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domingo, 28 de julho de 2013

Loja virtual usa kombi para vender roupa, bota e bolsa nas ruas de SP

Veja a Kombi que é vitrine da empresa olook                  

               
A kombi com mostruário da loja virtual olook circula pelas ruas das zonas oeste e sul da cidade de São Paulo (SP) desde janeiro de 2013; no carro, mulheres podem conhecer e provar as roupas e acessórios femininos; os produtos não são ventidos na rua, mas as clientes podem efetuar a compra por meio de dois tablets disponíveis no veículo Divulgação
A loja virtual olook adotou uma forma diferente para divulgar suas roupas e acessórios fora da internet. A empresa transformou uma Kombi, fabricada em 1968, em uma vitrine móvel e circula pelas ruas da capital de São Paulo para mostrar seus produtos.
Especializada no público feminino, a loja oferece roupas, sapatos, bolsas e bijuterias de marca própria e de marcas famosas como Colcci, Triton, M. Officer e Espaço Fashion.
Os preços variam de R$ 15,90, para lingeries, a R$ 299, para roupas de marca própria. Entre as peças das grifes famosas, é possível encontrar preços acima desse valor, mas, por política da empresa, não há itens por mais de R$ 499.
Na Kombi não são realizadas vendas. A vitrine móvel é usada apenas para que as consumidoras possam avaliar a qualidade dos produtos e provar as roupas e os acessórios.
Para vender os artigos no local, a empresa precisaria obter um alvará com a prefeitura, o que inviabilizaria a operação, segundo André Beisert, 33, dono da olook. "Precisaríamos pedir alvará para cada local que quiséssemos estacionar para vender." 
O empresário diz que considerou a possibilidade de abrir uma loja conceito na rua Oscar Freire, na região central da capital paulista, colocar quiosques em shoppings ou montar uma loja de rua. "Por adorar automóveis, desisti de ter uma loja física e tive a ideia de usar um carro. Além disso, era algo que ninguém tinha feito", diz Beisert.

Empresário demorou dois meses para encontrar Kombi

Beisert conta que levou dois meses para encontrar a Kombi. O veículo foi comprado em Campinas (93 km a noroeste de São Paulo). O empresário não revela o valor da operação, mas diz que investiu R$ 100 mil para viabilizar o negócio –compra e reforma do veículo para transformá-lo em uma vitrine ambulante.
A escolha do modelo do veículo 1968 foi uma estratégia da empresa para chamar mais a atenção do público, segundo Beisert. "A ideia da vitrine móvel é causar impacto nas pessoas. Acredito que uma Kombi clássica causa mais curiosidade do as que circulam pela cidade atualmente", diz.
No interior do veículo, há prateleiras, mostruários, espelhos, um televisor que mostra vídeos com combinações de produtos da empresa e dois tablets para que as clientes possam fazer compras diretamente na loja virtual.
Duas monitoras assessoram as clientes tirando dúvidas sobre os produtos e orientando sobre como efetuar a compra pela internet.
O empresário diz que as vendas feitas nos tablets disponíveis na Kombi representam menos de 5% das vendas totais da empresa, mas que, ainda assim, o investimento valeu a pena.
"A reação das pessoas superou nossas expectativas. Onde a Kombi estaciona, ela desperta curiosidade. A estratégia também nos permite ter um retorno mais rápido das consumidoras e contribui para o desenvolvimento de novas coleções."
O veículo circula entre 10h e 17h nas regiões oeste e sul de São Paulo, em conhecidos centros comerciais da cidade, como os bairros de Pinheiros e Itaim Bibi.
A empresa faturou R$ 10 milhões em 2012 e pretende triplicar este número em 2013.

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Veja vestidos de grifes alugados pela internet                  

               
Este modelo longo azul-marinho, do estilista Reinaldo Lourenço, é o preferido das clientes da Dress&Go; o aluguel da peça sai por R$ 423; para a venda, o preço é R$ 3.225 Leia mais Divulgação

Veículo é boa ferramenta de marketing, mas custo é alto, diz consultor

De acordo com Luis Stockler, sócio-diretor da consultoria de varejo baStockler, usar um veículo como vitrine para os produtos da loja virtual é uma boa estratégia de marketing.
"Ajuda a quebrar a barreira inicial que muitas pessoas têm sobre compras online. No segmento de moda, isto é especialmente importante, pois há a necessidade de provar os itens para ver o caimento e conhecer a qualidade do material utilizado na fabricação", afirma.
No entanto, o especialista diz que não se trata de uma grande inovação, pois o modelo é muito parecido com o de venda porta a porta, utilizado por empresas de cosméticos como Avon e Natura.
Ele afirma, ainda, que manter o veículo circulando tem um custo elevado, pois exige combustível, manutenção, seguro e funcionários, o que contrasta com o baixo custo de uma loja virtual.
"O que atrai os empreendedores para o comércio eletrônico é o baixo custo de operação, já que não exige ponto comercial. Manter um showroom ambulante traz despesas e cria expectativa nos consumidores. É importante a empresa não focar suas vendas nele, pois, se por algum motivo ele deixar de circular, frustrará a expectativa dos clientes."

Veja empresas que investiram nas redes sociais                  

               
A visibilidade das redes sociais levou o sex shop virtual Loja do Prazer a criar uma página no Facebook há dois anos; a  empresa percebeu que a rede social poderia fortalecer sua marca e torná-la mais conhecida; nos últimos seis meses, a página da tem conquistado de mil a 1.500 curtidas por mês; não há dados sobre conversão em vendas, mas o número de acessos à loja virtual cresceu 20% desde a entrada da empresa na rede social 

Serviço:

sábado, 27 de julho de 2013

As 10 personagens mais bem vestidas da TV

Amora (Sophie Charlotte), Juliana (Mariana Ximenes), Ester (Grazi Massafera) e Helô (Giovanna Antonelli) compõem a lista das personagens mais estilosas das novelas. Confira!

Foto: As 10 personagens mais bem vestidas da TV / Crédito: Reprodução / TV Globo
As novelas levam cada vez mais o mundo fashion para a TV. Tanto que as personagens conquistam as telespectadoras e viram moda nas ruas com seus figurinos, peças repletas de tendências e inspirações. Para te ajudar a ir às compras e se vestir como as estrelas da TV, a CARAS Online separou os 10 figurinos das personagens mais bem vestidas das novelas neste primeiro semestre de 2013!
Entre os destaques estão Helô (Giovanna Antonelli), Juliana (Mariana Ximenes), Amora (Sophie Charlotte), Ester (Grazi Massafera), Érica (Flávia Alessandra), Bianca (Cleo Pires), Paloma (Paolla Oliveira), Antônia (Letícia Spiller) e Malu (Fernanda Vasconcellos).
Confira as peças-chaves e as dicas de moda nos looks de sucesso das novelas e inspire-se!
Helô (Giovanna Antonelli), de Salve Jorge
A delegada Helô foi um sucesso na novela de Glória Perez e o seu figurino entrou várias vezes para a lista dos itens mais pedidos da Globo. A personagem arrasou na escolha de suas combinações de roupa. Ela surgiu na telinha com muitas camisas estampadas – incluindo as estampas de lenço -, calças jeans com caimento perfeito em seu corpo, pantalonas, macacões e muitos acessórios. A bolsa amarela era praticamente uma peça-chave em seu armário, além dos óculos escuros, pulseiras e cintos. "Gosto da exuberância dela. Helô anda super na moda. Levo muitas coisas minhas para o figurino dela e vice-versa. Adoro esmaltes, tanto que pinto as unhas das minhas filhas [Sofia e Antônia] e os óculos, por exemplo. Fico muito feliz em representar as delegadas do Brasil. Elas são lindas, bem vestidas e vaidosas. Mereciam esse destaque", comentou Giovanna na época das gravações. 
Helô (Giovanna Antonelli)
Juliana (Mariana Ximenes), de Guerra dos Sexos
Os estilos romântico e moderno foram misturados no figurino de Juliana na trama das 7 da Globo. A inspiração para as roupas da personagem vieram lá da família real britânica, mais precisamente de Kate Middleton, a princesa moderna. Nos looks, a personagem abusou das saias com camisa de tecido leve. Com peças clássicas, a modernidade do visual ficava com os acessórios, que apostaram nas cores fortes e brilhos. “Gosto muito da composição de blusinhas e saias que fizemos. Por exemplo: uma saia quase comportada, com formatos muito interessantes. Ou, blusas com detalhe de laço ou furo nas costas”, revelou a figurinista Marília Carneiro.
Juliana (Mariana Ximenes)
Amora (Sophie Charlotte), de Sangue Bom
A nova trama das 7 estreou há pouco tempo, mas o figurino de Amora já está dando o que falar. A it-girl abusa das influências fashionistas em seus looks. Com roupas encantadoras, ela usa peças com tule, transparência e os tons nudes são os seus preferidos. Na trama, a personagem é apaixonada por sapatos e os modelos são maravilhosos. Os acessórios são destaques a parte, com anéis, bolsas e óculos, ela capricha nos visuais.
Amora (Sophie Charlotte)
Ester (Grazi Massafera), em Flor do Caribe
Em clima praiano, o figurino de Ester destaca as cores solares em suas peças, apostando principalmente no amarelo e no laranja. Uma das principais tendências desta caracterização são as rendas artesanais que surgem em suas blusas e nos vestidos. Outras peças-chaves no look da personagem são as saias de seda, os blazers, as calças e os vestidos em cortes retos. “Eu odiava amarelo e tinha aversão ao laranja. Bata, não! Eu grávida usei tanta bata, não queria bata. Só que no primeiro contato que eu tive com o Severo (figurinista), ele já me convenceu. Ele disse que as cores da Ester são as cores do pôr e nascer do sol. Hoje em dia eu usaria tudo, quero roubar tudo”, afirmou a atriz.
Ester (Grazi Massafera)
Érica (Flávia Alessandra), em Salve Jorge
Veterinária do exército, Érica tirava a farda em seus momentos fora do quartel e arrasava em seus modelitos. As peças românticas eram as suas preferidas, com muitos detalhes, estampas pequenas, rendas e babados. O guarda-roupa dela estava sempre repleto de saias curtas, vestidos e jeans, além das camisas estampadas.
Érica (Flávia Alessandra)
Bianca (Cleo Pires), de Salve Jorge
Moderna é a palavra que define Bianca na trama de Gloria Perez. Com personalidade forte, ela mostrava o seu lado it-girl na escolha de seus looks. Com peças fluídas e que chegavam a inspirar o básico, ela surgiu na telinha e conquistou o coração de Zyah (Domingos Montagner) por boa parte da novela. Em tons sóbrios, a personagem usou muitas saias, vestidos e calças com blusas estilosas.
Bianca (Cleo Pires)
Paloma (Paolla Oliveira), de Amor à Vida
O figurino de Paloma busca o lado romântico da personagem. Muito feminino, o guarda-roupa dela exibe as suas curvas na medida certa, com peças decotadas e em tecidos leves. Mesmo com a seriedade das peças, a leveza e conforto predominam. Um dos visuais que mais ficaram marcados foi o macacão nude“Macacões estão em alta e é ótimo para quem quer alongar a estatura. Sempre muito elegante, pode ser usado por pessoas de todas as idades por ser versátil. Mudando os acessórios, as pessoas podem usar em várias ocasiões e diferentes horários”, disse a personal stylist Eliane Morais.
Paloma (Paolla Oliveira)
Roberta (Gloria Pires), de Guerra dos Sexos
Roberta mostrou que as empresárias e mulheres de negócios não precisam usar peças sérias demais no momento do trabalho. Ela levou para o seu estilo muitos vestidos femininos, cores alegres e vibrantes, como o verde, o laranja e o vermelho. Além disso, apostou nas estampas animais e nos acessórios. Outro item indispensável para ter o look da personagem é o salto alto, na verdade, altíssimo, nas sandálias, scarpins e peep-toes.
Roberta (Gloria Pires)
Antônia (Letícia Spiller), de Salve Jorge
Duas peças foram essenciais na composição do figurino de Antônia: o vestido longo e o macacão. Os looks marcaram a caracterização da personagem em toda a trama. Em tons sóbrios, desde o preto até o azul mais escuro, os vestidos e macacões deram uma seriedade ao visual. Além disso, sempre que aparecia de calças ou saias, a personagem reforçava a ideia de que seguia um visual clássico.
Antônia (Letícia Spiller)
Malu (Fernanda Vasconcellos), de Sangue Bom
As peças básicas predominam no visual de Malu. A personagem não gosta de ostentar o que possui, então segue pela linha mais neutra na hora de se vestir. Jeans, camisas despojadas e blusinhas lisas são as peças-chaves deste look. “Apesar de a Malu ser rica e se vestir muito bem, ela não é muito preocupada com isso. Ela é básica e despojada. Não é adepta da chamada fast fashion. Eu adorei! E estou adorando também o cabelo, superdespojado! Ele não é aquela coisa pensada”, afirmou Fernanda.
Malu (Fernanda Vasconcellos)

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Estágios de produção do vestuário: a dinâmica da moda

Elaine Stone é autora do livro The Dynamics of Fashion da editora americana Fairchild Book. A autora afirma que há variações nos estágios de produção do vestuário das empresas de moda. Por isso, organizou um processo com fases simplificadas que cobrem as necessidades de qualquer confecção, seja grande ou pequena. A única diferença neste caso, é o número de pessoas envolvidas e como elas se comunicam.

Os estágios de produção do vestuário sugerido por Stone são seis:

1º estágio - Planejamento de Coleção
É o início do processo e envolve o designer ou a equipe de desenvolvimento, encarregados de criar a coleção ou linha de produtos. As principais atividades desta etapa consistem na pesquisa sobre tendências, tecidos, cores e outros materiais; e o desenvolvimento de painéis de tendências que nortearão os designers durante a criação da coleção.

2º estágio - Criação da Coleção
Nesta etapa, trabalha-se a coleção considerando três pontos principais: a importância da peça individualmente, a sua importância para a coleção, e o custo da peça – que também determina se ela continua ou não na coleção.

3º estágio - Desenvolvimento dos Modelos 
É onde são produzidas as peças-piloto. Os protótipos são apresentados aos gerentes da empresa para a análise e, nesta etapa, avalia-se a viabilidade produtiva da peça, ou seja, se é viável para entrar em produção. As peças aprovadas, recebem um número, um lacre e estão oficialmente na coleção.
No terceiro estágio é feito o desenvolvimento da modelagem para a peça piloto/ Reprodução



4º estágio - Planejamento de Produção
Neste momento é determinado onde e quando os componentes do vestuário serão comprados, cortados e costurados. Decide-se sobre o que será produzido internamente, terceirizado ou importado. Através deste planejamento é possível levantar os custos e o investimento necessário para a produção da coleção.

5º estágio – Produção
Neste Estágios de produção do vestuário, são concentradas as atividades como a graduação, o corte, a preparação, o beneficiamento e a confecção do produto. É importante destacar a importância da precisão no enfesto dos tecidos e do corte. Em seguida o vestuário é embalado e recebe as etiquetas de preço, códigos de barras etc.

6º estágio – Distribuição
Os produtos são divididos em remessas ou lotes e enviados, dependendo da empresa, para lojas próprias, varejistas, exportadas, entre outras. Como consequência das vendas e aumento da demanda, alguns pedidos são refeitos e o processo recomeça a partir do quarto estágio.



Por Samira Troncoso
Designer de Moda e Professora na Feevale/ Novo Hamburgo (RS)

Fonte STONE, E. The Dynamics of Fashion. New York: Fairchild Books, 2008

Confecções automatizadas são mais competitivas

Um dos temas que está em constante debate no setor de vestuário no Brasil é a necessidade que as confecções têm em se profissionalizarmodernizar. Essa atualização pode ser por meios e processos produtivos inovadores e ágeis e com a utilização de sistemas CAD - Computer Aided Design - e CAM - Computer Aided Manufacturing.

A designer de moda, professora e consultora empresarial Ana Luiza Olivete aborda a importância e a atual necessidade que a indústria do vestuário têm em se modernizar e automatizar o processo produtivo, qual o impacto dessa mudança e os principais benefícios dessa atualização.

As empresas que não se modernizarem podem ter problemas (em venda, produção, gestão) no futuro?
Ana Luiza Olivete - A modernização implica diretamente nos resultados e no crescimento das empresas, aquelas que não acompanharem a evolução do mercado tecnológico serão gradativamente e automaticamente postas de lado.

Por que as confecções devem investir em modernização na linha de produção?

Ana Luiza Olivete
 - Porque a não modernização implica negativamente em infinitas vertentes dentro da linha de produção, ou seja, implica na qualidade, que é o mínimo necessário para estar no mercado hoje em dia. Depois, o acompanhamento dos processos produtivos no que diz respeito a planejamento, programação e controle da produção, do desenvolvimento de novos produtos e venda e pós venda. Por fim, na gestão da qualidade total, que significa qualidade em todos os processos, ou seja, em todos os ‘cantinhos’ da empresa.
Para cada etapa do processo produtivo nas confecções, existe um sistema específico para auxiliar na produção/ Reprodução

Quais os principais benefícios para as confecções que investem em modernização?

Ana Luiza Olivete
 - Acredito que além dos itens descritos acima, o benefício maior é um melhor posicionamento no mercado e na mente dos consumidores.

Algumas pessoas têm medo de que a modernização tire seus empregos. Na sua opinião, essa preocupação é realmente relevante? Por quê?

Ana Luiza Olivete
 - Não acredito na perda de postos de trabalho, mesmo porque as máquinas não trabalham sozinhas. Porém, usam menos o capital humano; profissional este que, nas empresas ditas ‘inteligentes’, pode ser remanejado para contribuir com o escoamento do crescimento intrínseco da produção.

Os produtos estrangeiros estão entrando no mercado brasileiro. Em sua opinião, por que este fenômeno está acontecendo?

Ana Luiza Olivete
 - A princípio por uma concorrência desleal focada no trabalho escravo e seu baixo custo. Depois, pelos altos investimentos em tecnologia feitos pelos países estrangeiros, que estão focados na melhoria dos produtos e processos produtivos. Bem como um bom investimento em capital humano de qualidade, criatividade e proatividade.

Isso é algo com o que os empresários brasileiros tenham que se preocupar? Por quê?

Ana Luiza Olivete
- Certamente... Estão cada dia mais sendo passados para trás. Por isso o investimento em melhores processos, melhores equipamentos e melhores ‘cérebros’ são essenciais.

Que dica você dá aos empresários para superarem essa concorrência?
Ana Luiza Olivete - Que sejam antenados nas mudanças que ocorrem diariamente no segmento e tentem ao máximo se adaptarem à essas evoluções, pois só as empresas que acompanham o desenvolvimento da tecnologia e a repassam em melhores produtos ao seu consumidor conseguem permanecer num mercado tão competitivo como o atual.
Acho importante as empresas estarem sempre atentas ao mercado e buscarem acompanhamento das inovações a fim de não se suprimirem por seus próprios meios produtivos.