Baixe grátis - Podcast Os 5 grandes erros cometidos por confecções de roupas

quinta-feira, 21 de junho de 2012

InBrands pretende dobrar número de sites de e-commerce em um ano


De olho na tendência do varejo de moda nacional, grupo manterá 16 lojas virtuais em 2013.

Passarela de verão 2013 da Ellus, uma das marcas do InBrands.
“O e-commerce é um dos principais vetores de crescimento do varejo de moda no Brasil.” Essa afirmação foi feita pelo sócio fundador da empresa de consultoria Azov, Luiz Antônio Secco, durante palestra no segundo dia do Seminário ELLE Grandes Nomes da Moda nesta quinta-feira, 21 de junho. Segundo ele, o comércio virtual de roupas e acessórios cresce 40% ao ano e é atualmente o setor que mais cresce no país. “Há quatro anos, as vendas online de moda eram praticamente zero e, em 2011, elas já somavam 7% do total do comércio eletrônico brasileiro”, explicou Secco.
De olho nessa tendência de mercado, o InBrands, grupo que detém marcas como Salinas, Ellus eAlexandre Herchcovitch, pretende dobrar seu número de sites de e-commerce em 2013, passando de oito lojas virtuais em funcionamento em 2012 para 16 no próximo ano. “Estamos fazendo um investimento na ordem de 2 a 5 milhões de reais, o que representa o custo de inauguração de apenas uma loja física de 150 m² em um shopping, por exemplo. Olhando assim, os valores são relativamente baixos, mas os desafios são enormes”, disse o diretor de e-commerce do InBrands, Flavio Nijs, ainda durante o seminário. Entre os desafios citados pelo executivo está a logística de transportes e serviços como o dos correios que, muitas vezes, impedem o cumprimento dos prazos das entregas pelas marcas.
Outra barreira para o crescimento do varejo de moda online é a ausência de padronização da numeração das roupas. No entanto, para Nijs, essa é uma questão para a qual nunca haverá solução, mas que não impede o desenvolvimento do e-commerce. “Mesmo que haja uma norma da ABNT, os tamanhos das peças continuarão variando até por uma questão da modelagem criada pelo estilista. Eu acredito que o vai acontecer é que as pessoas vão comprar mais pela internet baseado em sua relação com a marca e pelas garantias de troca que ela oferece”, explicou.

Problemas com o filho do dono da empresa? Resolva o conflito e não se prejudique


Líderes devem tomar cuidado ao tentar solucionar impasses com parentes do proprietário da empresa. Veja como agir

Trabalhar em uma empresa familiar nem sempre pode ser tão fácil quanto se imagina, especialmente quando se percebe que o filho do dono, a esposa ou o irmão tem carta branca para fazer o que bem quiser na companhia. Nesta hora, difícil mesmo é não ceder à pressão e questionar o trabalho e a autoridade de cada um.
Contudo, essa não é a atitude mais recomendada, principalmente se a sua intenção for manter seu emprego na empresa. Por isso, tenha calma antes de sair arrumando conflitos por aí e seja inteligente.
“O gestor jamais deve levar a queixa dele para o lado pessoal ou fazer do problema uma fofoca. O ideal é que ele procure a pessoa [parente] com quem ele tenha uma divergência e tente resolver a questão de forma rápida”, diz o sócio-diretor e fundador da consultoria de gestão Muttare, Tatsumi Roberto Ebina.
Segundo ele, comentar o fato com terceiros apenas desfavorece o clima corporativo e não soluciona problema algum e, por tal razão, essa atitude deve ser evitada.
Explique o problema

Durante o bate-papo o líder deve informar, de forma clara e racional, o que está acontecendo que não condiz com as políticas da empresa. É a partir desta conversa que o gestor perceberá então a linha de conduta do colaborador envolvido no problema, bem como a da empresa.
“O gestor deve observar se a pessoa que tem um certo grau de parentesco se preocupa em solucionar o conflito ali mesmo ou se resolve a situação no almoço de domingo com a família”, diz o diretor-executivo da Page Personnel, Roberto Picino.
Se a resposta for a primeira, ótimo, página virada. Agora se for a segunda, cuidado! Certamente você estará trabalhando em uma empresa que favorece mais aqueles que são da família do que os demais profissionais que trabalham lá dentro. E como já diria, Ebina, “em uma briga de elefantes quem sofre é a grama, e neste caso, a grama é o gestor”.
Por isso, se percebido que o valor da empresa for ‘manda quem pode, obedece quem tem juízo’, tentar uma solução de nada adiantará e o líder ainda correrá o risco de perder seu emprego, já que a corda tende a romper sempre do lado mais fraco desta relação.
“Essa é a maior estupidez que acontece nas empresas familiares: a complacência de poder de mando com grau de parentesco”, diz Ebina, que garante que em uma situação como esta a melhor saída é ficar de cabeça baixa e conviver com a situação ou procurar outro emprego.
É preciso um mediador

Mas e quando a situação não se resolve na conversa e também não avança para a esfera familiar, o que fazer? Nesta caso, o gestor terá ainda uma outra opção: a de requisitar um mediador para o conflito.
“Se após a conversa os envolvidos não tiverem um entedimento sobre a questão, eles podem pedir que outro profissional, um gestor ou até mesmo o dono da empresa, avalia a situação”, recomenda o sócio-diretor e fundador da consultoria de gestão Muttare.
E nada de amenizar o fato! A conversa deve ser franca, direta e tratar exclusivamente de como a postura adotada pelo contratado pode impactar negativamente o desempenho do negócio.
“Se o pai tiver uma concordência com esse aspecto, ele certamente conversará com o filho para harmonizar o cenário”, conclui Ebina.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Executivos: 7 erros que podem destruir uma empresa


Há alguns dias escrevi um artigo listando sete erros frequentes que devem ser evitados por profissionais de diversos níveis hierárquicos, baseado em atitudes e comportamentos. Fui solicitado a pensar nas falhas mais comuns cometidas por executivos e profissionais de alto escalão. Tarefa um tanto quanto simples, considerando que apenas precisei observar meu próprio comportamento, assim como o de colegas e superiores. Difícil foi conseguir uma brecha na agenda lotada e extenuante, considerando que estamos em junho, mês de fechamento do segundo trimestre. Vamos então as dicas, as quais, espero, possam ser úteis. Os fins justificam os meios: metas irrealistas, pressões por resultados de curto prazo e cobranças desmedidas das chefias, podem fazer com que o executivo acabe cometendo deslizes ou faltas éticas, ferindo princípios contábeis e normais internacionais. É comum fabricantes estocarem seus parceiros de canal, oferecendo descontos para que comprem além da quantidade normal. Verbas de marketing, prorrogações de títulos e devoluções são algumas das consequências. Tudo é urgente: conheci profissionais que não distinguem a diferença entre urgente e importante, tornando todo e qualquer assunto como a hora da morte, principalmente aqueles solicitados pela chefia imediata. Esta postura de desespero acaba contaminando seus subordinados e a área, cujo clima organizacional tende a se deteriorar rapidamente, trazendo conflitos, desmotivação e desligamentos. Nem o melhor dos motores resiste andar em alto giro durante 30 dias seguidos. Efeito casulo: apesar de declinante, conheço gerentes e diretores que passaram longos períodos em uma só empresa, fechando-se para o mercado. Em alguns casos o casamento um dia acaba, trazendo uma sensação amarga de traição e negação. Como um marido recém-separado, precisam reaprender a procurar emprego. Considerando que grande parte das vagas de alto nível é preenchida pelo famoso QI, não é difícil prever que terão dificuldades. Sei que pode parecer chavão, porém manter uma rede de networking é um hábito salutar. Um almoço por semana basta. Palavra de quem já sofreu na pele. Longe da escola: da mesma maneira que existem profissionais que vivem para estudar, aproveitando suas férias para cursos de atualização, há aqueles que só pensam em trabalhar, passando longe dos bancos escolares. Um currículo repleto de realizações e conquistas, obtidos a custa de muitas horas extras e finais de semana. Ter apenas a graduação no CV poderá atrapalhá-lo, uma vez que perderá a noção das teorias e modelos aplicados em outras empresas e setores. O alpinista: há muitos executivos que acabam pulando etapas em sua carreira, ocupando rapidamente postos de direção. Em geral, profissionais com escolas de primeira linha, idiomas e experiências internacionais, utilizam sua inteligência criando estratégias que os levarão ao topo. Pouco jogo de cintura em relacionamentos interpessoais e falta de liderança, frutos da experiência, podem ocorrer. Em épocas de organogramas horizontalizados, promoções laterais são também interessantes. Faça como os políticos: em anos eleitorais tudo é possível, até coalizões entre Maluf e Lula, aqui em São Paulo. Não obstante o disparate, o importante é aprender a habilidade em formar coalizões e costurar acordos, imprescindíveis no alto da hierarquia. Em grandes corporações, conhecer e trafegar bem nas complexas estruturas organizacionais pode fazer a diferença, por exemplo, na aprovação ou não de um projeto. O efeito formiga: muitos chefes acabam sempre com a mão na massa, seja por gostarem do trabalho do dia a dia, não confiarem em seus subordinados ou não delegarem de maneira apropriada. Sempre atolados de trabalho, acabam se escondendo das maiores decisões, sendo vistos como operacionais pela chefia. Apesar do nobre propósito, um dos papéis a desempenhar pelo executivo é o marketing pessoal. Como já dizia o ditado, quem não é visto não é lembrado. Com raras exceções, grande parte dos setores e indústrias tem vivido momentos de queda em seus faturamentos, cujos planos, construídos com base no eufórico ano de 2011, estão muito aquém do previsto. O humor das empresas e dos executivos costuma refletir o clima econômico vigente, apesar das previsões otimistas de Guido Mantega. Neste cenário um tanto quanto encoberto e com os nervos a flor da pele, nunca é demais tomar alguns cuidados.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Pesquisa de mercado e consumo de moda praia.


Este formulario tem como intuito de verificar qual o padrão de consumo e gosto de mulheres na faixa de 16 aos 70 anos que utilizam biquínis e maios ( moda praia). Para qualquer duvida ou sugestão por favor escreva para fabianotextil@gmail.com , deixe seu comentário ou critica sobre o conteúdo, as informações do formulário serão utilizadas apenas com base para um trabalho de desenvolvimento de produto. Sendo todas as informações sigilosas. Conto com sua colaboração. O formulário é super simples, se tiver alguma duvida me escreve antes. Agradeço desde já sua atenção. Seguem as perguntas:
*Obrigatório
  •   
  •   
  •   
  •   
  •   
  •   
  •   
  •   
  •   
  •   
  •   
estampa de listras na vertical
estampa de listras na horizontal
estampas xadrez
estampa de bolinhas
estampado na parte de cima liso na parte de baixo
estampado na parte de baixo liso na parte de cima
feito com tecido jeans
estampa de bichos ( onça , zebras ,cobras etc)
lantejoulas, glitter, strass , pedraria e afins
bordado
Florais
Por favor responda esta pesquisa e mande para este correio eletrônico:
  • fabianotextil@gmail.com
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dFNRamZNbnFISUxJOGpDM3lYcmxhckE6MQ#gid=0