de riquezas, veja:
- Perfil dos anos 90
               . Seguidor, leal, paciente, especializado, executor;
- Perfil dos anos 2000
               . liderança, criatividade, iniciativa, autodesenvolvimento, multifuncionalidade, agilidade, flexibilidade, gerenciador de risco, educador, lógica de raciocínio, prontidão para resolver problemas, habilidade para lidar com pessoas, trabalho em equipe, conhecimento de línguas, informática e resistência emocional
E hoje, após 2010?
Qual é o perfil ideal criado para sustentar padrões de trabalhos e resultados que as empresas querem e que combinam com sua crença e conhecimento que você sustenta a duras penas em busca da sua riqueza?
Segundo Bethânia Tanure, pesquisadora e professora de gestão da PUC Minas Gerais, a diferença entre ser um gestor, líder ou dirigente está na forma como cada um canaliza as energias da empresa em busca do que considera ser o melhor para a corporação.
 Se isto é uma verdade, todo o modelo de anuncio colocado pelas empresas direta ou indiretamente, na busca de profissionais deve ser reavaliado. Para não fugir ao foco, falta clareza de comunicação. As descrições de vagas são complexas, misturam perfis, pedem... Mas falta o que na realidade é o principal:  a união entre a filosofia de trabalho, a estratégia e o ideal, o resultado a ser atingido. Com raras exceções, você vê anúncios bem redigidos, claros, objetivos na forma e texto, sustentando não só uma base sólida para a contratação, mas definitivamente, o equilíbrio do todo em busca de uma harmonia e um resultado futuro que o possível contratado possa gerir e gerar pela complexa exigência entre formação, perfil e experiência.
Mas, diante do todo, um aspecto importante não pode ser deixado de lado e é o fio condutor para o possível sucesso ou fracasso entre o seu perfil e o cargo que ocupa ou poderá ocupar: “qualquer empresa no mundo parte do princípio de servir alguém...” Essa é a base geradora de riquezas.
Por isso, o profissional e a empresa devem ter consciência de suas preferências e dos seus talentos, saber de verdade no que os dois juntos, são realmente bons.
Daí uma questão importante: qual o perfil ideal gerador de riquezas, diante de um cenário de competitividade total?
Acredito muito que a regra base de qualquer perfil é a ADAPTAÇÃO. Ou seja, não se agarrar a métodos fixos, mas mudar convenientemente em consonância com os eventos e cenários, seja ele qual for; atribuir ação segundo os ditames do que é verdadeiramente oportuno. Sem medos.
Então, para o bem ou para o mal, o conceito de si mesmo determina o seu destino.
Pois bem, diante do exposto, qual é o perfil aceitável para ser bem-sucedido e gerar riquezas para você e para a empresa que trabalha ou trabalhará?
Entre frases numeradas e adjetivos alocados, uma coisa é certa... Quanto mais elevado for a sua autoestima, fator autodidata, conhecimento e compreensão, maior será a probabilidade de você inovar na sua vida e no seu trabalho em busca de riquezas. Não fique preso a rituais e tradições. Isso garante mais sucesso neste mundo em constantes mudanças e o comportamento a “adaptação” é fundamental.
Importante você saber, que nós temos essências lingüísticas e com isso temos a capacidade de “transcender” a qualquer instante da nossa Divina existência. Se o “livre arbítrio” não nos possibilitasse essa transcendência, seria incoerente atribuir ao que acabo de escrever, que minhas idéias e visões se baseiam muito mais na concepção prática da minha vida profissional até aqui, do que na filosofia abstrata e incontestada que o marketing e o seu endomarketing sugerem como base de ensino, capitaneada pelos “senhores de RH”.
É isso, a proposta é simples, gerar riquezas exige estar preparado para ADAPTAÇÕES num jogo hierárquico extremamente competitivo, onde as regras nem sempre são claras, todavia, o grau de exigência que cresce em proporções geométricas e os próprios conceitos de competência e qualidade que sofreram transformações gigantescas nos últimos anos, determina a ação que deve tomar.
Enfim, fazer parte deste mundo corporativo em busca de riquezas não necessariamente deve ser a única opção. Portanto, se existe outras alternativas, avalie. Afinal, ser dono do seu próprio nariz e ser gerador da sua própria riqueza pode sim ser um bom caminho.

10 países que podem se tornar a próxima China

Produção de baixo custo apenas na China é coisa do passado



Pequim (Câmara Brasil-China)

Bangladesh


Camboja


Índia


Indonésia


Malásia





Paquistão


Sri Lanka


Tailândia



Filipinas



Vietnã




FONTE: PORTAL EXAME