Baixe grátis - Podcast Os 5 grandes erros cometidos por confecções de roupas

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Dicas para quem Veste GG

     Truques para quem Veste GG                   


Mesmo estando acima do peso a mulher pode ter um visual arrasador, porém de nada adiantará seguir várias dicas para quem veste GG se a sua autoestima não estiver lá em cima. Por isso o primeiro passo é se aceitar e, principalmente, se amar do jeito que você é, com seus quilinhos a mais. Claro que se o sobrepeso estiver afetando a sua saúde você deve fazer de tudo para eliminar o problema, mas nunca deve querer mudar seu visual somente porque o padrão de beleza atual é tão rígido e exigente, afinal, o mundo está descobrindo a cada dia novas e lindíssimas modelos GG e valorizando o segmento plus size.
                                     Dicas para quem Veste GG 6 Dicas para quem Veste GG
                                    Invista nas dicas para quem veste GG e arrase por onde passar
                                                                     (Foto: Divulgação)

A primeira e grande dica é sempre procurar criar linhas verticais em seu corpo, seja através de colares compridos, de abotoamentos (simples ou duplos) ou de casacos ou cardigãs jogados por cima da produção.
                                        Dicas para quem Veste GG 7 Dicas para quem Veste GG
                                                              (Foto: Divulgação)
                                       Dicas para quem Veste GG 9 Dicas para quem Veste GG
                                                            (Foto: Divulgação)

Quando usar blusas, opte sempre pelos modelos mais alongados, na altura do quadril, assim você alongará toda a sua silhueta. E mesmo que seu paletó ou blazer seja mais curto, use uma blusinha comprida por baixo.
                                       Dicas para quem Veste GG 8 Dicas para quem Veste GG
                                                                    (Foto: Divulgação

Salto alto faz milagres pela silhueta e postura de uma mulher, por isso invista sem medos neste item. E quando for usar calças ou peças longas, use calçados da mesma cor, para não cortar a silhueta.
                                         Truques para quem Veste GG 8 Dicas para quem Veste GG
                                                            (Foto: Divulgação)
                                         
Deixe as estampas e cores vibrantes para a parte de seu corpo que é menor, e na outra parte sempre escolha peças com modelagem mais reta ou com linhas clean e cores mais escuras. E quando a peça for inteiriça sempre opte pela modelagem reta, como as peças de alfaiataria e o vestido-tubo.
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                                                                 (Fotos: Divulgação)
                                       Truques para quem Veste GG 7 Dicas para quem Veste GG
                                                                (Foto: Divulgação)

E a dica mais preciosa é: sinta-se linda, sexy e desejável! Pois se você sentir e agir assim, todos ao seu redor também enxergarão a mulher linda e maravilhosa que você é, independente do seu peso atual. E caminhe sempre com a postura ereta, seguindo o que nossas avós diziam: “barriga para dentro e peito para fora”, pois assim, além de demostrar mais atitude ainda ganhará centímetros extras em sua estatura e alongará seu corpo.
           Truques para quem Veste GG 9 Dicas para quem Veste GG
                                                         (Foto: Divulgação)



   

Por que manter um funcionário é tão caro no Brasil?


 O custo do trabalhador é alvo de grande debate para contadores e economistas brasileiros, fomentando diferentes opiniões sobre o valor real despendido para sustentar um emprego em seu posto. A complexa legislação trabalhista, que impõe pesados encargos para os empregadores, é apontada como fator determinante para explicar por que é tão caro contratar e manter um funcionário no País. As obrigações tributárias e o cumprimento das normas, porém, são apenas parte da questão.
 O vice-presidente de fiscalização do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRCRS), Celso Luft, estima que, considerando apenas os encargos sociais, o custo de um funcionário supera em aproximadamente 70% o valor do salário assinado em carteira, com pequenas variações que dependem do segmento da empresa contratante. Nessa conta, a fatia relativa aos encargos previdenciários é a mais pesada, chegando a 35,8% do total. Férias, 13º salário, auxílio-doença, licença-maternidade e outros encargos e seus reflexos, que também precisam ser provisionados pelo empregador, quando somados, chegam a 35,5%. “Temos uma carga tributária considerada alta em relação a outros países, mas as pessoas admitiriam pagar mais se tivesse uma contrapartida, e essa, sem dúvida, é a principal reclamação”, alega o contador.
 Luft ressalta que, tomando o exemplo de uma empresa do setor de construção civil, o custo com o trabalhador pode chegar a 113,6%, englobando questões como benefícios e treinamento. “Apesar de alguns benefícios obrigatórios, como vale-transporte e alimentação, se o empregador quer dar treinamento e uniforme, isso deve ser agregado ao custo, por isso pode-se dizer que os encargos dobram em relação ao valor do salário”, afirma.
 O dirigente faz uma ressalva: as empresas enquadradas no Simples Nacional têm uma vantagem em relação às obrigações trabalhistas. Para essa modalidade, dentre os encargos, apenas o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (8% do salário) é recolhido. O benefício ajuda, mas não torna o custo do trabalho exatamente baixo, já que as demais obrigações permanecem as mesmas.
 A vice-presidente do CRCRS, Roberta Salvini, argumenta que esse cenário tem raízes na defasagem da legislação trabalhista, que mesmo com revisões, ainda é associada ao período de sua criação no Brasil. Para ela, uma reforma é necessária não apenas para reavaliar a questão tributária, mas porque é preciso considerar a presença da tecnologia no mercado de trabalho e a própria relação entre empregado e empregador. “Temos uma legislação que remonta à década de 1930 aplicada hoje, portanto com seus reflexos e descompassos em relação à realidade das relações de trabalho”, observa.
 Roberta diz que em outros países há maior liberdade contratual entre as partes na relação de trabalho. Nesse contexto, é possível que patrões e funcionários estabeleçam se a remuneração será única ou contará com benefícios. “Isso pode ser mais interessante do que a situação que vivenciamos, com tantos direitos arraigados (numa única legislação)”, acrescenta.
Concorrência e informalidade aquecem debate sobre o peso da folha de pagamento
 Se levada em conta a concorrência pela mão de obra em um cenário de baixo desemprego como o do Brasil e o esforço dos empresários em atrair os melhores talentos, a contratação pode ficar mais onerosa. “As empresas acabam competindo entre elas através dos benefícios, dos diferenciais, para conseguir o melhor colaborador”, sugere a contadora da área de recursos humanos do escritório Lauermann Schneider, Priscila Vier dos Santos. “Acredito que a Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) deveria ser revistas, ela vem de uma última revisão em 2002, já são 11 anos, e muitas coisas mudaram”, sentencia.
 Mas a complexidade da legislação também pode fomentar o panorama oposto, da informalidade. O valor despendido pelo empregador com os encargos trabalhistas precisa levar em conta todas as etapas do vínculo empregatício. Admissão, treinamento e uma possível demissão. Cada fase demanda recursos que precisam ser provisionados pela empresa de antemão, fator que pode encarecer ainda mais a contratação. São questões como essa que justificam a tese de que a atual legislação não estimula a formalização do trabalho no Brasil. “No Rio Grande do Sul, temos uma segurança maior em termos do cumprimento da legislação, mas sabemos que é grande a quantidade de pessoas trabalhando em condições análogas à escravidão”, sugere a vice-presidente do CRCRS, Roberta Salvini.
 Estudo aponta que empresas podem gastar até três vezes mais do que o salário
 Pesquisadores do Centro de Microeconomia Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGV), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), desenvolveram um estudo que concluiu que o custo de um trabalhador ao empregador pode superar em 2,83 vezes (ou 183%) o valor do salário assinado em carteira. O montante é alto, mas guarda algumas peculiaridades. Esse valor se aplica a um vínculo empregatício de 12 meses, podendo cair para 2,55% (155%) quando o tempo de contratação alcança cinco anos. Os pesquisadores contaram com dados de duas empresas têxteis para elaborar os resultados.
 O levantamento, divulgado no ano passado, não se restringiu a calcular apenas o peso dos encargos. Os pesquisadores identificaram que, em geral, muitos fatores que encarecem a contratação, e por vezes beneficiam o trabalhador, vinham sendo ignorados no debate. O custo estimado pelos pesquisadores também englobou obrigações acessórias, benefícios negociados e até mesmo o custo da burocracia e da gestão do trabalho. “O nosso entendimento é que há muitos itens que normalmente as empresas entendem como encargos e não são puramente encargos”, afirma o economista Eduardo Zylberstajn, um dos autores da pesquisa.
 Além do custo de benefícios obrigatórios como o 13º salário ou Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o estudo leva em conta diversos benefícios que não estão previstos na legislação, mas que podem ser pagos em função de acordos ou convenções coletivas, a exemplo de treinamento, cesta básica e auxílio-creche, entre outros.
 Também influencia na fórmula a maneira com que o trabalhador vê os benefícios que recebe. Se o colaborador tem consciência de que há mais benefícios agregados aos seus vencimentos, ele acaba custando menos à empresa. Conforme o relatório final da pesquisa, que definiu
valores máximos e mínimos para cada componente do trabalho, foi estimado que a legislação trabalhista tem um peso entre 17% e 48% do custo total do trabalhador. Ou seja, um contrato de trabalho que custe R$ 2.067,00 para a empresa é valorizado em R$ 1.158,00 pelo empregado no caso mais extremo, o que implica em uma diferença de R$ 909,00. Nesse sentido, o custo da legislação trabalhista implica um aumento de 79% na remuneração total do trabalhador. No caso mais conservador, um trabalhador que custa os mesmos R$ 2.067,00 por mês para o empregador percebe um valor de R$ 1.713,00 no contrato de trabalho. Nesse caso, o custo da legislação trabalhista seria R$ 354,00, ou 21% da remuneração percebida pelo empregado e 17% do custo total para o empregador.
 Desoneração não é suficiente
 As recentes desonerações na folha de pagamento promovidas pelo governo federal, que em tese deveriam amenizar o cenário, ainda são contestadas. Serão 22 segmentos de varejo incluídos na medida, que substitui os 20% de alíquota do INSS pelo recolhimento de 1% a 2% do faturamento das companhias. A vice-presidente do CRCRS, Roberta Salvini, afirma que essa dinâmica apenas muda o custo de lugar. “Essa ação não gera uma redução tributária significativa, pois deixou de tributar folha para tributar faturamento. Em mais de 90% dos casos, o custo tributário, na ponta do lápis, aumentou”, calcula a contadora.
 O contador Celso Luft completa que, no caso da atual desoneração da folha, o fato de não ser facultativa pode tornar ainda mais onerante o conjunto de encargos. “Quem investiu em tecnologia, por exemplo, e teve uma redução no quadro de funcionários, acabou sendo penalizado por essa legislação”, diz. Isso porque com um volume menor de colaboradores, os recursos referentes à folha de pagamento já estariam reduzidos, fazendo com que o percentual sobre faturamento seja maior do que o próprio custo dos salários e seus encargos.


Fonte: JORNAL DO COMÉRCIO/RS

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Um roteiro com as melhores lojas e brechós online de moda

O favorito das fashionistas
asos.com
O badalado e-commerce oferece mais de 50 mil produtos. Não à toa, é o queridinho das it-girls famosas na internet. Bom caminho para as brasileiras comprarem marcas que ainda não pisaram em solo nacional, como Vivienne Westwood, The Row (das gêmeas Olsen) e Alexander McQueen. Não deixe de visitar a seção permanente de peças com descontos de até 70%.
Shopping Online
clickaporter.com.br
Funciona como um agregador de e-commerces, com mais de 30 mil itens disponíveis. Aqui, a vantagem é receber mais resultados na busca por produtos. Fazem parte da rede as lojas virtuais da Marisa, Hering, Dzarm e Carmin, entre outras. Ao selecionar uma peça, o cliente é redirecionado para o site parceiro, no qual efetua o pagamento.
Para inglês ver
ln-cc.com
A descoladíssima multimarcas de Londres entrega em sua casa aquelas grifes too cool for  school, sem nenhuma previsão de aportarem por essas bandas. Ann Demeulemeester,  Maison Martin Margiela, Haider Ackermman, Jil Sander e Dries Van Noten são algumas delas. No tentador cardápio da loja, ainda estão as elogiadas peças de Pedro Lourenço, “o  maravilhoso garoto do Brasil”, segundo a imprensa internacional.
Da passarela ao closet
modaoperandi.com
A empresária Aslaug Magnusdottir, a socialite Lauren Santo Domingo e a exeditora de  moda Taylor Tomasi Hill são as cabeças da loja virtual revolucionária, que coloca à venda  coleções completas das semanas de moda ao redor do mundo em, no máximo, 48 horas após o desfile. No ar, há itens de Marchesa, Giles, Marni e Mawi, entre outros. Como as roupas são confeccionadas de acordo com a demanda, elas demoram até quatro meses  para serem entregues.
Entre os melhores
oqvestir.com.br
O site brasileiro foi eleito um dos cinco melhores e-commerces do mundo no WGSN  Global Fashion Awards. Sua força vem da boa variedade de grifes nacionais: das que  batem cartão nas semanas de moda (Ausländer, Paula Raia, Reinaldo Lourenço) às que marcam presença nos looks das it-girls brasileiras (Schutz, Carina Duek, Bo.Bô).
Clubinho de blogueiras
fhitsshops.com.br
As vendas são temáticas (camisas de seda, calças floridas, spikes) e pontuais (as ofertas  ficam no ar apenas uma semana). A curadoria do que está à venda fica a cargo das  blogueiras da rede F*Hits, capitaneada pela empresária Alice Ferraz. Anna Fasano, Lalá  Noleto e Carla Lemos, entre outras, montam looks inteiros com as peças-chave.
Parcerias exclusivas
gallerist.com.br
Criada há um ano por quatro irmãs, a loja virtual reúne mais de 50 marcas nacionais,  entre nomes novos, como Mylene Sanches e Lia Souza, e outros já consolidados, a exemplo  da Schutz. O grande diferencial, porém, é que, baseadas no perfil das consumidoras, algumas grifes desenvolvem minicoleções exclusivas para o e-commerce.  Há ainda sugestões de looks montados, que podem ser adquiridos inteiros ou em partes.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Grandes CEOs avisam: indústria da moda tem que acabar com a burocracia

O “WWD” organizou mais uma edição do seminário Apparel & Retail CEO Summit, que convida economistas e empresários de vários setores da indústria de moda e têxtil para falar sobre como o mercado deve funcionar para prosperar – hoje e no futuro – em meio a tantas mudanças e competição. Basicamente, as principais respostas são: foco nos detalhes, paixão pelo produto, não ter medo de quebrar as regras e acabar com a burocracia.
Um dos estudos mostrado por Nathalie Remy, da McKinsey & Co, apontou que São Paulo está entre as cinco cidades onde o mercado de vestuário midmarket (composto por empresas com renda entre US$ 10 milhões e US$ 1 bilhão por ano) mais vai crescer no mundo até 2015, junto com Xangai, Moscou e Londres.
Veja abaixo algumas frases dos especialistas que participaram do evento em Nova York.
“Há pouquíssimas empresas hoje que colocam a integridade de seu produto em primeiro lugar e se forçam a serem inovadoras e criativas a ponto de extrapolar a expectativa de seus clientes”, Millard “Mickey” Drexler, CEO do J.Crew Group e ex- CEO da Gap Inc
“A pessoa é o próprio CV e não o que está em um pedaço de papel. Eu conheço todo mundo pessoalmente antes de contrata-los. Para mim CVs não importam. Títulos não importam, assim como não importa a escola onde você estudou. Inteligência emocional e um histórico de trabalho duro são muito mais relevantes”, Millard “Mickey” Drexler
“O mundo mudou muito. As empresas devem ser inovadoras, inspiradoras, devem ter integridade e paixão. Eu aprendi com meu pai como criar um ambiente que seja estimulante, excitante, como vender um produto e inovar. Aqueles eram tempos em que não havia o Google. Se a gente quisesse descobrir algo, saber o quanto uma peça havia sido vendida, tínhamos que ir para a Saks ou Bloomingdale’s no final do dia e conferir os comprovantes de pagamento”, Andrew Rosen, CEO das marcas Theory e Helmut Lang e investidor de marcas como Proenza Schouler, Rag & Bone e Alice + Olivia
“Acredito que toda empresa deve ter sua própria cultura e identidade. Todas as marcas com as quais trabalho operam individualmente. Minha filosofia é: é importante entender a missão de cada companhia, a estética do designer, seus desejos e direções e para onde ele imagina levar a empresa. Temos que criar uma plataforma em conjunto com eles que irá transformar esses sonhos e essa criatividade em realidade”, Andrew Rosen
“Para eu investir em uma marca hoje, ela deve ter inovação e integridade. Tem de ter autenticidade e paixão. A ideia, quando você está em busca de empresas jovens, não é simplesmente fazer roupas para pendurar em uma arara nas lojas, mas sim achar grifes que encontrem um filão no mercado porque têm uma boa ideia”, Andrew Rosen
“Eu acredito que o CEO tem que ser responsável e tem que saber o que está acontecendo. Acho que algumas das melhores ideias vêm das pessoas que estão fazendo o trabalho. Eu quero criar um ambiente onde as pessoas têm vontade de vir trabalhar e onde elas se sintam tranquilas em dividir seu ponto de vista. Eu não tenho que concordar com elas, mas tenho que ouvir. A porta da minha sala está sempre aberta e eu encorajo as pessoas a conversarem comigo sobre problemas ou boas ideias”, Andrew Rosen
“Acredito em dar liberdade criativa aos designers. Você também tem que entender, e fazer com que eles entendam, quais são os objetivos. Meu trabalho é trabalhar com eles e transforma-los em um negócio de sucesso. Minha definição de sucesso é fazer roupas que os estilistas sintam orgulho e que a gente possa ver em lojas importantes mundo afora. O resultado de um bom processo é o lucro”, Andrew Rosen
Ron Johnson, CEO da J.C. Penney ©Reprodução
“Na era da Internet, se uma loja não pode ser um acontecimento, ela não oferece mágica e uma ótima experiência, ela terá dificuldades em sobreviver. Se você entra em uma loja de departamentos, que tem 10 ou 20 anos de vida, elas têm se mantido, mas não foram repensadas para os tempos de hoje”, Ron Johnson, CEO da J.C. Penney Co.
“Parte da resposta para o mercado é se voltar às marcas de verdade. Caso contrário, todos os produtos vão acabar muito parecidos. Há um valor enorme em grifes com identidades únicas. Marcas boas são autênticas e inspiradoras”, Ron Johnson
“Como você cria uma companhia extraordinária quando o seu chefe talvez não seja um Steve Jobs? A resposta é armar o poder intelectual coletivo cativando os trabalhadores”, Gary Hamel, professor da London Business School e diretor do Management Innovation Exchange
“Vemos empresas que, para a maior parte das pessoas, não são tão inspiradoras assim”, Gary Hamel
“Nós temos chutado a burocracia na canela, mas ainda não demos um golpe de nocaute. Nós temos que colocar uma estaca no coração da burocracia”, Gary Hamel

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Dez mil ao mês e cursos têxteis on line

Amigos um feliz Ano de 2013 á todos que acompanham o meu blog e que tem me dado crédito.Antes de mais nada,gostaria de exclarecer com muito cuidado que os quase 70.000 visitantes.Que estudo e valio comm muito,mas com muito cuidado todos  estes anúncios de baneress.Porque além do mais é o  meu nome que está sendo apreciado e todos os que que me respeitam nestes anos  de trabalho.

Por isso,estou inserindo uma postagem aqui para comentar do dez mil ao mês.Fiz inúmeras e incansáveis pesquisas,inclusive de dois empreendedores da web super respeitados,Sr Dani Edson e Rui Ludovino.Muitas ao  apreciarem e de imediato acreditam em se tratar ao olhar na sua essência, ser uma pirâmide,e não é.Mesmo porque os crimes de internet estão muito bem controlados e a polícia federal combate com unhas e dentes.Por isso estou disponibilizando para que possam olhar com calma as excelentes dicas repassadas pelo Sr Carlos Pádua ensina arduamente sobre investimentos.Faça seus cadastros é gratuito e não paga nada.Daqui há um tempo sim, será cobrado um taxa de R$20, ao mês na área Vip.Olhe com atenção na área de Negócios on line e Cursos de Investimentos.


 São vários vídeos,veja aos poucos.Vale a pena conferir e se cadastrar,e depois veja os vídeos gratuitamente.
http://www.10milaomes.com/LuizRoberto




E aproveitando estou comunicando aos Srs que em breve através deste blog,o aviso de um site que entrará no ar com cursos á quem milita na área têxtil,mais especificamente em Confecção de Roupas para empreendedores,consultores,gerentes,encarregados,alunos de moda e a todos a quem interessar.


Fico feliz por gostarem de meu blog,porque faço isso para as pessoas que são apaixonadas por moda.E logo estarei criando um site aonde estarei colocando ferramentas têxtil de moda,como PPCP,Custos,Cronoánalise,entre os outros cursos.Com preços acessíveis.Porque com uma consultoria os valores de transporte,alimentação e mais a hora fica aquém de muita gente.Então já comecem a divulgar.Olhe feliz 2013 para todos. "

Empreendedoras lucram com moda só para os pequenos

Como três empreendedoras construíram um negócio que fatura 20 milhões de reais ao ano vendendo roupinhas para bebês e crianças pequenas.

Mariana Klinger, da Bebê Básico
Mariana Klinger: "Havia espaço no mercado para uma rede de lojas onde as mães encontrassem uma boa variedade de roupas práticas para seus bebês
São Paulo - Numa tarde de outubro de 2012, dezenas de crianças que passeavam com os pais no Shopping da Ilha, em São Luís, no Maranhão, ganharam bolinhos de caneca com glacê colorido, balões em forma de bichinhos e máscaras de personagens infantis.
Era a inauguração de uma das lojas da Bebê Básico, rede carioca de franquias de roupas para bebês e crianças com até 8 anos de idade. Em 2012, a Bebê Básico deve faturar 20 milhões de reais com as vendas em suas 45 lojas, espalhadas por 15 estados. A expectativa de abertura de 15 a 20 novas unidades deve fazer a empresa alcançar 30 milhões de reais de receitas em 2013.
A Bebê Básico nasceu em 2000 com uma parceria entre a psicóloga Flavia Oliveira, hoje com 44 anos, e duas irmãs — a publicitária Mariana Klinger, de 38 anos, e a psicóloga Flávia Klinger, de 45. Na época, as duas Flávias tinham bebês novinhos e sentiam dificuldade para encontrar um lugar que vendesse roupas simples para vestir seus filhos no dia a dia.
"Quase nunca conseguíamos encontrar tudo o que queríamos numa loja só", diz Flávia Klinger, responsável pelo departamento de estilo da marca.
Só entende bem o problema quem é mãe. Especialmente nos primeiros anos de vida, montar o guarda-roupa de uma criança requer certo equilíbrio. A maior parte deve ser composta de peças básicas, aquelas que o bebê usa para ficar em casa e passear por perto.
Desses modelos é preciso ter estoque extra, pois não é raro que eles sujem duas, três mudinhas de roupa na mesma troca. Ao mesmo tempo, não é para comprar demais — a roupa usada no verão não vai servir mais na primavera seguinte, quando o bebê terá crescido um bocado. 
Se na maioria do tempo as crianças vão usar roupas práticas e confortáveis e que logo não servirão mais, o que as mães precisam mesmo — raciocinaram as sócias — é de um lugar para comprar roupa básica e bonita, e só. "Havia espaço no mercado para uma rede onde as mães encontrassem roupas de qualidade e bem práticas, sem nada de bordados e babados", diz Mariana.
Em todas as lojas da Bebê Básico, é possível encontrar 20 modelos para bebês de até 2 anos. São macacõezinhos, camisetas, calças, babadores e gorros em 14 cores bem alegres, como amarelo-manga, verde-menta, azul-turquesa e rosa-choque. Há também opções para crianças de 2 a 8 anos de idade.
Para essa faixa etária, a Bebê Básico oferece seis variedades masculinas e seis femininas, em oito cores que também constam da cartela das roupas para as crianças menores. “Nos dois casos, as roupas não costumam sair de linha, como geralmente ocorre nas demais confecções infantis”, diz Mariana. 
A perenidade e a padronização são os dois grandes pilares que sustentam o modelo de negócios da Bebê Básico. O setor de confecções trabalha com quatro coleções — uma para cada estação do ano. O que não é vendido nos primeiros meses entra em liquidação, e o restante vai para outlets ou volta para as fábricas. Não é o caso da Bebê Básico — suas roupas não saem de moda.
A padronização de modelos permite concentrar a compra de tecidos em poucos fornecedores. "Os volumes relativamente altos, reforçados pela expansão da rede pelo sistema de franquias, aumentam o poder de negociação da marca", afirma Celina Kochen, consultora de moda. "Isso permite obter descontos." Outro fator que ajuda a Bebê Básico é terceirizar toda a produção para confecções especializadas. "Manter a produção fora de casa também contribui para baixar custos", diz Mariana. 
 Os custos menores permitem à Bebê Básico oferecer preços competitivos sem ter de sacrificar demais suas margens. Um macacão simples de manga comprida da Bebê Básico custa em torno de 43 reais numa das lojas da rede. É bastante difícil encontrar uma peça similar e de qualidade semelhante por menos de 60 reais em várias das praças em que a Bebê Básico está presente.  
Numa empresa com esse perfil, chega um momento que fica difícil aumentar as receitas apenas vendendo mais do mesmo — e, nessa hora, o que faz falta é justamente poder vender produtos que não sejam tão triviais e cujas margens sejam mais altas.
No caso da Bebê Básico, paradoxalmente, isso significa produzir peças com algum grau de sofisticação e novidade. Há um ano e meio, a marca passou a lançar duas coleções por ano, estampadas com temas como frutas e circo. "Essas coleções já representam 20% do faturamento", diz Mariana.
Com as coleções temporárias, a estratégia da Bebê Básico lembra a da empresa catarinense Hering. Faça chuva ou faça sol, estarão lá nas lojas da marca as eternas camisetas básicas, organizadas em pilhas conforme a cor e o tamanho. As roupas feitas de malha de algodão foram o único produto da Hering por um bom tempo. Hoje, elas convivem com jeans, vestidos de tecido e até relógios que levam os dois arenques que representam a marca.
As novidades apareceram depois que a It Brands, uma holding do setor de moda, adquiriu participação na Bebê Básico  três anos atrás (as três sócias continuam à frente da administração). Com os aportes, a marca teve um reforço que deve ajudá-la a ganhar investimentos e se tornar mais competitiva — e poder avançar num dos mercados mais promissores do país.
Segundo uma pesquisa do instituto Ibope Inteligência, em 2012 o mercado de roupas e calçados infantis deve alcançar 24 bilhões de reais, um crescimento de 15% em relação a 2011.